CALANGOTANGO não é um blog do mundo virtual. Não é uma opinião, uma personalidade ou uma pessoa. É a diversidade de idéias e mãos que se juntam para fazer cidadania com seriedade e alegria.

Sávio Ximenes Hackradt

6.2.11

Artigo

Jornalista - Fábio Farias

Uma notícia chama a atenção. Micarla antecipa sua volta ao poder. A prefeita, que teria mais 15 dias de descanso depois da cirurgia, em São Paulo, adiou as férias. O motivo alegado pelos jornais e por colunistas é o temor dela perder o cargo. Um suposto movimento havia começado e pedia: fica Paulinho Freire. Isto estaria preocupando a prefeita.
Está claro: alguns jornalistas gostam de fazer o joguinho político. Querem golpe. Bastou uma “campanha” tímida que pedia a permanência de Paulinho nas redes sociais, ajustes políticos aqui e acolá e o que temos? Um factóide.
Se fizer uma pesquisa entre todos os que querem Micarla fora da prefeitura é fácil de perceber: o natalense não quer nem Paulinho Freire, nem Micarla de Sousa. Ele quer gestão, competência e alguém que possa organizar o caos administrativo que a cidade passa.

Artigo - Sociedade, Meio Ambiente e Cidadania

Marígia Tertuliano - Profª da UNP

A pane energética que atingiu alguns estados do Nordeste evidenciou a importância de um movimento que toma corpo, através das redes sociais - a difusão da informação em tempo real e o pautar da notícia por cidadãos comuns.
Nas redes sociais, há a valorização dos elos informais e das relações, em detrimento das estruturas hierárquicas.
Na sociedade das redes - terminologia de Manuel Castells -, o associativismo localizado (ONGs comunitárias e associações locais) ou setorizado (ONGs feministas, ecologistas, étnicas, e outras) ou, ainda, os movimentos sociais de base locais (de moradores, sem teto, sem terra, etc.) percebem cada vez mais a necessidade de se articularem com outros grupos com a mesma identidade social ou política, a fim de ganhar visibilidade, produzir impacto na esfera pública e obter conquistas para a cidadania, como afirma Isle Warren, pesquisadora da UFSC.


5.2.11

d
Silas e Antônia são casados, mas foram eleitos por Estados diferentes. Eles colecionam problemas na Justiça
Leonel Rocha, ÉPOCA
Os deputados Silas Câmara e Antônia Lúcia no plenário da Câmara, na semana passada. Eles fazem tudo juntos, mas se separaram para se candidatarA deputada federal estreante Antônia Lúcia e o deputado federal Silas Câmara, reeleito para o quarto mandato, têm muito em comum.
Eles são evangélicos, líderes da Assembleia de Deus e filiados ao mesmo partido, o PSC. Casados, moram na mesma casa, em Manaus. A única diferença é que foram eleitos por Estados diferentes: ele pelo Amazonas, ela pelo Acre.
O caso pode parecer estranho, mas é formalmente legal. Foi a maneira encontrada para driblar a lei. Se tivessem o título de eleitor no mesmo Estado, não poderiam ser candidatos ao mesmo cargo. Em Brasília, vão morar juntos, no apartamento funcional ocupado por Silas. Mesmo assim, ela não abriu mão do auxílio-moradia de R$ 2.500 por mês.
O truque do registro em outro Estado e a apropriação questionável dos R$ 2.500 são as dúvidas mais leves que pairam sobre o casal. Antônia responde a sete ações no Acre: compra de voto, falsidade ideológica, fraude processual, formação de quadrilha, peculato, uso de caixa dois e falso testemunho.
Um pedido de prisão preventiva chegou a ser aprovado em 2010. Os desembargadores entenderam que ela tinha fornecido endereço falso para se livrar de intimações e atrasar processos. Entre eles está um em que é acusada de distribuir 1.200 litros de combustível numa carreata.
Silas não é menos enrolado. Ele foi investigado pela Polícia Federal (PF) a pedido da Justiça Eleitoral do Amazonas. Escutas desvendaram as peripécias do casal nas campanhas simultâneas.
O caso mais grave foi em setembro, quando a PF prendeu Heber e Milena Câmara, filhos do casal que estavam com R$ 475 mil sem origem declarada. O Ministério Público diz que o dinheiro tinha sido enviado pelo marido, do Amazonas, para a campanha da mulher, no Acre. Seria gasto com a compra de votos e despesas de caixa dois.
As escutas mostram que Antônia e Silas se assustaram, mas não se intimidaram com a prisão dos filhos. Por telefone, ela deu a notícia ao marido: “Nossos dois filhos foram presos na PF”. Ele perguntou sobre a acusação. Resposta: “Não sei. Pode (ser o) dinheiro?”. Silas concluiu: “Pode. Estou orando que não seja”. A oração não funcionou. A prisão foi mesmo por causa do dinheiro.
Há dez anos, Silas é réu em um processo que corre em segredo no Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2009, também foi denunciado por falsidade ideológica e uso de um RG falso em procurações e alterações de contratos sociais de uma empresa da qual era sócio. Se for condenado, perde o mandato e pode pegar até cinco anos de prisão.
Silas e Antônia têm quatro filhos. Os mais velhos dirigem a TV Boas Novas e uma rede de rádio no Amazonas e no Acre. É o maior conglomerado de comunicação evangélica do Norte, mas Silas e Antônia não constam como dirigentes.
Segundo a PF, o casal usava as emissoras ilegalmente para fazer campanha. Silas cometeu outras ilegalidades que podem resultar em cassação. Entre elas, permitiu que a mulher usasse um celular da Câmara na campanha.
Questionado sobre as denúncias, o casal respondeu por meio de uma nota única, como se fosse uma entidade. Eles dizem que o dinheiro apreendido com os filhos não era deles. Sobre o processo no STF, Silas alega inocência. “As acusações têm origem em denúncias absolutamente improcedentes, maquinadas há mais de dez anos por adversário político com interesses paroquiais”, diz.
Por Noam Chomsky, no jornal britânico Guardian

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu

“O mundo árabe em chamas”, a rede Al-Jazeera noticiou semana passada, enquanto em toda a região os aliados ocidentais “rapidamente perdem influência”. A onda de choque foi posta em movimento pelo levante dramático na Tunísia, que derrubou ditador apoiado pelo Ocidente, com reverberações sobretudo no Egito, onde manifestantes desafiam a polícia brutal de outro ditador.
Observadores já compararam ao fim do domínio soviético em 1989, mas há diferenças importantes. Diferença crucial, não há Mikhail Gorbachev entre as grandes potências que apoiam ditadores árabes. Em vez disso, Washington e seus aliados mantêm o bem fixado princípio segundo o qual a democracia só interessa quando atende a determinados objetivos estratégicos e econômicos: bem vinda em território inimigo (até certo ponto), mas nunca no quintal dos EUA, por favor, a menos que chegue devidamente domada.

De acordo com o Pyxis, ferramenta de potencial de mercado do IBOPE Inteligência, o brasileiro deve gastar no ano cerca de R$ 700, em média, no varejo de vestuário, calçados e acessórios

Do IBOPE Inteligência, Notícias

A São Paulo Fashion Week terminou nesta semana mas os negócios no segmento da moda estão apenas começando. De acordo com as estimativas do Pyxis, ferramenta de dimensionamento do mercado de coonsumo do IBOPE Inteligência, o varejo de moda deverá movimentar este ano aproximadamente R$ 136 bilhões.

Anualmente, o Pyxis gera estimativas de potencial de consumo para o varejo em 50 diferentes grupos de produtos. A estimativa de consumo para o varejo de moda inclui artigos como vestuário, calçados e acessórios.

De acordo com o estudo, o segmento de vestuário feminino, masculino e infantil movimentará em 2011 cerca de R$ 95 bilhões, representando um consumo per capita de R$ 492 ao ano.

Já no segmento de calçados e acessórios (incluindo bolsas, malas e outros), o potencial de consumo projetado para o ano é de R$ 40,6 bilhões em todo o Brasil. O consumo per capita dessa categoria é estimado em R$ 210.

Somadas, as duas categorias da moda movimentarão no ano R$ 135,6 milhões, representando um gasto de R$ 702 por pessoa.

Potencial de consumo por classe

A classe B deverá ser responsável pela maior parcela deste consumo: R$ 56,3 bilhões (42% do consumo total de moda). De acordo com o Critério Brasil, a classe B representa atualmente 24% das famílias que residem na área urbana e apresentam renda média familiar aproximada entre R$ 3.000 e R$ 12.000.

Embora a classe C tenha chegado muito perto da B em volume de consumo, ela ainda não conseguiu superá-la e deve representar aproximadamente 39% do potencial total do consumo de moda este ano (R$ 52,3 bilhões). Ela corresponde a 50% das famílias que residem em área urbana e têm renda mensal aproximada entre R$ 700 e R$ 2.999.

Correspondendo a um dos segmentos mais desejados pelo varejo de moda, a classe A deverá gastar em 2011 R$ 18,1 bilhões com roupas, calçados e acessórios. Este grupo representa apenas 2,5% das famílias brasileiras (população urbana) e tem renda média mensal superior a R$ 12.000.

As classes DE compõem o menor grupo de consumo para varejo de moda. O volume deste grupo neste ano deverá ficar em torno de R$ 8,8 bilhões e, provavelmente, parte deste será absorvido pelo comércio informal. As classes DE representam 24% das famílias residentes em áreas urbana e têm renda média mensal inferior a R$ 700.

Classe

Número de domicílios em área urbana

% Domicílios

Potencial de consumo para varejo de moda - 2011

% Potencial de consumo

A

1.269.475

2,5%

R$ 18,1 bilhões

13,3%

B

11.800.129

23,5%

R$ 56,3 bilhões

41,5%

C

25.275.888

50,4%

R$ 52,4 bilhões

38,6%

DE

11.853.982

23,6%

R$ 8,8 bilhões

6,5%

Total

50.199.474

100,00%

R$ 135,6 bilhões

100,00%

Potencial de consumo por região

Geograficamente, o maior do potencial de consumo estimado para o varejo de moda está concentrado na região Sudeste: 54% do volume total do mercado deverá ser comercializado nesta região. O Estado de São Paulo sozinho representa 31% do potencial total.

As regiões Sul e Nordeste dividem o segundo lugar, cada uma delas com aproximadamente 16% do mercado total. O que muda na comparação entre os dois mercados, no entanto, é o consumo per capita que é muito maior na região Sul.


Região

Potencial de consumo para varejo de moda - 2011

%Potencial consumo

Consumo per capita

Norte

R$ 7,7 bilhões

5,6%

R$ 472

Nordeste

R$ 21,7 bilhões

16,0%

R$ 404

Sudeste

R$ 73,0 bilhões

53,9%

R$ 899

Sul

R$ 22,1 bilhões

16,3%

R$ 799

Centro oeste

R$ 11,1 bilhões

8,2%

R$ 775

Total

R$ 135,6 bilhões

100,00%

R$ 702

Sobre o Pyxis

O Pyxis é uma base de dados que apresenta o potencial de consumo (demanda) por família ou grupo de produtos de todos os municípios brasileiros. Esta base permite ao usuário identificar diferenças entre os 16 setores disponibilizados, as quatro classes sócio-econômicas (A, B, C, D/E) e os 50 grupos de produtos.

A partir de agora, banqueiros podem quebrar e ainda assim preservar seu patrimônio

Leonardo Attuch, ISTOÉ

Há décadas, o empresário Senor Abravanel é um dos homens mais admirados do Brasil. Ex-camelô, ele construiu no imaginário nacional a imagem do empreendedor que veio de baixo e ergueu um império graças ao próprio esforço.

Com o passar do tempo, o filho de imigrantes assumiu uma nova identidade, a do carismático apresentador Silvio Santos. Um homem que, durante muitos anos, também foi o maior contribuinte do Imposto de Renda pessoa física do País.

Três meses atrás, quando foi anunciado um rombo de R$ 2,5 bilhões no PanAmericano, essa admiração cresceu ainda mais, quando Silvio entregou todo seu patrimônio pessoal em garantia a um empréstimo do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que permitiria o resgate do banco.

E o discurso do governo, capitaneado por Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central, veio na linha do “nunca antes na história deste país” um empresário demonstrou tanto desprendimento e desapego ao dinheiro.

Na semana passada, descobriu-se que o rombo do PanAmericano era ainda maior: em vez de R$ 2,5 bilhões, inacreditáveis R$ 4 bilhões. E Silvio, que já não tinha mais patrimônio para oferecer em garantia, fez o maior negócio de sua vida.

Sinalizou ao Banco Central que não faria qualquer movimento para impedir a quebra e a liquidação do banco. Imediatamente, o FGC e o governo, alegando “risco sistêmico”, começaram a se mexer.

O Fundo ampliou os empréstimos ao banco, a Caixa Econômica Federal abriu um “cheque especial” de R$ 7 bilhões para o PanAmericano e, assim, foi possível encontrar um comprador: o BTG Pactual, do banqueiro André Esteves.

Na prática, Silvio Santos conseguiu trocar um banco falido pelo resgate de todo seu patrimônio, uma vez que as garantias foram liberadas. Mais ou menos o que ele fazia nos seus programas de auditório, quando um telespectador, preso a uma cabine, podia trocar uma bicicleta quebrada por uma pequena fortuna.

Silvio fez o que qualquer empresário faria, mas o fato é que a solução encontrada no seu caso abre o que os economistas chamam de risco moral. A partir de agora, um banqueiro pode quebrar e ainda assim salvar seu patrimônio.

Não custa lembrar que, há poucos dias, Edemar Cid Ferreira, que tem um filho casado com uma filha de Silvio, foi despejado de sua mansão – e o rombo anunciado pelo Banco Central no Banco Santos era bem menor do que o do PanAmericano. O dono do Baú da Felicidade, certamente, contava com mais reputação e poder de influência.

E encontrou a sua porta da esperança num baú muito mais fundo.

David de Medeiros Leite nasceu em 17 de junho de 1966, em Mossoró/RN. É bacharel em administração e em direito. Possui pós-graduação em administração. Advogado e professor da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte.

O poema foi publicado em LITERATURA – Revista do Escritor Brasileiro, Ano XVI, Nov. 2006/ Abr. 2007, N. 33, editada pelo contista, poeta e crítico Nilton Maciel.


MULHERES DO RIO DO FOGO

Existe um encontro diário entre o mar

E as mulheres do Rio do Fogo.

O mar oferece algas marinhas,

as mulheres as buscam na praia.

Pela praia, elas seguem catando

as algas e cantando mágoas.

O mar responde

com o murmúrio das ondas.

A música delas fala da vida,

de seus problemas e dilemas.

A sinfonia do mar é acalanto.

As algas são importantes para as mulheres.

As mulheres são vitais para o mar.

Dia após dia, maré após maré,

o mar não descansa,

e as mulheres não cansam.

As mulheres tiram

das águas seus sustentos.

O mar recebe, em troca,

a companhia amiga.

Algumas esperam, na mesma praia,

que o mar Devolva seus companheiros.

E eles voltam, crestados pelo sol.

com peixes e saudades.

Chamam-nas “marisqueiras”.

Marisqueiras da praia do Rio do Fogo.

Mas, em verdade, em verdade,

elas são mulheres! Mulheres valentes!

Mulheres do Mar, do Rio, do Fogo.

Entrevista 10 x 140

Perfil de Josângela Bezerra da Silva - Santa Cruz/RN, solteira, Socióloga e Cientista Política, Consultora Ambiental, Sec, d Juventude do PCdoB/RN, adoro cinema, musica, esportes.

P- Você é secretária estadual de juventude do PCdoB/RN. Qual a política do partido para a juventude potiguar?

Josângela Bezerra – A palavra de ordem do PCdoB no RN é mobilizar, organizar a juventude e formar novos quadros políticos no estado.

P- O que é ser um jovem comunista nos dias de hoje?

Josângela Bezerra – É ter convicção de que a história pode ser construída por homens e mulheres que não tem medo de lutar.

P- Quando você começou a militância política e o que a motivou?

Josângela Bezerra – O desejo de mudar o mundo a começar pela realidade em que eu estava inserida a escola pública.

P- A juventude potiguar tem uma militância política forte?

Josângela Bezerra – Não, infelizmente a juventude do RN é apática e reacionária, para a maioria dos jovens não se sentem responsáveis pelo nem futuro do Brasil.

P- Fale um pouco de seu trabalho como Consultora Ambiental.

Josângela Bezerra – Estamos trabalhando para implantação de cinco parques eólicos no RN como socióloga analiso os impactos do empreendimento no meio antrópico.

P- Você se formou onde e quando? O curso foi bom?

Josângela Bezerra – Sou apaixonada pela área das Ciências Sociais. Aprendi a sair da matrix. Sou graduada pela UFRN desde 2009.

P- Como Socióloga e Cientista Política que análise você faz do resultado eleitoral no RN em 2010?

Josângela Bezerra – Um retrocesso. Nosso legislativo é um revezamento de pais e filhos extremamente atrasado. No executivo retomada das forças conservadoras

P- O que é o Twitter para você?

Josângela Bezerra – Como mídia social uma teia de possibilidades. Significa conectividade entre os mundos, uma ferramenta capaz de fazer revoluções (Egito)

P- Você pratica esportes? Qual o seu time de coração no RN?

Josângela Bezerra – Faço musculação e adoro correr ao ar livre. Na minha família ser Americano é genético. Tenho paixão pelo América de Natal. Se prepara BC.

P- Quando não está trabalhando ou na militância política o que você mais gosta de fazer?

Josângela Bezerra - Adoro ouvir musica e ir ao cinema, mesmo sozinha. Gosto de ler e de sair com meus amigos, beber uma boa caipirinha e jogar conversa fora.

*Se você quer conhecer um pouco mais a Josângela Bezerra converse com ela no Twitter @josangela_

4.2.11

Estado de São Paulo

Um taxista brasileiro que imita o cantor americano Michael Jackson (1958-2009) ganhou destaque na imprensa internacional após virar sensação na internet. Jean Walker canta para alegrar seus passageiros em Belo Horizonte.

A interpretação de Jean Walker, de Belo Horizonte (MG), da canção Billie Jean foi descrita como "impressionante" e "afinadíssima" pelo tabloide britânico The Sun, enquanto o site americano TMZ disse que ele merecia uma ótima gorjeta.

Já o site da respeitada revista de música Billboard afirma que "a voz de Michael Jackson ainda vive em um taxista brasileiro".

Sucesso na rede

O taxista se transforma no rei do pop para uma apresentação. Jean Walker é fã do rei do pop desde os seis anos de idade e já tinha produzido alguns vídeos cantando músicas de Michael, mas sem grande exposição ao público.

No ano passado ele se uniu ao dançarino Ricardo Walker, que também faz cover de Michael Jackson, para a realização de shows.

Jean Walker é fã do rei do pop desde os seis anos de idade e já tinha produzido alguns vídeos cantando músicas de Michael Jackson, mas sem grande exposição para o público.

No ano passado ele se uniu ao dançarino Ricardo Walker, que também faz cover de Michael Jackson, para a realização de shows.



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