CALANGOTANGO não é um blog do mundo virtual. Não é uma opinião, uma personalidade ou uma pessoa. É a diversidade de idéias e mãos que se juntam para fazer cidadania com seriedade e alegria.

Sávio Ximenes Hackradt

31.10.11


“Coisas da Vida” – @LeideFranco*
Aprendi em uma das minhas aulas na universidade, a diferença entre os termos quantitativo e qualitativo aplicados na questão da opinião pública – mídia e espectadores. Quantitativo: números que apresentam a distinção em relação ao quanto uma determinada amostra vale dentro de outros dados analisados. É uma pesquisa que considera as estatísticas expressas em quantidades. Qualitativo é a definição, a ficha técnica mostrada sobre algum objeto. Determina a natureza dos elementos contidos em uma mistura ou dos que formam um composto. Nessa lição passei a me questionar entre o ‘quanti’ e o ‘quali’ contidos nas especificações do indivíduo enquanto ser humano e em suas necessidades do ter.
Não é de hoje que falamos na diferença do ter-e-ser e me parece que essa discussão nunca vai cair no desuso por causa da crescente brecha que se observa entre um e outro. Estamos inseridos em um contexto social conectado com o ter que é muito diferente do ser, verbos tão semelhantes que carregam, cada um na sua colocação, significados extremos. Eu ter dinheiro não significa eu ser feliz. Eu ser velha não significa ter muita idade. A soma não está na quantidade, mas na qualidade, tanto que 1 + 1 pode ser muito mais que 2.

“Somos uma sociedade de gente visivelmente infeliz: sós, ansiosos, deprimidos, destrutivos, dependentes – gente que se alegra quando matou o tempo que tão desesperadamente tentamos poupar”.
Erich Fromm

Guardamos, muitas vezes calados, perguntas e inquietações, e uma delas, suponho ser das mais angustiantes, é encontrar o equilíbrio entre o ser e o ter, no meio do tanto ter e do pouco ser. Primeiro eu preciso ser adulto, ter um bom emprego, ser reconhecido pelo meu trabalho, ter um bom salário para só depois ser feliz.
As pessoas que menos têm, às vezes são as que mais podem dar. É um paradoxo explicado pela falta da falta de ser ou ter determinada coisa. Certa vez o Arnaldo Jabor disse que o dinheiro compra olhos azuis, corpos ideais e as mulheres ou os homens dos nossos sonhos, mas no momento em que tudo isso falhar, o mesmo dinheiro vai somente poder pagar a terapia.
Somos o que acreditamos e para finalizar o ser e ter clichê, digo-lhes que todos os dias eu tento me convencer de que eu posso ser nada mesmo se eu tiver tudo. Compreendi, na verdade, que eu não sou o que tenho na vida, mas quem eu tenho na vida e é isso que faz a grandeza do meu ser.
O que você é pelo o que você tem?

*Leide Franco
Comunicadora com pretensões literárias; 
Um pouco de filosofia e reflexões cotidianas; 
Um muito de MPB
E quase nada do que ainda quero ser. 
Escreve todas as segundas-feiras crônicas.

Entrevista 10 x 140 – Por Pedro Henrique (@PH_natal)

Perfil de Meire Gomes - São Paulo/SP, noiva, Médica Perita, especialista em Direito Previdenciário.

P- Em que momento você veio morar em Natal?
Meire Gomes - Primeiro aos oito anos, para melhorar de uma asma. Voltei para SP, mas não resisti. Desde os 15 sou mais natalense que paulista. Amo Natal.
P- Pretende um dia voltar a morar em São Paulo?
Meire Gomes - Vou a São Paulo regularmente pra visitar minha mãe e sempre que me encanto com as manifestações culturais sinto vontade. Mas passa, hehe ;)
P- Como é desenvolvida a atividade de uma Médica Perita, especialista em Direito Previdenciário?
Meire Gomes - Elaboro laudos e pareceres para o Governo, tanto administrativos quanto na Justiça, relacionados a incapacidade ou não para o trabalho
P- Qual o seu local de atuação profissional?
Meire Gomes - Sou lotada na gerência Natal e assistente técnica da Procuradoria Federal Especializada, então trabalho agências, na Justiça, em clínicas ;)
P- Na sua atividade, qual foi o caso mais inusitado que você se deparou?
Meire Gomes - Foi engraçado! Uma mulher simulava cegueira, foi beeem treinada, mas distraiu-se e acabou dizendo que me achou parecida com Nossa Senhora.
P- Vamos falar de um de seus hobbies. Fale um pouco sobre musculação funcional.
Meire Gomes - A musculação funcional aumenta equilíbrio, flexibilidade e força, é uma atividade sem pausas, divertida e sem impactos nas articulações.
P- Fale um pouco dos seus blogs. Do que tratam os mesmos?
Meire Gomes - Tem o Salada, que trata de saúde, abobrinhas e beleza, e o Perícia Previdenciária, que tenciona educar as pessoas quanto aos seus direitos.
P- Qual o seu sonho pessoal e profissional?
Meire Gomes - Vai parecer clichê, mas meu sonho é continuar saudável porque já tive problemas sérios. E o profissional é a redução da carga de trabalho ;)
P- O que é o Twitter para você?
Meire Gomes - Twitter virou rede social e referência para algumas leituras, uso como MSN, como e-mail, no lugar do celular, pra divulgar meus vlogs. Amo!
P- Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Meire Gomes - Jogar conversa fora com o Igor, namorar muito e ler. Tenho vício em leitura, tanto que comprei uma bicicleta ergométrica com cadeira, hehe.
 *Se você quer conhecer um pouco mais a Meire Gomes converse com ela no Twitter @meire_g

Esporte –Formula 1
Adriano Gomes*
A Formula 1 chegou à Índia... O Campeonato Mundial de Formula 1 chegou ao último dos BRIC (Brasil, Rússia em 2014, Índia e China). Esporte ligado à indústria automotiva, o automobilismo vai em busca de todos os mercados mundiais fazendo fãs em todos os continentes do mundo.
A Índia caprichou na execução de um grande projeto que resultou no moderníssimo Circuito Internacional de Bhudd, localizado nos arredores de sua capital Nova Déli.
A corrida inaugural realizada ontem, foi uma repetição de tudo que aconteceu em todo o ano, com vitória folgada do jovem fenômeno alemão Sebastian Vettel, já ganhador antecipado do Campeonato de 2011, assim como fora em 2010, sagrando-se o mais jovem bicampeão da história do Esporte. Isso faz dele um possível sucessor de todos os recordes do seu compatriota Michael Schumacher, até mesmo uma até bem pouco tempo impensável quebra do número de 7 Campeonatos vencidos na carreira pelo seu compatriota.
O Campeonato concentra suas emoções numa disputa mais acirrada pela 2ª colocação no Campeonato pelos campeões de temporadas anteriores  Jenson Button, Fernando Alonso e Lewis Hamilton e pelo companheiro de escuderia Red Bull do campeão, o australiano Mark Webber.
Sebastian Vettel igualou esse fim de semana o Record anterior de Ayrton Senna de 13 poles numa só temporada e poderá, nas duas últimas provas do Campeonato de 2011 (Abu Dhabi e Brasil) quebrar a marca de do inglês Nigel Mansell de 14 poles, tendo também o jovem tedesco  vencido hoje pela 11ª vez na temporada 2011, e poderá também igualar o Record de Michael Schumacher de 13 vitórias numa só temporada conseguido em 2004.
Enfim, os indianos, amantes incondicionais do críquete (mais importante esporte nacional), apesar da corrida morna e sem grandes interesses desta manhã, testemunharam mais um grande desempenho do extraordinário Sebastian Vettel, completando sua 21ª vitória na F1 com apenas 24 anos de idade, com chances reais de vir a ser o maior de todos os campeões da mais importante categoria do Esporte a Motor.
*Adriano Gomes da Costa - Bel. Em Direito, Consultor Imobiliário e amante dos Esportes, escreve às segundas-feiras.

Agência Brasil
A partir do ano que vem, as secretarias estaduais de Segurança Pública vão construir políticas públicas de enfrentamento à violência contra homossexuais. As ações fazem parte de um protocolo de intenções que está sendo elaborado pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH) e pelo Ministério da Justiça (MJ).
O protocolo, que deve ser assinado no próximo mês, será apresentado durante a Conferência Nacional LGBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais), em dezembro. De acordo com a secretária nacional de Promoção dos Direitos Humanos da SDH, Nadine Borges, entre as ações estão o monitoramento das políticas contra a discriminação e a criação de redes de proteção para implementar centros de referência.
“Tivemos muitos avanços em 2011, como a decisão do STF [Supremo Tribunal Federal] que reconheceu a união entre pessoas do mesmo sexo como unidade familiar e a criação do Conselho Nacional LGBT. Ao mesmo tempo em que avançamos, vemos um aumento de crimes motivados por homofobia”, destacou Nadine.
Segundo a secretária, dados do Disque Direitos Humanos, o Disque 100, mostram um grande volume de denúncias de violações de direitos de homossexuais. O módulo LGBT do Disque 100 foi inaugurado em janeiro deste ano. Até o dia 30 de setembro, a central recebeu 856 denúncias de violação de direitos da população LGBT, como violência física, discriminação e abuso sexual.
“O principal é a violência psicológica. O percentual atinge 44% das denúncias. Devido ao aumento desses casos de violência resolvemos pensar na constituição desse protocolo”, explicou a secretária.
A expectativa, disse Nadine, é que o protocolo de intenções estimule a cultura de combate à discriminação em função da orientação sexual no Brasil.

Quem vivenciou a administração de Rosalba Ciarlini Rosado, como prefeita de Mossoró, de Agripino Maia e Garibaldi Filho, como governadores do Rio Grande do Norte, sabia que o governo do DEM/PMDB seria um governo neoliberal e o seu tratamento com o funcionalismo público seria de arrocho salarial e de desdém.
Artigo de Antonio Capistrano*
Nos dois últimos mandatos de prefeita de Mossoró (1997/2004) essa foi à tônica da política de pessoal imposta por Rosalba, é só ver o tratamento dado a questão salarial durante esse período. Foram oito anos de arrocho salarial e sem diálogo com as diversas categorias. Logo no início do primeiro ano do seu segundo mandato (1997), em uma só tacada, Rosalba demitiu em torno de 900 barnabés do município e ainda confiscou o FGTS de todo esse pessoal, questão essa que até hoje rola na justiça.
A mesma coisa ela fez, no início do seu governo, com o MEIOS, milhares de homens e mulheres perderam o seu emprego, muitas pessoas já perto de se aposentar.
Portanto, não é de estranhar o tratamento que o atual governo vem dando ao funcionalismo público estadual, utilizando-se da famigerada Lei de Responsabilidade Fiscal, principalmente do dispositivo que trata do Limite Prudencial.
Dispositivo, esse, criado por eles durante o governo FHC, com a justificativa de que o governo não pode gastar mais do que 49% da receita com pessoal. Com isso o governo tenta impedir qualquer movimento grevista. É a velha história, questão social é uma questão de polícia. Agora, para esbanjar os recursos públicos em futilidades pode.
A política de pessoal do estado, até o final do governo Rosalba, vai ser assim, endurecendo o pescoço e não abrindo mão dos seus princípios neoliberais. É só lembrar como foram os governos neoliberais de Agripino e Garibaldi com relação à questão de política salarial e de pessoal. O governo Rosalba é do mesmo modelo.

Agência Brasil
Um vírus letal que se espalha rapidamente por todo o planeta, causando pânico e caos entre a população. O tema do filme Contágio, em cartaz nos cinemas brasileiros, foi debatido por especialistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio. A iniciativa do debate foi da Foundation for Vaccine Research, uma fundação dos Estados Unidos.
De acordo com o superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde do Rio, Marcio Garcia,o Brasil tem experiência e conhecimento em vigilância e investigação, que faz do país capaz de dar resposta razoável contra um vírus letal.
“Temos uma rede nacional de alerta e resposta que, inclusive, é conectada com a sala dos CDC Centers for Disease Control and Prevention [Centros de Controle de Enfermidades dos Estados Unidos], que aparece no filme, em uma rede internacional. Também temos um programa especializado em investigação de surtos, que é o Epsus, com mais de 100 pesquisadores formados,” disse ele.
A infectologista Patrícia Brasil, da Fiocruz, discorda da análise. Ela disse que um país que não consegue conter o avanço de doenças já conhecidas e que podem ser combatidas, como a tuberculose e a dengue, e sequer tem condições de responder a um vírus como o do filme.
“Na verdade, ninguém está preparado para um vírus como esse [do filme Contágio]. E nós temos nossos próprios pesadelos, como a tuberculose. Na epidemia de dengue de 2008, foram mais de 300 mil casos, mais de 40% de mortes de crianças. Temos a reintrodução da malária. São muitos os desafios de saúde pública ainda. Nosso sistema de saúde já é caótico, não só o público, com emergências lotadas. Imagine com uma epidemia de vírus letal?”, pergunta a pesquisadora.
O pesquisador Mauro Schechter, da UFRJ e membro da entidade que promoveu o debate, lamentou que se invista tão pouco em pesquisa de novas vacinas. Ele defendeu o financiamento de organismos multilaterais em estudos nessa área “Vacina não dá dinheiro. A não ser que seja para algumas patologias, como HPV, cuja vacina é muito cara. Mas criar uma vacina para tuberculose ou malária não é rentável, por exemplo. O Estado tem outros problemas para resolver, como garantir saúde, educação, segurança e transporte para a população. Por isso, há a necessidade de esforços internacionais conjuntos”.
De acordo com Schechter, especialista em HIV, para desenvolver uma vacina contra a aids em dez anos seriam necessários investimentos adicionais de U$ 5 milhões a U$ 10 milhões por ano sobre o que já se investe hoje em pesquisa. “O que é feito hoje é insuficiente”, lamentou o pesquisador.

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) checou se os direitos dos consumidores são respeitados nos sites de compra coletiva. Para isso, avaliou e simulou compras nas quatro maiores empresas (Groupon, Peixe Urbano, Clickon e Groupalia), e constatou várias irregularidades. Nenhum dos sites, por exemplo, assume a responsabilidade em caso de defeito de produtos e serviços que ofertam, embora o Código de Defesa do Consumidor (CDC) diga o contrário.
Fonte: Revista do Idec
Além de tentar se esquivar da responsabilidade, os sites não fornecem informações suficientes que garantam a idoneidade das empresas fornecedoras, expondo os consumidores a riscos de fraude. O agrônomo Kemel Kalif, de São Paulo, é uma das vítimas de parceria pouco criteriosa realizada pelo Clickon. Há quatro meses, ele recebeu a oferta de um tablet por R$ 249, e diante do preço tentador, comprou o produto. Contudo, até hoje não recebeu o eletrônico.
"Passado o prazo inicial de entrega, que era de 20 dias, comecei a contatar o Clickon e a empresa Compre direto da China - fornecedora do tablet -, mas não obtive resposta. Registrei, então, queixa no site Reclame Aqui e descobri que havia inúmeras denúncias contra o fornecedor. Continuei pesquisando e verifiquei que a mesma empresa atua com outros nomes fantasia e que há indícios até de estelionato", conta. O consumidor está se preparando para entrar na Justiça contra as empresas, porque não se conforma com a negligência do Clickon. "Ele não verifica a idoneidade dos fornecedores. Qualquer site que se preze recusaria a parceria com uma empresa como a Compre direto da China, com o histórico que ela tem, reclama.
Embora o caso de Kalif seja um exemplo extremo, não faltam reclamações de internautas que, na ânsia de aproveitar a "superoferta", acabaram tendo grande dor de cabeça. As queixas são tantas que o Congresso está discutindo um projeto de lei para regulamentar a questão (PL no 1.232/2011).
As práticas irregulares observadas no levantamento são similares entre as empresas avaliadas, o que indica que são generalizadas em todo o setor. Por isso, é importante que os consumidores fiquem atentos ao visitar a página de qualquer site de compras coletivas. Veja, a seguir, os principais problemas identificados.

30.10.11


Entrevista 10 x 140 – Por Pedro Henrique (@PH_natal)

Perfil de Alexandre Rego - Mossoró/RN, solteiro, 26 anos. Formado em Engenharia Civil. Fascinado pela profissão.

P- O que lhe levou a escolher ser Engenheiro Civil?
Alexandre Rêgo - Admiração pela profissão do meu pai. E com o tempo fascínio pela profissão.
P- Onde você fez o curso? Recomenda aos seus amigo?
Alexandre Rêgo - Cursei na UFRN e recomendo bastante aos amigos. Tanto o curso como a Universidade.
P- O que é necessário para ser um Engenheiro Civil de destaque?
Alexandre Rêgo - O Conhecimento é fundamental para o destaque. Mas também poder de decisão e relações humanas.
P- Como é desenvolvida sua atividade de Engenheiro na Prefeitura de Mossoró?
Alexandre Rêgo - A atividade é principalmente de fiscalização das obras. Mas sempre fazemos orçamentos e projetos complementares.
P- Como você avalia as atuais gestões do Governo Rosalba e de Dilma?
Alexandre Rêgo - Estão colocando a casa em ordem. Rosalba financeiramente e elaborando projetos. Dilma tentando controlar a corrupção herdada de Lula.
P- Você como amante do futebol, o que falta para os times de Mossoró terem mais destaques nos campeonatos em que participam?
Alexandre Rêgo - Falta profissionalismo, estrutura física e principalmente deixar de depender unica e exclusivamente de patrocínio da Prefeitura.
P- Qual a sua expectativa em relação a realização da Copa do Mundo em Natal?
Alexandre Rêgo - Teremos uma excelente copa em Natal, como em todo o Brasil, mas continuaremos com os problemas atuais da cidade.
P- Algum dia você pretender vir morar em Natal?
Alexandre Rêgo - Morei em Natal por 8 anos, mas não tenho projeto de ir morar em Natal. Mas pretendo sempre ficar indo a Capital.
P- O que é o Twitter para você?
Alexandre Rêgo - Um meio de emitirmos nossas opinioes, buscar informações em tempo real e muitas vezes relaxar.
P- Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Alexandre Rêgo - Namorar, assistir filmes, assistir futebol, utilizar o twitter, sair com os amigos, conversar sobre política e jogar vídeo-game.
*Se você quer conhecer um pouco mais o Alexandre Rêgo converse com ele no Twitter @AlexandreRego

O Brasil vive desde sua independência um processo contraditório no que diz respeito a sua memória. Na afirmação da nação emergente, consolidou-se uma história oficial, donde todos os atos de violência foram ou glorificados ou relegados ao esquecimento.
Por José Eduardo Cardozo e Paulo Abrão, na Folha de SP*
Esse processo foi eivado por um viés elitista, marcado por duas características: uma leitura histórica sob a perspectiva dos países centrais e uma tradição narrativa que assume as versões oficiais dos vencedores e colonizadores.
Apenas muito recentemente o Estado passou a enfrentar, de maneira aberta, as sequelas de seu passado de violações "esquecidas".
Os fatos desvelados pelas Comissões de Mortos e Desaparecidos e da Anistia, a partir da oitiva das vítimas, confrontaram a versão dos "vencedores", registrada nos documentos oficiais da ditadura, formulados para encobrir torturas e execuções. As comissões de reparação assentaram uma narrativa plural, que buscou contemplar a perspectiva dos (outrora) vencidos, juntando-se a uma nova tradição memorialística, de revelação do legado dos regimes autoritários.
O Brasil finalmente começou a buscar sua história negada, enfrentando crítica recorrente dos relatórios dos organismos internacionais de proteção dos direitos humanos nos últimos 20 anos: a de que, em seu acerto de contas com o passado autoritário, não tenha estabelecido mecanismos de revelação da verdade histórica e construído espaço de memória e homenagem às vítimas das violações.
Duas medidas surgiram para superar essa crítica. Dando sequência às iniciativas do governo Lula, o governo da presidenta Dilma empenhou sua agenda política em torno da aprovação da Comissão da Verdade e da construção do Memorial da Anistia Política no Brasil.
A lei que institui a Comissão da Verdade possui muitas qualidades.
A primeira delas, a de suprir a lacuna jurídica quanto à positivação do direito à verdade como direito fundamental do brasileiro.
A segunda, a de possuir poderes para levar a cabo um trabalho inédito, tendo equipe com dedicação exclusiva e integral para sistematizar todas as graves violações de direitos humanos (e sua autoria) por meio de um amplo processo de escuta pública e coleta documental.
Poderá ainda propor medidas e reformas institucionais para prevenir futuros crimes contra a humanidade. É inegável a relevância política de tal Comissão nascer com o apoio de todos os partidos, o que lhe confere autoridade para transpor um ambiente de negação histórica e permite tratar dos temas mais dolorosos da pátria de maneira legítima e plural.
Paralelamente, o Memorial da Anistia será um equipamento público de consciência, reparação e memória, além de homenagem aos que lutaram contra a ditadura.
A memória tem papel decisivo para impedir que a intolerância e a injustiça se banalizem e que a barbárie se repita.
Essas medidas agregam-se à agenda da transição política de todos os governos civis e Parlamentos pós-redemocratização.
Sarney extinguiu a censura e desfez os organismos de repressão; Collor acabou com o SNI e aprovou uma primeira lei de acesso a arquivos; Fernando Henrique criou as Comissões de Anistia e sobre Mortos e Desaparecidos; Lula inovou com as Caravanas da Anistia, o livro "Direito à Memória e à Verdade" e com a abertura de arquivos pelo projeto Memórias Reveladas.
No Brasil de hoje, os direitos humanos devem ser vistos como uma precondição para um desenvolvimento social pleno.
Na nova geopolítica global, a vocação de líder de nosso país avança. Não só na perspectiva econômica, mas também na humanística. Nada mais legítimo e oportuno que a construção da nossa identidade seja agora forjada a partir de uma memória da defesa da liberdade.
José Eduardo Cardozo é ministro da Justiça.
Paulo Abrão é secretário nacional de Justiça e presidente da Comissão de Anistia.

Louise Marinho*
Sempre gostei de coisas fúnebres. Cemitérios, igrejas, morte. E mais, doenças, médicos, hospitais, agulhas, sangue, enfim. Chegava a ter prazer em ouvir que fulano de tal, da minha família por exemplo, estava doente, ou melhor ainda, tinha piorado. “Vai ter que internar”, viva! 15% de mim sempre torcia pra que meu diagnóstico fosse de algo grave, ou que pelo menos me resultasse numa internação, num sorinho...Sempre me pegava imaginando no enterros de familiares e/ou amigos. Que roupas eu usaria no enterro da minha mãe? (inclusive já sei, será algo branco), batom vermelho é muito pra o funeral de papai?
A coisa era tão louca, que uma dia resolvi falar com meu psiquiatra sobre isso, vai que tinha algo a ver com meu TOC, Transtorno de pânico. Ou quem sabe to surtando mesmo. Bem, Márcio (o médico), fazendo ‘pouco caso’, disse: hã?? Ah, porque você não vai fazer medicina ou virar gótica, aquele povo que se veste de preto e vai pro cemitério...
Vou morar sozinha na Espanha, e acreditem o meu medo era de perder algum enterro.
Cerca de um mês depois morando por aqui, minha mãe me liga falando da internação da minha avó numa UTI, e do estado vegetativo da minha tia avó. Após terminar a ligação, eu parei, gelei. E agora? se acontecer algo? Não é um enterro que eu vou perder, é alguém... E isso veio em mim de uma forma inédita e inexplicável. Pensei na minha mãe também, que apesar de tudo o que devia estar passando, ainda devia estar se reunindo com minha família pra ver como me daria as tais notícias. Meu coração acho que ficou gelado, e eu fui andar por aí... e não passava, nada. Hoje, não consigo nem pensar em pensar num hospital, soro, agulha. É ruim.
Acho que o que aconteceu comigo foi bem aquilo de ‘quando levar um susto, aprende!’
 Minha avó está bem, o coração esquenta quando a vejo. Já Dedê, não sei, talvez esteja vegetando ainda, ou quem sabe já morreu e minha mãe não sabe como dar essa notícia a mim, que estou há um oceano de distância.
*Louise Marinho, 21 anos, de Natal, estudante, está na Espanha para cursar um semestre do curso de Publicidade e Propaganda. Foi chamada pra falar um pouco das suas impressões e vivências madrilenas por aqui, no Calangotango. Mas avisa que “na Comunicação Social sou apenas uma estudante, aspirante a redatora”.
Quanto as suas outras qualificações, habilidades e virtudes, querendo saber, procurem no louisemarinho@hotmail.com
Bem, divirtam-se com a Louise aqui no Calangotango.
Ela estará por aqui duas vezes por mês.

Agência Brasil
O hábito de fumar, associado ao de consumir bebidas alcoólicas, é apontado como uma das principais causas do câncer de laringe. Na maior parte dos casos, a doença é tratável e as chances de cura estão acima de 50%.
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Enaldo Melo de Lima, em fase inicial, as chances de cura do câncer de laringe atingem 70% e o tratamento é feito com a quimioterapia e radioterapia. Já em casos avançados, nos quais as chances de cura chegam a 50%, pode ser necessária uma cirurgia para a retirada da laringe, que significará a perda da voz.
"O problema do câncer de laringe é que alguns pacientes não têm reposta ao tratamento conservador, da quimioterapia ou da radioterapia. Nestes casos, é preciso fazer a cirurgia de retirada de laringe, de mutilação do órgão, quando há perda da voz", explicou Enaldo Melo.
O médico alerta que o câncer de laringe afeta mais os homens e é o mais comum entre os tipos de tumores que atingem a região da cabeça e do pescoço. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), representa 25% dos tumores malignos nessa região e 2% de todos os cânceres.
O tumor na laringe pode afetar a fala e a deglutição. Os primeiros sintomas são dores localizadas, sensação de caroço na região ou rouquidão.
Para se prevenir, o médico sugere que maus hábitos sejam abandonados. "A causa principal é o tabagismo, o álcool funciona como fator aditivo. São maus hábitos que desenvolvem não só câncer [na região da] cabeça e pescoço, como [também] câncer de pulmão, de esôfago e de intestino", exemplificou.
Segundo o site do Inca, os fumantes têm dez vezes mais chances de desenvolver a doença. Em pacientes que aliam o cigarro à bebida alcoólica, as chances aumentam 43 vezes

Coluna Mercado Imobiliário - Por @PH_natal *
É de fundamental importância o Corretor de Imóveis programar suas atividades do cotidiano. A programação das tarefas é o que vai determinar suas prioridades e, consequentemente, ter mais produtividade, organização, agendamento, etc. Por diversas vezes o Corretor de Imóveis term adequar sua agenda ao horário do cliente. É aí que o Corretor tem que ter o jogo de cintura para o cumprimento das tarefas agendadas para aquele dia. Nunca é demais lembrar que o mais importante é o profissional chegar no final do dia com o objetivo cumprido e com todas as tarefas agendadas em dia. 
Seguem algumas dicas:
1. Seu horário mais produtivo.
Não tente seguir a rotina criada por outros ou da maioria dos seus colegas. Você mesmo tem que descobrir qual o seu horário de maior produção, seja ele na noite, na manhã, no horário de almoço, no final da tarde, etc. Após a identificação, construa sua rotina se baseando nesse seu horário de pico de trabalho.
2. Sua vida pessoal existe.
Nunca abra mão de seus compromissos pessoais, como médico, dentista, buscar filhos na escola, almoço com amigos, aniversários, etc. Dessa forma, sua vida profissional terá mais valor e você se sentirá com mais gás para se "jogar" na rotina diária. .
3. Descansar o cérebro.
Tem momentos que são necessárias pausas mentais para que o cérebro possa registrar o que foi processado na sua última reunião, ou conversa com cliente. Por aí. Descanso não é só dormir. Tem momentos que você precisa desacelerar a mente, pensar em outras atividade como praia, pesca, um passeio no bosque, etc. O profissional que conseguir essa façanha de desligar um pouco a mente, a criatividade e a rapidez de raciocínio será mais evidente. É só sentir.
4. Uma tarefa de cada vez.
De repente você abre sua agenda e viu que relacionou muitas tarefas para aquele dia. Jamais, jamais mesmo tente fazer duas ou três coisas ao mesmo tempo. Geralmente quem adota essa estratégia, nunca consegue completar suas tarefas com êxito. Execute somente aquela prioridade. Assim que acabar, encare a próxima. Com a concentração e dedicação na execução de apenas uma tarefa, a chance de ter sucesso é bem maior.
*Desejo sucesso e uma semana repleta de realizações aos profissionais do Mercado Imobiliário.
Pedro Henrique

O economista Raul Velloso, especialista em contas públicas, calcula que, em 2010, através de programas sociais, o governo federal repassou a 31,8 milhões de brasileiros - a maioria, pobres - R$ 114 bilhões. Ao incluir programas de transferência de renda de menor escala, o montante chega a R$ 116 bilhões.
Por Frei Betto*
Este valor é mais que o dobro de todo o investimento feito pelo governo no mesmo ano - R$ 44,6 bilhões, incluindo construção de estradas e obras de infraestrutura.
Os R$ 116 bilhões foram destinados à rede de proteção social, que abarca aposentadoria rural, seguro-desemprego, Bolsa Família, abono salarial, Renda Mensal Vitalícia (RMV) e Benefício de Prestação Continuada (BPC). Esses programas abocanharam 3,1% do PIB.
A RMV, criada em 1974, era um benefício previdenciário destinado a maiores de 70 anos ou inválidos, definitivamente incapacitados para o trabalho, que não exerciam atividades remuneradas, nem obtinham rendimento superior a 60% do valor do salário mínimo. Também não poderiam ser mantidos por pessoas de quem dependiam, nem dispunham de outro meio de prover o próprio sustento.
Em janeiro de 1996, a RMV foi extinta ao entrar em vigor a concessão do BPC. Hoje, a RMV é mantida apenas para quem já era beneficiário até 96. Já o BPC é pago a idosos e portadores de deficiências comprovadamente desprovidos de recursos mínimos.
Há quem opine que o governo federal "gasta” demais com programas sociais, prejudicando o investimento. Ora, como afirma Lula, quando o governo canaliza recursos para empresas e bancos, isso é considerado "investimento”; quando destina aos pobres, é "gasto”...
O Brasil, por muitas décadas, foi considerado campeão mundial de desigualdade social. Hoje, graças à rede de proteção social, o desenho da pirâmide (ricos na ponta estreita e pobres na ampla base) deu lugar ao losango (cintura proeminente graças à redução do número de ricos e miseráveis, e aumento da classe média).
Segundo o Ipea, entre 2003 e 2009, 28 milhões de brasileiros deixaram a miséria. Resultado do aumento anual do salário mínimo e da redução do desemprego, somados ao Bolsa Família, às aposentadorias e ao BPC.
A lógica capitalista considera investimento o que multiplica o lucro da iniciativa privada, e não o que qualifica o capital humano. Essa lógica gera, em nosso mercado de trabalho, a disparidade entre oferta de empregos e mão de obra qualificada. Devido à baixa qualidade de nossa educação, hoje o Brasil importa profissionais para funções especializadas.
Se o nosso país resiste à crise financeira que, desde 2008, penaliza o hemisfério Norte, isso se deve ao fato de haver mais dinheiro em circulação. Aqueceu-se o mercado interno.
Há queixa de que os nossos aeroportos estão superlotados, com filas intermináveis. É verdade. Se o queixoso mudasse o foco, reconheceria que nossa população dispõe, hoje, de mais recursos para utilizar transporte aéreo, o que até pouco tempo era privilégio da elite.
Há, contudo, 16,2 milhões de brasileiros ainda na miséria. O que representa enorme desafio para o governo Dilma. Minha esperança é que o programa "Brasil sem miséria” venha resgatar propostas do Fome Zero abandonadas com o advento do Bolsa Família, como a reforma agrária.
Não basta promover distribuição de renda e facilitar o consumo dos mais pobres. É preciso erradicar as causas da pobreza, e isso significa mexer nas estruturas arcaicas que ainda perduram em nosso país, como a fundiária, a política, a tributária, e o sistema de educação e saúde.
* é escritor, autor de "Sinfonia Universal – a cosmovisão de Teilhard de Chardin” (Vozes), entre outros livros.
Fonte: Adital

Foi apresentado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington, o Informe Brasil – Gênero e Educação. A audiência pública da Comissão, ocorrida na terça-feira (25), tratou das desigualdades entre mulheres na educação brasileira e de outros países da América Latina. Recomendações da Comissão aos governos dos países do continente serão feitas.
Fonte: Ação Educativa
O informe brasileiro foi produzido no marco da Campanha Educação Não Sexista e Antidiscriminatória pela organização Ação Educativa, com colaboração da organização Ecos – Comunicação e Sexualidade, do Centro de Referência às Vítimas de Violência do Instituto
Sedes Sapientiae (CNRVV-SP). O documento é organizado por Denise Carreira, coordenadora de educação da Ação Educativa e relatora Nacional para o Direito Humano à Educação da Plataforma DHESCA Brasil.
A Campanha Educação Não Sexista e Antidiscriminatória [1] é uma articulação plural de organizações e pessoas da sociedade civil latino-americana em defesa dos direitos humanos e por uma educação pública, laica e gratuita para todas e todos. Coordenada pelo Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher (CLADEM), a Campanha está presente em 14 países [2] buscando dar visibilidade aos desafiosdas relações sociais de gênero na garantia do direito humano à educação.
O documento brasileiro integra o Informe Regional desenvolvido em todos os países latino-americanos que compõem a Campanha e será lançado em 2012. No Brasil, a Campanha está sendo desenvolvida em parceria com Ação Educativa, Ecos – Comunicação e Sexualidade, Themis – Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero e Relatoria Nacional para o Direito Humano
à Educação (Plataforma DHESCA Brasil).
Educação e gênero no Brasil: desafio superado?
O Informe nacional questiona o entendimento de setores governamentais e da sociedade civil de que no Brasil os desafios da garantia dos direitos das mulheres e, de forma mais ampla e relacional, a equidade de gênero (entre homens e mulheres) na educação já foram “resolvidos”. Tal visão é reforçada por diversos relatórios produzidos pelo Estado brasileiro nas últimas décadas, que apontam a maior escolaridade e melhor desempenho das mulheres na educação como resposta definitiva às metas internacionais referentes às
inequidades de gênero na educação.
O documento problematiza essa perspectiva e apresenta uma contribuição ao debate sobre gênero e educação a partir da geração, sistematização e análise de um conjunto de informações que traçam um panorama dos desafios atuais.
O documento é constituído por sete seções:
1) Informações gerais sobre o país;
2) A Organização do Sistema educativo no Brasil;
3) Legislação nacional e políticas públicas em
educação;
4) Desigualdades na educação;
5) A educação em sexualidade na educação pública (elaborada pela organização Ecos – Comunicação e Sexualidade);
6) Escola e violência sexual (elaborada pelo Centro de Referência às Vítimas de Violência do Instituto Sedes Sapientae (CNRVV-SP)) e 7) Conclusão: rumo a uma agenda política.
Visando o seu aprimoramento, a versão preliminar foi submetida a cinco reuniões com leitoras e leitores críticos de São Paulo e Recife, pesquisadoras (es) e ativistas vinculados a diferentes aspectos do debate sobre relações de gênero e equidade na educação brasileira.
Em síntese, o Informe Brasil Gênero e Educação aponta que as problemáticas de gênero na educação brasileira se relacionam a seis grandes desafios, profundamente interligados:
• as desigualdades persistentes entre as mulheres brasileiras: o avanço nos indicadores de acesso e desempenho é marcado pelas desigualdades entre mulheres de acordo com a renda, raça e etnia e local de moradia (rural e urbano), com destaque para a situação das mulheres negras e indígenas;
• a situação de pior desempenho e de maiores obstáculos para permanência na escola por parte dos meninos brasileiros, em especial, dos meninos negros;
• a manutenção de uma educação sexista, homofóbica/lesbofóbica, racista e discriminatória no ambiente escolar;
• a concentração das mulheres em cursos e carreiras “ditas femininas”, com menor valorização profissional e limitado reconhecimento social;
• a baixa valorização das profissionais de educação básica, que representam quase 90% do total dos profissionais de educação, que – em sua gigantesca maioria – recebem salários indignos e exercem a profissão em precárias condições de trabalho;
• o acesso desigual à educação infantil de qualidade.
Ao final do Informe, é apresentada uma proposta de agenda política em gênero e educação contendo treze recomendações, com repercussões diretas no campo das políticas públicas.
Meta de equalização
Uma das principais recomendações se destina ao novo Plano Nacional de Educação (PNE), em tramitação no Congresso Nacional brasileiro e se refere à chamada meta de equalização. Tal meta propõe que ao longo dos próximos 10 anos o Brasil não somente avance na melhoria dos diversos indicadores educacionais para o conjunto da população, mas preveja uma diminuição
das desigualdades existentes entre grupos sociais em decorrência da renda, do sexo, da raça/etnia, da localização no campo/cidade, da origem regional, da orientação sexual e da presença de deficiências.
Tal proposta, além de outras recomendações do Informe brasileiro, foi transformada em emenda e apresentada para apreciação do Congresso Nacional por meio da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, articulação da sociedade civil que lidera o movimento “PNE pra Valer”. A meta de equalização proposta ao Congresso estabelece que o Brasil diminua em 60% as desigualdades educacionais existentes entre os diversos grupos nos próximos dez anos.
“O Brasil conquistou avanços importantes nos indicadores educacionais na última década, mas marcados por profundas desigualdades. Fenômeno que impacta a situação das mulheres, em prejuízo, sobretudo, das mulheres negras, indígenas e rurais. É necessário que as políticas educacionais intervenham de forma mais precisa nessa realidade não somente com relação
ao acesso à educação, mas ampliando o que se entende por qualidade educacional, rumo a uma educação que supere o sexismo, o racismo e outras discriminações ainda presentes nas creches, escolas e universidades”, afirma Denise Carreira, coordenadora do Informe brasileiro.
[1] Mais informações sobre a Campanha Educação Não Sexista e Antidiscriminatória no Brasil com a coordenadora nacional, Ingrid Leão: ingridleao@hotmail.com
[2] Equador, Bolívia, Uruguai, Panamá, Peru, Colômbia, Argentina, El Salvador, Paraguai, Brasil, Honduras, México, Porto Rico e República Dominicana.

29.10.11


Entrevista 10 x 140 – Por Pedro Henrique (@PH_natal)

Perfil de Anderson de Almeida - Natal/RN, solteiro, 27 anos. Formado em Jornalismo e terminando Radialismo. Atua na área de assessoria e MKT político.  

P- O que lhe levou a fazer o curso de Jornalismo?
Anderson - Percebi cedo que a comunicação estaria presente em minha vida profissional. O Jornalismo confirmou isso. Tenho orgulho de ser Jornalista.
P- Você está terminando Radialismo. Fale um pouco desse curso. Pretende atuar como Radialista?
Anderson - O curso tem que evoluir muito, o estudante não sai pronto p/ o mercado. Radialismo e Jornalismo se complementam, por isso a opção.
P- Como é desenvolvida sua atividade na Profilmes - Produtora de Vídeos?
Anderson - Fazemos muito. Do simples ao mais complicado e com responsabilidade. Criação, produção, edição, direção. Gosto mesmo de dirigir.
P- Você também trabalha com Publicidade e Marketing Político. Fale um pouco sobre essa atividade.
Anderson - No jornalismo vc informa, na publicidade e no mkt vendemos uma ideia, um conceito. mudamos o jeito de ver e pensar das pessoas sobre algo.
P- Política. Qual a sua avaliação dos Governos de Rosalba e de Dilma?
Anderson - Dilma vai bem, pulso firme, dando continuidade. É seu estilo. O gov. Rosalba é algo a ser descoberto. Não sou otimista com o gov. do DEM.
P- Vamos falar de futebol. Qual a sua expectativa em relação a realização da Copa do Mundo em Natal?
Anderson - Acho que Natal tem tudo para fazer uma grande festa, afinal sabemos fazer isso. Falta só a prefeitura assumir as suas responsabilidades.
P- O que falta para os times de Natal terem mais destaque no cenário nacional?
Anderson - Organização, mkt e planejamento. Os clubes pecam por falta disso. Aplicam o imediatismo. Os veículos de comunicação afiliados são omissos.
P- Qual o seu sonho pessoal e profissional?
Anderson - Busco ter uma bela família propiciando uma excelente condição de vida. No profissional já comecei: minha empresa de comunicação.
P- O que é o Twitter para você?
Anderson - O twitter é uma mistura de diversão, vício e espaço para "colocar a boca no trombone". A gente informa e se informa, faz amigos...perde tempo.
P- Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Anderson - Gosto essencialmente de descansar o corpo e a mente. Namorar, dormir, comer bem, estar com amigos são exemplos de como fazer isso.
* Se você quer conhecer um pouco mais o Anderson de Almeida converse com ele no Twitter @AlmeidaAnderson

25 anos de cartas e desencontros com Drummond de Andrade
por Emiliano Urbim na Revista Piauí
Sentada na poltrona da sala de sua casa modesta, livro aberto no colo, Helena Maria Vicari, 68 anos, declama: Eis meu pobre elefante/ pronto para sair/ à procura de amigos. A leitura é ritmada e tensa. Vai o meu elefante/ pela rua povoada,/ mas não o querem ver/ nem mesmo para rir. Helena faz uma pausa, ajeita os óculos e passa a mão pelos cabelos tingidos de loiro claro. Mostra com elegância/ sua mínima vida,/ e não há na cidade/ alma que se disponha/ a recolher em si/ desse corpo sensível/ a fugitiva imagem... Emocionada, ela pára no qüinquagésimo sexto dos cem versos de O Elefante. Sem tirar olhos nem dedos das páginas, comenta: "Esse é o meu favorito. Me arrependo de nunca ter dito a ele".

"Ele" é Carlos Drummond de Andrade. Nos últimos 26 de seus 84 anos, Drummond trocou cartas com a professora Helena, de Guaporé, cidade de 20 mil habitantes encravada numa parte menos badalada da serra gaúcha. Ela guarda numa pasta preta, abrigadas em plástico, cerca de sessenta cartas, cartões-postais e bilhetes que o poeta lhe enviou; da correspondência dela para ele, não existe cópia. Há mensagens de Drummond datilografadas, escritas à mão, ilustradas, enfeitadas com rabiscos de canetinhas hidrocor. Ao longo das linhas e dos anos, algumas palavras se repetem: "carinho", "amizade", "gratidão", "paz", "respeitosos abraços". Mas essa relação de dezoito anos - que começou com "Desejando-lhe também um feliz Ano-Novo, com êxito nos estudos, envio-lhe o autógrafo pedido" e terminou com "Uma das alegrias da minha vida é contar com amizades fiéis como a de você, que venceu o tempo e a distância" - nunca foi além do papel. Helena e Drummond nunca se encontraram. "Pedras no meio do caminho", ela diz, sem sorrir com o trocadilho.

Helena conheceu os versos de Drummond por intermédio de Lara de Lemos, poeta e cronista do Correio do Povo, o maior jornal do Rio Grande do Sul, a quem enviava cartas e poemas na esperança de uma palavra de incentivo.

Praias são os destinos preferidos Beleza é o que atrai os turistas brasileiros.
Fonte: Ibope
Pesquisa do IBOPE Inteligência e da Revista Viagem e Turismo mostra quem é o viajante brasileiro e revela que a beleza é o mais importante no momento de escolher para onde viajar, seja no Brasil ou no exterior, superando atributos como hospitalidade, infraestrutura e segurança.

Os destinos preferidos de 35% dos entrevistados são as praias. Grandes cidades e capitais são a segunda opção, apontadas por 30% dos viajantes, seguidos por resorts, destinos de inverno (ambos com 9%) e cruzeiros (5%). 

Segundo o estudo, nos últimos cinco anos, 94% dos turistas brasileiros utilizaram companhias aéreas, 82% hospedaram-se em redes de hotéis, 73% compraram pacotes turísticos, 57% alugaram automóveis e 45% viajaram com companhias de ônibus.  Nas classes C, D e E, a utilização da maioria desses serviços é proporcionalmente menor, mas significativa, já que 74% voaram e 53% se hospedaram em hotéis de rede.

Para planejar a viagem, os meios mais comuns para buscar informações são as revistas de viagem, de acordo com 36% dos entrevistados. A internet também tem grande espaço, já que 34% recorrem a sites e blogs para pesquisar destinos. As operadoras de viagens são a terceira opção, com 13% das menções.

Na hora de escolher o hotel, o fator decisivo para 35% é a localização, seguido da qualidade dos quartos (21%) e do preço (19%). O que chama a atenção é que a preocupação com o meio ambiente foi apontada por 4% dos entrevistados como um fator de decisão, à frente da gastronomia, citada por 2%. Quando a escolha é por hotel de redes, o que mais pesa é o preço (41%) e a qualidade dos quartos (23%).

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada entre os dias 1º de junho e 20 de julho de 2011, com 10.380 entrevistas válidas (1ª e 2ª fases), em 17 estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, sobre os resultados encontrados no total da amostra.

Agência Brasil
Após meses de um intenso trabalho de análise e negociações, o relatório do Plano Nacional de Educação (PNE) está em fase final de elaboração e deve ser apresentado na próxima semana na Câmara. O projeto de lei definirá 20 metas educacionais que o país deverá atingir até a próxima década. Versão preliminar do relatório obtida pela Agência Brasil estabelece que o país deverá aumentar o investimento público em educação dos atuais 5% do Produto Interno Bruto (PIB) para 8,29% nos próximos dez anos.
Esse era um dos pontos mais polêmicos do plano e alvo de boa parte das quase 3 mil emendas que o projeto recebeu. A proposta inicial do governo era de que esse patamar fosse de 7%, mas houve grande pressão dos movimentos sociais para que se ampliasse o percentual para 10%. O relatório do deputado Angelo Vanhoni (PT-PR) encontrou uma solução intermediária para a questão: determina o aumento dos investimentos para 7% do PIB até o quinto ano de vigência do PNE e para 8,29% no décimo ano de vigência do plano.

28.10.11


O festival MPBECO promove nesta sexta-feira dia 28, a entrega dos prêmios aos vencedores. A solenidade será realizada a partir das 19:00 horas, no Bar e Restaurante do Seu Zé, localizado na Rua Professor Zuza, ao lado do prédio do IFRN – Campus Cidade Alta, entre a Rua Princesa Isabel e a Av. Rio Branco. Além dos Vencedores do Festival haverá uma exposição fotográfica e a entrega do Prêmio de fotografia MPBeco em Foco.
Após a solenidade de entrega dos prêmios do festival MPBECO, o grupo Nós do Beco, realizará um show com repertório composto por músicas do compositor Assis Valente, cujo centenário de nascimento é comemorado este ano. A apresentação musical será iniciada a partir das 20:30 horas.

Entrevista 10 x 140 – Por Pedro Henrique (@PH_natal)

Perfil de Júnior Anjos - Santa Inês/BA, solteiro, 22 anos. Contador. Gerente de empresa de assessoria contábil. Passou um mês em Natal e se apaixonou.

P- Em que momento resolveu vir morar em Natal?
Júnior Anjos - Sempre tive vontade de conhecer a cidade. Estive aqui em 2005, passei um mês. Foi o suficiente para me apaixonar e resolver vir embora.
P- Pretende algum dia voltar a morar na Bahia?
Júnior Anjos - Não faço planos, mas sempre há possibilidades. Talvez um concurso público ajude bastante!
P- O que lhe levou a se decidir ser Contador?
Júnior Anjos - Caí de pára-quedas na contabilidade. Sempre sonhei em fazer Direito. Consegui bolsa pelo PROUNI e resolvi encarar. Me apaixonei pelo curso.
P- Onde fez o curso? recomenda?
Júnior Anjos - Sim! A faculdade é pouco conhecida, mas é muito boa! Nela é possível ter um maior contato com os professores,o q pode trazer oportunidades.
P- Se hoje você tivesse que escolher outro curso, qual escolheria? Por que? 
Júnior Anjos - Direito! Era meu sonho. Estou feliz com a Contabilidade, mas sei que os dois cursos podem 'caminhar' juntos.
P- Como é desenvolvida sua atividade de Gerente da Patrimonial Assessoria Contábil?
Júnior Anjos - Coordeno as atividades a fim de assegurar a legalidade e fidedignidade dos relatórios emitidos, bem como sua entrega em tempo hábil. 
P- Quais são os maiores problemas contábeis identificados nas empresas?
Júnior Anjos - A falta de documentos comprobatórios dos fatos, às vezes omitidos propositalmente p/ tentar burlar o fisco, acarretando em balaços fictícios.
P- Vamos falar dos seus hobbys: música e baladas. Onde você curte uma boa música em Natal?
Júnior Anjos - Boa música, pra dançar, não dispenso Pepper's Hall e Seven Pub. Para ouvir, aprecio muito o Decky.
P- O que é o Twitter para você?
Júnior Anjos - Divisor de águas. Divido minha vida em antes e depois dele.O twitter me trouxe novos amigos e mostrou que é possível ser feliz longe de casa
P- Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Júnior Anjos - Dormir, zoar nas redes sociais, ouvir música, estudar e invadir a cozinha pra tentar pilotar o fogão.
*Se você quer conhecer um pouco mais o Júnior Anjos converse com ele no Twitter @JUNIOR_ANJOS

Agência Brasil
Um estudo nacional revelou que 9,8% das jovens entre 15 e 24 anos atendidas em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) foram diagnosticadas com infecção por clamídia e 4% delas também tiveram resultado positivo para gonorreia. O estudo foi feito pelo Centro de Referência e Treinamento em CRT/DST-Aids, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e abrangeu 2.071 jovens, das cinco regiões do país.
A clamídia é uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, que pode infectar homens e mulheres. Pode também ser transmitida da mãe para o bebê na passagem pelo canal do parto. Atinge a uretra os órgãos genitais, podendo chegar à região anal, à faringe e causar doenças pulmonares. Pode ainda causar infertilidade masculina e feminina, além de aumentar de três a seis vezes o risco da infecção pelo HIV.
De acordo com o coordenador do estudo no CRT/DST-Aids, Valdir Monteiro Pinto, a infecção pode não apresentar sintomas em até 80% das mulheres e em 50% dos homens. Quando existem sintomas, os mais comuns são dor ou ardor ao urinar, aumento do número de micções, presença de secreção fluida em homens e mulheres, e somente nas mulheres perda de sangue nos intervalos do período menstrual, dor durante as relações sexuais, dor no baixo ventre e doença inflamatória pélvica.
"A mulher infectada pela Chlamyda trachomatis durante a gestação está mais sujeita a partos prematuros e a abortos. Nos casos de transmissão vertical, na hora do parto, o recém-nascido corre o risco de desenvolver um tipo de conjuntivite e pneumonia", disse o médico.
De acordo com as informações do médico, não há vacina contra a clamídia e a única forma de prevenção é o sexo seguro com o uso de preservativos. O tratamento é feito com antibióticos específicos e deve incluir o tratamento do parceiro ou parceira para garantir a cura e evitar nova infecção.

Agência Brasil 
 
A partir de fevereiro de 2012, os consumidores brasileiros pagarão menos ao fazer ligações telefônicas de aparelho fixo para celular. A decisão foi aprovada ontem (27) pelo Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A ideia é que até 2014 os usuários economizem em torno de 45% devido à redução das tarifas.
Na prática, segundo a Anatel, a queda será de aproximadamente 10% no valor de cada ligação. Mas, aos poucos, os usuários vão pagar cada vez menos, de acordo com a agência. O objetivo é que o próximo reajuste chegue a 12%. No total, a Anatel pretende promover a redução em três etapas. A última deve ficar em 7%.
Atualmente os consumidores pagam, em média, R$ 0,54 por ligação de telefone fixo para móvel. A ideia é que em 2012 eles passem a pagar R$ 0,48. Depois, em 2013, paguem R$ 0,44 e, em 2014, R$ 0,425.
A agência informou que a decisão sobre as novas tarifas será publicada em, no máximo, 80 dias. A partir da publicação, as empresas de telefonia terão 20 dias para a execução da medida. Caso a decisão não seja cumprida, a Anatel tomará providências em relação a essas empresas.

Fonte Ibope
Artigo publicado na revista Imprensa do mês de outubro de 2011
A parcela da população brasileira entre 65 e 75 anos corresponde a 6% ou 4.3 milhões de pessoas, segundo pesquisa do Target Group Index. A maioria é do sexo feminino (59%), casada (48%) e apesar de grande parte já estar aposentada (65%), não é pequeno o percentual dos que ainda trabalham (18%) ou daqueles que declararam ter realizado algum trabalho voluntário nos últimos três meses (12%).

Fonte: Blog da UMES Natal
A Etapa Estadual do Congresso da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, que será realizada em conjunto com o 14º Congresso da APES, na cidade de Montanhas, dias 5 e 6 de novembro, será a maior de todas na história do Rio Grande do Norte. Com 190 mil estudantes mobilizados na base durante os últimos 2 meses, o fórum máximo de deliberação dos secundaristas potiguares será o mais representativo.
"Ao longo dos últimos dois meses, 27 cidades elegeram representantes, mobilizando, ao todo, 190.306 estudantes, um número expressivo e que nos permite afirmar que estamos diante da maior etapa estadual da UBES já realizada no Rio Grande do Norte. Serão 359 escolas com representantes para o Congresso", afirmou o Diretor Regional da UBES, Pedro Henrique.
O presidente da UMES Natal, Whanderley Costa, comemorou os números. "Estamos muito animados porque teremos um Congresso com muitos estudantes, mas também porque teremos 5 organizações juvenis participando, debatendo e construindo opinião sobre os mais diversos temas. Será um Congresso grande e de muita qualidade política", disse ele.
Etapa Estadual marcará reorganização da APES
Durante a Etapa Estadual serão eleitos os delegados que representarão o Rio Grande do Norte na Etapa Nacional do Congresso da UBES, que ocorrerá em dezembro, na cidade de São Paulo. Além disso, será eleita a próxima diretoria da APES, entidade estudantil mais antiga do país e que teve à sua frente o primeiro presidente da história da UBES, Luís Oliveira Bezerra de Lima.
A abertura será às 9 horas do sábado, no Ginásio Municipal, com a participação da prefeita, Letinha; do subsecretário estadual de juventude, Rafael Motta; do secretário-adjunto da juventude de Natal, Bruno Anderson; Moacir Soares, presidente da CTB-RN; Ramon Alves, Diretor Regional da UNE, além das organizações de juventude do PT, PMDB, PSB e a UJS.
O encerramento será ao meio-dia, com a eleição dos delegados à Etapa Nacional e da nova diretoria da Associação Potiguar dos Estudantes Secundaristas. A cobertura será feita pelo fotógrafo Canindé Soares.
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