6.2.11
5.2.11
De acordo com o Pyxis, ferramenta de potencial de mercado do IBOPE Inteligência, o brasileiro deve gastar no ano cerca de R$ 700, em média, no varejo de vestuário, calçados e acessórios
Do IBOPE Inteligência, Notícias
A São Paulo Fashion Week terminou nesta semana mas os negócios no segmento da moda estão apenas começando. De acordo com as estimativas do Pyxis, ferramenta de dimensionamento do mercado de coonsumo do IBOPE Inteligência, o varejo de moda deverá movimentar este ano aproximadamente R$ 136 bilhões.
Anualmente, o Pyxis gera estimativas de potencial de consumo para o varejo em 50 diferentes grupos de produtos. A estimativa de consumo para o varejo de moda inclui artigos como vestuário, calçados e acessórios.
De acordo com o estudo, o segmento de vestuário feminino, masculino e infantil movimentará em 2011 cerca de R$ 95 bilhões, representando um consumo per capita de R$ 492 ao ano.
Já no segmento de calçados e acessórios (incluindo bolsas, malas e outros), o potencial de consumo projetado para o ano é de R$ 40,6 bilhões em todo o Brasil. O consumo per capita dessa categoria é estimado em R$ 210.
Somadas, as duas categorias da moda movimentarão no ano R$ 135,6 milhões, representando um gasto de R$ 702 por pessoa.
Potencial de consumo por classe
A classe B deverá ser responsável pela maior parcela deste consumo: R$ 56,3 bilhões (42% do consumo total de moda). De acordo com o Critério Brasil, a classe B representa atualmente 24% das famílias que residem na área urbana e apresentam renda média familiar aproximada entre R$ 3.000 e R$ 12.000.
Embora a classe C tenha chegado muito perto da B em volume de consumo, ela ainda não conseguiu superá-la e deve representar aproximadamente 39% do potencial total do consumo de moda este ano (R$ 52,3 bilhões). Ela corresponde a 50% das famílias que residem em área urbana e têm renda mensal aproximada entre R$ 700 e R$ 2.999.
Correspondendo a um dos segmentos mais desejados pelo varejo de moda, a classe A deverá gastar em 2011 R$ 18,1 bilhões com roupas, calçados e acessórios. Este grupo representa apenas 2,5% das famílias brasileiras (população urbana) e tem renda média mensal superior a R$ 12.000.
As classes DE compõem o menor grupo de consumo para varejo de moda. O volume deste grupo neste ano deverá ficar em torno de R$ 8,8 bilhões e, provavelmente, parte deste será absorvido pelo comércio informal. As classes DE representam 24% das famílias residentes em áreas urbana e têm renda média mensal inferior a R$ 700.
| Classe | Número de domicílios em área urbana | % Domicílios | Potencial de consumo para varejo de moda - 2011 | % Potencial de consumo |
| A | 1.269.475 | 2,5% | R$ 18,1 bilhões | 13,3% |
| B | 11.800.129 | 23,5% | R$ 56,3 bilhões | 41,5% |
| C | 25.275.888 | 50,4% | R$ 52,4 bilhões | 38,6% |
| DE | 11.853.982 | 23,6% | R$ 8,8 bilhões | 6,5% |
| Total | 50.199.474 | 100,00% | R$ 135,6 bilhões | 100,00% |
Potencial de consumo por região
Geograficamente, o maior do potencial de consumo estimado para o varejo de moda está concentrado na região Sudeste: 54% do volume total do mercado deverá ser comercializado nesta região. O Estado de São Paulo sozinho representa 31% do potencial total.
As regiões Sul e Nordeste dividem o segundo lugar, cada uma delas com aproximadamente 16% do mercado total. O que muda na comparação entre os dois mercados, no entanto, é o consumo per capita que é muito maior na região Sul.
| Região | Potencial de consumo para varejo de moda - 2011 | %Potencial consumo | Consumo per capita |
| Norte | R$ 7,7 bilhões | 5,6% | R$ 472 |
| Nordeste | R$ 21,7 bilhões | 16,0% | R$ 404 |
| Sudeste | R$ 73,0 bilhões | 53,9% | R$ 899 |
| Sul | R$ 22,1 bilhões | 16,3% | R$ 799 |
| Centro oeste | R$ 11,1 bilhões | 8,2% | R$ 775 |
| Total | R$ 135,6 bilhões | 100,00% | R$ 702 |
Sobre o Pyxis
O Pyxis é uma base de dados que apresenta o potencial de consumo (demanda) por família ou grupo de produtos de todos os municípios brasileiros. Esta base permite ao usuário identificar diferenças entre os 16 setores disponibilizados, as quatro classes sócio-econômicas (A, B, C, D/E) e os 50 grupos de produtos.
A partir de agora, banqueiros podem quebrar e ainda assim preservar seu patrimônio
Leonardo Attuch, ISTOÉ
Há décadas, o empresário Senor Abravanel é um dos homens mais admirados do Brasil. Ex-camelô, ele construiu no imaginário nacional a imagem do empreendedor que veio de baixo e ergueu um império graças ao próprio esforço.
Com o passar do tempo, o filho de imigrantes assumiu uma nova identidade, a do carismático apresentador Silvio Santos. Um homem que, durante muitos anos, também foi o maior contribuinte do Imposto de Renda pessoa física do País.
Três meses atrás, quando foi anunciado um rombo de R$ 2,5 bilhões no PanAmericano, essa admiração cresceu ainda mais, quando Silvio entregou todo seu patrimônio pessoal em garantia a um empréstimo do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que permitiria o resgate do banco.
E o discurso do governo, capitaneado por Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central, veio na linha do “nunca antes na história deste país” um empresário demonstrou tanto desprendimento e desapego ao dinheiro.
Na semana passada, descobriu-se que o rombo do PanAmericano era ainda maior: em vez de R$ 2,5 bilhões, inacreditáveis R$ 4 bilhões. E Silvio, que já não tinha mais patrimônio para oferecer em garantia, fez o maior negócio de sua vida.
Sinalizou ao Banco Central que não faria qualquer movimento para impedir a quebra e a liquidação do banco. Imediatamente, o FGC e o governo, alegando “risco sistêmico”, começaram a se mexer.
O Fundo ampliou os empréstimos ao banco, a Caixa Econômica Federal abriu um “cheque especial” de R$ 7 bilhões para o PanAmericano e, assim, foi possível encontrar um comprador: o BTG Pactual, do banqueiro André Esteves.
Na prática, Silvio Santos conseguiu trocar um banco falido pelo resgate de todo seu patrimônio, uma vez que as garantias foram liberadas. Mais ou menos o que ele fazia nos seus programas de auditório, quando um telespectador, preso a uma cabine, podia trocar uma bicicleta quebrada por uma pequena fortuna.
Silvio fez o que qualquer empresário faria, mas o fato é que a solução encontrada no seu caso abre o que os economistas chamam de risco moral. A partir de agora, um banqueiro pode quebrar e ainda assim salvar seu patrimônio.
Não custa lembrar que, há poucos dias, Edemar Cid Ferreira, que tem um filho casado com uma filha de Silvio, foi despejado de sua mansão – e o rombo anunciado pelo Banco Central no Banco Santos era bem menor do que o do PanAmericano. O dono do Baú da Felicidade, certamente, contava com mais reputação e poder de influência.
E encontrou a sua porta da esperança num baú muito mais fundo.
David de Medeiros Leite nasceu em 17 de junho de 1966, em Mossoró/RN. É bacharel em administração e em direito. Possui pós-graduação em administração. Advogado e professor da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte.
O poema foi publicado em LITERATURA – Revista do Escritor Brasileiro, Ano XVI, Nov. 2006/ Abr. 2007, N. 33, editada pelo contista, poeta e crítico Nilton Maciel.
MULHERES DO RIO DO FOGO
Existe um encontro diário entre o mar
E as mulheres do Rio do Fogo.
O mar oferece algas marinhas,
as mulheres as buscam na praia.
Pela praia, elas seguem catando
as algas e cantando mágoas.
O mar responde
com o murmúrio das ondas.
A música delas fala da vida,
de seus problemas e dilemas.
A sinfonia do mar é acalanto.
As algas são importantes para as mulheres.
As mulheres são vitais para o mar.
Dia após dia, maré após maré,
o mar não descansa,
e as mulheres não cansam.
As mulheres tiram
das águas seus sustentos.
O mar recebe, em troca,
a companhia amiga.
Algumas esperam, na mesma praia,
que o mar Devolva seus companheiros.
E eles voltam, crestados pelo sol.
com peixes e saudades.
Chamam-nas “marisqueiras”.
Marisqueiras da praia do Rio do Fogo.
Mas, em verdade, em verdade,
elas são mulheres! Mulheres valentes!
Mulheres do Mar, do Rio, do Fogo.
Entrevista 10 x 140

Perfil de Josângela Bezerra da Silva - Santa Cruz/RN, solteira, Socióloga e Cientista Política, Consultora Ambiental, Sec, d Juventude do PCdoB/RN, adoro cinema, musica, esportes.
P- Você é secretária estadual de juventude do PCdoB/RN. Qual a política do partido para a juventude potiguar?
Josângela Bezerra – A palavra de ordem do PCdoB no RN é mobilizar, organizar a juventude e formar novos quadros políticos no estado.
P- O que é ser um jovem comunista nos dias de hoje?
Josângela Bezerra – É ter convicção de que a história pode ser construída por homens e mulheres que não tem medo de lutar.
P- Quando você começou a militância política e o que a motivou?
Josângela Bezerra – O desejo de mudar o mundo a começar pela realidade em que eu estava inserida a escola pública.
P- A juventude potiguar tem uma militância política forte?
Josângela Bezerra – Não, infelizmente a juventude do RN é apática e reacionária, para a maioria dos jovens não se sentem responsáveis pelo nem futuro do Brasil.
P- Fale um pouco de seu trabalho como Consultora Ambiental.
Josângela Bezerra – Estamos trabalhando para implantação de cinco parques eólicos no RN como socióloga analiso os impactos do empreendimento no meio antrópico.
P- Você se formou onde e quando? O curso foi bom?
Josângela Bezerra – Sou apaixonada pela área das Ciências Sociais. Aprendi a sair da matrix. Sou graduada pela UFRN desde 2009.
P- Como Socióloga e Cientista Política que análise você faz do resultado eleitoral no RN em 2010?
Josângela Bezerra – Um retrocesso. Nosso legislativo é um revezamento de pais e filhos extremamente atrasado. No executivo retomada das forças conservadoras
P- O que é o Twitter para você?
Josângela Bezerra – Como mídia social uma teia de possibilidades. Significa conectividade entre os mundos, uma ferramenta capaz de fazer revoluções (Egito)
P- Você pratica esportes? Qual o seu time de coração no RN?
Josângela Bezerra – Faço musculação e adoro correr ao ar livre. Na minha família ser Americano é genético. Tenho paixão pelo América de Natal. Se prepara BC.
P- Quando não está trabalhando ou na militância política o que você mais gosta de fazer?
Josângela Bezerra - Adoro ouvir musica e ir ao cinema, mesmo sozinha. Gosto de ler e de sair com meus amigos, beber uma boa caipirinha e jogar conversa fora.
*Se você quer conhecer um pouco mais a Josângela Bezerra converse com ela no Twitter @josangela_
4.2.11
Estado de São Paulo
Um taxista brasileiro que imita o cantor americano Michael Jackson (1958-2009) ganhou destaque na imprensa internacional após virar sensação na internet. Jean Walker canta para alegrar seus passageiros em Belo Horizonte.
A interpretação de Jean Walker, de Belo Horizonte (MG), da canção Billie Jean foi descrita como "impressionante" e "afinadíssima" pelo tabloide britânico The Sun, enquanto o site americano TMZ disse que ele merecia uma ótima gorjeta.
Já o site da respeitada revista de música Billboard afirma que "a voz de Michael Jackson ainda vive em um taxista brasileiro".
Sucesso na rede
O taxista se transforma no rei do pop para uma apresentação. Jean Walker é fã do rei do pop desde os seis anos de idade e já tinha produzido alguns vídeos cantando músicas de Michael, mas sem grande exposição ao público.
No ano passado ele se uniu ao dançarino Ricardo Walker, que também faz cover de Michael Jackson, para a realização de shows.
Jean Walker é fã do rei do pop desde os seis anos de idade e já tinha produzido alguns vídeos cantando músicas de Michael Jackson, mas sem grande exposição para o público.
No ano passado ele se uniu ao dançarino Ricardo Walker, que também faz cover de Michael Jackson, para a realização de shows.
