CALANGOTANGO não é um blog do mundo virtual. Não é uma opinião, uma personalidade ou uma pessoa. É a diversidade de idéias e mãos que se juntam para fazer cidadania com seriedade e alegria.

Sávio Ximenes Hackradt

8.2.11

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM), eleita com o apoio decisivo do senador e ministro da previdência Garibaldi Alves Filho (PMDB), nesses 39 dias de governo não fez outra coisa a não ser olhar para o governo anterior de Wilma/Iberê.
É tão clara essa percepção, que o senador e ministro Garibaldi Alves já declarou à imprensa que não se deve ficar olhando para trás e sim para a frente.
O Jornal de Hoje do dia 07/02, nas suas páginas dois e três, mais uma vez destaca a diferença de visão política entre Rosalba e Garibaldi. A manchete da página dois do JH diz: “Walter concorda com Garibaldi: Governo não deve apenas olhar para o passado”. Na página três também em manchete o JH diz: “Rosalba sobre Beira-Mar em Mossoró: É o presente que Wilma de Faria deu ao RN”.
Ora, uma grande bobagem dita pela governadora, uma frase de efeito para repercussão política nas manchetes dos jornais.
Que o governo Wilma/Iberê deixou sérios problemas no Estado, todo mundo está careca de saber. Cabe ao novo governo enfrentar as dificuldades e indicar soluções.
Essa discussão politiqueira para dar manchetes nos jornais não interessa mais à sociedade. O cidadão potiguar que votou ou não em Rosalba espera que ela apresente soluções reais para os graves problemas do RN.
O resto é conversa fiada!

Agência Brasil
Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) elevaram pela nona semana consecutiva a estimativa para a inflação oficial este ano. A projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) chegou a 5,66%, contra os 5,64% previstos na semana passada.
Para 2012, no entanto, houve redução na estimativa de 4,70% para 4,61%. As expectativas dos analistas são organizadas em uma publicação semanal do BC, com projeções para os principais indicadores da economia.
Essas estimativas estão acima do centro da meta de inflação de 4,5% e dentro do limite superior de 6,5%. Cabe ao BC perseguir a meta de inflação e, para isso, a instituição usa como principal instrumento de controle da demanda de bens e serviços a taxa básica de juros, a Selic. A expectativa dos analistas para essa taxa ao final de 2011 segue em 12,50% ao ano. Atualmente, a taxa Selic está em 11,25% ao ano. Para o fim de 2012, a projeção permanece em 11% ao ano.
A pesquisa também traz projeções para os demais índices de inflação. A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), neste ano, passou 4,96% para 5,43%. Em 2012, a expectativa para esse índice segue em 4,59%.
A estimativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) e para Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), neste ano, foi alterada de 5,96% para 6%. Para 2012, a projeção para o IGP-DI passou de 4,52% para 4,51% e para o IGP-M permanece em 4,5%.
A estimativa dos analistas para os preços administrados permanece em 4,40%, em 2011, e em 4,50%, no próximo ano. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo, entre outros.
Entrevista 10 x 140
Perfil de Carlos Eduardo Alves Emerenciano - Natalense radicado em Brasília, 35 anos, casado, advogado e arquiteto, gosta de cinema, literatura, futebol e política.
P- Há quanto tempo mora em Brasília e trabalha aonde?
Carlos Emerenciano – Moro desde 2003 e trabalho, desde 2009, na Procuradoria-Geral da República, como assessor do Dr. Edilson França. Aprendizado diário.
P- Por que foi morar em Brasília?
Carlos Emerenciano – Vim assessorar o Senador Garibaldi Filho. Experiência de trabalho riquíssima, tanto do ponto de vista profissional como humano. 
P- Você gosta de política. Como é viver na Capital Federal, no centro do poder político?
Carlos Emerenciano – Vivencio a política desde criança. Aqui, adquiri uma visão mais crítica e aprofundada dos acontecimentos políticos. Me despi d radicalismos.
P- Você acredita que o Brasil caminha para se tornar um país desenvolvido e justo socialmente?
Carlos Emerenciano – Confio, desconfiando. Avançamos no combate a miséria, mas a qualidade da educação e a violência urbana desmoralizam qualquer ufanismo.
P- Por quê fez duas graduações (Arquitetura e Direito)?
Carlos Emerenciano – Ingressei em arquitetura adolescente, imaginando mudar o mundo. Mais maduro, busquei complementar minha formação com o direito.
P- Fale um pouco sobre o que você gosta na Arquitetura.
Carlos Emerenciano – Da gama de conhecimentos q envolve a criação do espaço. Aspectos estéticos, estruturais, ambientais, psicológicos, culturais, entre outros.
P- Agora fale sobre o que você gosta no Direito.
Carlos Emerenciano –  Buscar a essência da norma, seu objetivo, os princípios nela inclusos. Ver o direito como instrumento para se buscar a pacificação social.
P- Soube que você vai ser pai em fevereiro do primeiro filho. Fale dessa emoção.
Carlos Emerenciano – Não sei bem como descrevê-la, é intensa. Passamos a amar alguém antes de conhecê-lo. Um presente divino.
P- O que é o Twitter para você?
Carlos Emerenciano – Um “Grande Ponto” virtual, onde podemos expressar nossas opiniões. Oportunidade também de reencontrar os amigos.
P- Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Carlos Emerenciano – Buscar o convívio familiar, dos amigos, ler (obras literárias), ir ao cinema, conversar sobre política e torcer pelo ABC.
*Se você quer conhecer um pouco mais o Carlos Emerenciano converse com ele no Twitter @cemerenciano

7.2.11


Da agênca EFE
A senadora social-democrata flamenga Marleen Temmerman propôs que as mulheres dos negociadores da crise belga declarem uma "greve de sexo" com o objetivo de pressionar um acordo que permita solucionar o bloqueio político no país, que leva mais de meio ano sem Executivo.
Em declarações ao jornal "De Morgen", Temmerman, no Senado desde 2007 e ginecologista de profissão, afirma que "uma greve de sexo poderia funcionar no país, pois é melhor que o cinismo".
A Bélgica vive seu 239º dia sem governo, depois que as eleições do dia 13 de junho do ano passado não alcançaram um acordo entre os sete principais partidos para reformar o Estado e formar uma coalizão de governo.
A senadora, cujos trabalhos de medicina foram publicados no "British Medical Journal", evocou com esta proposta ao mito de Lisistrata, que solucionou assim a batalha entre Atenas e Esparta.
Segundo Temmermans, no Quênia existe um exemplo real que prova que este instrumento pode funcionar.
"Após um ano de mal-entendidos, um movimento de mulheres pediu às esposas dos negociadores para elas não cederem até que se solucionasse o conflito. Uma semana mais tarde, havia um pacto sobre a mesa".
Ao longo destes sete meses, o rei Alberto 2º, um dos poucos elementos de unidade dos belgas, encarregou até seis missões de "conciliação", "mediação", "pré-formação", "esclarecimento" e "informação", para tratar das posições.
*Do Calangotango: A presidenta Dilma bem que podia pedir às mulheres dos parlamentares do PT e do PMDB que fizessem greve de sexo para acabar com a briga fisiológica por cargos no governo.

Por Luciano Martins Costa – do portal Vermelho www.vermelho.org.br/

Sem repercussão nos jornais de circulação nacional, o site especializado em comunicação AdNews colocou no ar, segunda-feira (31 de janeiro), uma reportagem sobre o dilema vivido pela imprensa tradicional diante da necessidade de financiar suas operações online. Sob o título "Nem só de publicidade vive o bom jornalismo", o texto escancara o estado de incerteza que afeta as decisões das empresas jornalísticas.

Representantes dos principais diários do país afirmam que sabem da necessidade de cobrar pelo acesso ao conteúdo através da internet, mas reconhecem que dificilmente conseguirão manter seus leitores online se exigirem pagamento pela leitura de todos os seus conteúdos.
Os gestores da mídia brasileira estão de olho nos resultados do New York Times, que decidiu fechar o acesso gratuito, passando a cobrar uma assinatura mensal de US$ 20 para a leitura de seus conteúdos jornalísticos na interneet.
Por Thomas Henrique de Toledo Stella - Consultor e Professor de História Econômica e Relações Internacionais, Historiador pela FFLCH/USP, Mestre em Desenvolvimento Econômico pelo IE/Unicamp. www.thomasdetoledo.blogspot.com/

A vitória de Dilma sobre o candidato neoliberal José Serra não esgotou a luta política daqueles que acreditam nas transformações do Brasil. Agora a batalha central é para que o governo da nova presidente implante as mudanças que realmente o país precisa. No entanto, a sede por poder e a ganância por cargos do Partido dos Trabalhadores pode vir a atrapalhar a formação de um governo de coalizão que tenha força suficiente para aplacar as reformas essenciais ao país.
Historicamente, o petismo sempre teve a doença do “hegemonismo”. Ou seja, quando ganha uma prefeitura ou um governo, costuma relegar aos seus aliados pequenos nichos de baixo escalão na administração, deixando os cargos centrais aos seus correligionários partidários, e entupindo assim a máquina pública com assessores da miríade de tendências internas petistas. Essa postura está presente, inclusive, em movimentos sociais. A CUT, por exemplo, que nasceu para ser uma “central única” tornou-se uma central petista, pois quaisquer grupos ditos minoritários nunca tiveram espaço para se desenvolverem por acabarem abafados pelo seu campo majoritário.

Entrevista 10 x 140

Perfil de Dianna Carolinne Gurgel de Oliveira – Caicó/RN, 17 anos, estudante do ensino médio, quer estudar Medicina e ser Dermatologista, gosta de esportes, é apaixonada por política.

P- Com 17 anos você já definiu o que quer ser. Por que seguir a Medicina e ser Dermatologista?
Dianna Gurgel – Pelo incentivo que tenho recebido dos familiares, e a adaptação ao ambiente profissional.
P- Qual a escola que você estuda? Ela lhe prepara bem para entrar na faculdade de Medicina?
Dianna Gurgel – Ciências Aplicadas. O ranking da comperv diz que ela está em 1º lugar de aprovação no vestibular, inclusive de Medicina.
P- Como é o mercado de trabalho em geral, para os jovens em Caicó?
Dianna Gurgel – A atual administração não está atendendo a necessidade da população, tanto na área de emprego quanto na saúde.
P- Que tipo de esporte você pratica ou gostaria de praticar?
Dianna Gurgel – Participei da seleção de vôlei do EST, em Caicó. Este ano pratico hipismo em Natal.
P- Quais as boas opções de lazer e cultura que Caicó oferece para os jovens?
Dianna Gurgel – O prefeito não investe em cultura, principalmente em lazer. As festas que “salvam” Caicó, são carnaval e festa de Sant’Ana.
P- Você disse que é apaixonada por política. Quem é a sua referência política em Caicó? É filiada a algum partido?
Dianna Gurgel – Vislumbro grande prestígio político do meu primo, e ex-prefeito, Roberto Germano, grande exemplo a se seguir. Sou do PDT.
P- Como a política entrou na sua vida?
Dianna Gurgel – Meus familiares sempre tiveram ligações políticas. Há quatro anos, me integrei na campanha de Roberto, e estou até hoje, que venha 2012!
P- O que falta para os jovens participarem mais da vida política partidária?
Dianna Gurgel – Incentivo. Os jovens não estão tendo o incentivo necessário para participar das eleições.
P- O que é o Twitter para você?
Dianna Gurgel – Twitter é o meio mais “moderno”, para se interagir com pessoas que participam da sua vida, diariamente ou não.
P- Quando não está estudando o que você mais gosta de fazer?
Dianna Gurgel – Faço cursinho até a noite, e ainda hipismo. Toco violão pra me distrair de vez em quando.
*Se você quer conhecer um pouco mais a Dianna Gurgel converse com ela no Twitter @diannagurgel

6.2.11


Entrevista 10 x 140
Perfil de Casciano Vidal – Alexandria/RN, 50 anos, jornalista, experiência em redação e comercial de jornal, rádio, TV e revista, diretor do Instituto Índice Pesquisa.
P- Quando começou sua experiência nos meios de comunicação do RN?
Casciano Vidal – Em 1976 vendia assinaturas da RN Econômico. Comecei a escrever em 1977, na redação do Diário de Natal. Depois do teste com Luiz Maria Alves.
P- Jornal, rádio, TV, revista, web ou tudo?
Casciano Vidal – Os caminhos levam à web. No futuro, não derrubaremos florestas para fazer papel e imprimir notícia. Hoje, vivemos a transição para o futuro.
P- De todos os veículos de comunicação que você trabalhou com qual deles você mais se identificou?
Casciano Vidal – Todos. O rádio é a base de tudo. Jornal é informação pura. Revista faz análise. TV gera grande repercussão. A internet é o futuro. Amo tudo.
P- Você prefere a área comercial ou a redação? Por quê?
Casciano Vidal – A redação é mais estimulante. O jornalismo como missão social é instigante, mas nem sempre conseguimos praticá-lo. Daí a fuga pro comercial.
P- Você também foi secretário de comunicação da prefeitura de Natal na década de 1980. Como foi essa experiência?
Casciano Vidal – Rica, enquanto atende a necessidade do poder público se comunicar com o cidadão. Triste pela incompreensão de poucos que querem privilégios.
P- O seu Instituto Índice Pesquisa funciona desde 1986. Quantas pesquisas já realizou no RN?
Casciano Vidal – Até agora são 25 anos de trabalho e mais de 3 mil pesquisas realizadas. Sempre com a isenção científica, que garante os melhores resultados.
P- Em todas as eleições no RN tem discussão sobre erros nas pesquisas eleitorais. Os institutos do RN erram ou acertam mais?
Casciano Vidal – Pesquisa não erra. O técnico que faz a pesquisa pode errar e fazer o instituto errar. Por aqui há mais pessoas que fazem a pesquisa acertar.
P- Depois de tanta experiência em jornal, rádio, revista, TV e com um instituto de pesquisa, você entrou na blogosfera. Fale do seu blog.
Casciano Vidal – O objetivo é valorizar a ética na informação. É um trabalho lento porque precisa da percepção do leitor e também da fonte. É a minha utopia.
P- O que é o Twitter para você?
Casciano Vidal – O twitter é um incrível instrumento de repercussão imediata da informação e da opinião, via web. Lembra o tempo áureo do rádio. Sensacional! 
P- Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Casciano Vidal – Gosto de reunir amigos e conversar. É instigante e estimula o prazer de viver, bater-papo e estimular o respeito e o amor. É por aí!... Obg.
*Se você quer conhecer um pouco mais o Casciano Vidal converse com ele no Twitter @CascianoVidal
O Estado de São Paulo - José de Souza Martins, Professor Emérito da USP, é Autor de A SOCIABILIDADE DO HOMEM SIMPLES (CONTEXTO)

Em 2005, o consulado americano em São Paulo adotou uma classificação moral dos postulantes a vistos temporários de trabalho nos EUA: bons, maus e feios. Essa informação está em documentos revelados pelo WikiLeaks e divulgados pela Folha de S. Paulo. "Bons" seriam os jovens de classe média, com bom nível de escolaridade, que vão para trabalhar em hotéis, cassinos, estações de esqui, para ganhar dinheiro e aprimorar o conhecimento da língua inglesa. Não raro, gente que aqui se recusaria a varrer a calçada da própria casa e lá se dispõe até mesmo a lavar privada.
"Maus" seriam os que maliciosamente já tem conexões nos EUA, parentes ou amigos que lá vivem ilegalmente, que para lá vão para se tornarem novos ilegais, vão para ficar. Não diz o cônsul, que vão para trabalhar em serviços que os próprios americanos recusam.

Estação Música Total

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