29.9.11
Postado por
Sávio Hackradt
É
quase certo que a semana passada tenha sido decisiva para a História deste século
que se iniciou há dez anos, com os fatos misteriosos de Nova York. A ONU, que não
tem sido mais do que um auditório, espécie de ágora mundial, mas sem o poder
político de que dispunham as praças de Atenas, ouviu quatro discursos
importantes. Dois deles em nome da paz, do futuro, da lucidez e dois outros que
ecoaram como serôdios.
Por
Mauro Santayana, em seu blog
Dilma
e Abbas, em nome dos que não aceitam mais essa divisão geopolítica do mundo;
Netanyahu e Obama, constrangidos porta-vozes de um tempo moralmente morto. A
assembléia geral estava separada em dois lados definidos, ainda que assimétricos.
A
presidente do Brasil falava em nome das novas realidades, como a da emancipação
das mulheres – pela primeira vez, na crônica das Nações Unidas, uma voz
feminina abriu os debates anuais – e a impetuosa emersão de povos milenarmente
oprimidos como agentes ativos da História. Mahmoud Abbas, embora em nome de uma
pequena nação, representou todos os povos oprimidos ao longo dos tempos. Por
mais lhe neguem esse direito, a Palestina é tão antiga que entre suas
fronteiras históricas nasceu um homem conhecido como Cristo.
O
holocausto judaico, cometido pelos nazistas, e que nos horroriza até hoje,
durou poucos anos; o do povo palestino, espoliado de direitos com a ocupação
paulatina de suas terras, iniciada com o sionismo no fim do século 19, dura há
pelo menos 63 anos, desde a criação, ex-abrupto, do Estado de Israel, em 1948.
Recorde-se que a criação de um “lar nacional” para os judeus estava
condicionada à sobrevivência, em segurança, do povo palestino em um estado
independente. A voz de Dilma, mais comedida, posto que representando nação de
quase 200 milhões de pessoas no exercício de sua soberania política, teve a
mesma transcendência histórica do apelo dramático de Abbas. A cambaleante
comunidade internacional era chamada à sensatez política e à consciência ética.
É duvidoso que ela corresponda a essa responsabilidade. Do outro lado, no
discurso dissimulado e ameaçador de Netanyahu e na lengalenga constrangida de
Obama, ouviram-se os rugidos dos mísseis tomawaks e o remoto estrondo que
destruiu as cidades de Hiroxima e Nagasáqui, em 1945. Enquanto Netanyahu
balbuciava, sem nenhuma coerência, as expressões de paz, seus soldados matavam
um manifestante palestino na Cisjordânia ocupada.
Os
dois arrogantes senhores não falaram em nome dos homens; bradaram em nome das
armas e dos grandes banqueiros sem pátria que, desde os Rotschild, mantêm a força
contra a razão naquela região do mundo. Como muitos historiadores já apontaram,
os judeus ricos, sob a liderança da poderosa família de financistas, decidiram
acompanhar o ex-pangermanista Theodor Herzl, na idéia de criar um estado
hebraico, a fim de se livrar da presença constrangedora dos judeus pobres na
Inglaterra e na Europa Ocidental.
Na
origem da sua independência, os Estados Unidos ouviram a constatação sensata de
Tom Payne, de que contrariava o senso comum a dependência de um continente,
como a América do Norte, a uma ilha, como a Grã Bretanha. O governo
norte-americano é hoje refém de um estado diminuto, como Israel, representado
em Washington pelos poderosos lobistas, capazes de influir sobre o Capitólio e
a Casa Branca, contra as razões históricas da grande nação.
Ao
apoiar, vigorosamente, o imediato reconhecimento, pelas Nações Unidas, da
soberania do Estado Palestino, Dilma não falou apenas em nome dos países
emergentes, solidários com o povo acossado e agredido, cujas terras e águas são
repartidas entre os invasores; falou em nome de princípios imemoriais do
humanismo. Ela pôde dar autenticidade ao seu discurso com uma biografia
singular, a de uma jovem que, na resistência contra um regime criado e nutrido
ideologicamente pelos norte-americanos, foi prisioneira e torturada.
A
presidente disse ao mundo que estamos, os brasileiros, trabalhando para que o
Estado cumpra a sua razão de ser, ao reduzir as desigualdades sociais e ampliar
o mercado interno, a fim de desenvolver, com justiça, a economia nacional.
Embora com a prudência da linguagem, exigida pelas circunstâncias solenes do
encontro, o que Dilma disse aos grandes do mundo é que eles, no comando de seus
estados, não agem em nome dos cidadãos que os elegeram, mas das grandes corporações
econômicas e financeiras multinacionais, controladas por algumas dezenas de famílias
do hemisfério norte. O resultado dessa distorção são as crises recorrentes do
capitalismo contemporâneo, com o desemprego, o empobrecimento crescente das nações,
a insegurança coletiva e o desespero dos mais pobres. E os mais pobres não se
encontram hoje apenas nos países do antigo Terceiro Mundo, mas nas maiores e
orgulhosas nações. As ruas de Londres e de Nova York, de Nova Delhi e de São
Paulo são caudais da mesma miséria. Daí a necessidade de que se mude o projeto
de vida em nosso Planeta. Para isso é preciso que as novas nações participem
efetivamente da construção do futuro do homem.
Outro
ponto axial de seu discurso foi o da necessária e urgente reforma da Organização
das Nações Unidas, para que ela se restaure na credibilidade junto aos povos.
Seu sistema decisório, construído na fase crucial da reacomodação do mundo,
depois da tragédia da 2ª. Guerra Mundial, correspondeu a uma constelação
circunstancial do poder, em que as maiores potências, possuidoras da bomba do
juízo final, assumiam a responsabilidade de garantir hipotética paz, mediante o
Conselho de Segurança. Contestado esse superpoder mundial pela consciência
moral dos povos, desde o seu início, há quase duas décadas que se discute a sua
ampliação democrática, mas sem qualquer conclusão efetiva. Dilma expressou a
urgência de que isso ocorra, a fim de que o organismo possa ter a força da
legitimidade política.
A
paz, como a guerra, era, durante a Guerra Fria, um negócio a dois, e que só aos
dois beneficiava. Sua disputa se fazia na periferia do sistema, a partir do
conflito na Coréia, que inaugurou o sistema da divisão entre norte e sul, que
se repetiria no Vietnã e em outros países.
Mais
uma vez, no pacto Wojtyla-Reagan, a Igreja se somava ao dinheiro, para a
aparente vitória do capitalismo, com a queda do muro de Berlim. Isso trouxe aos
vitoriosos a ilusão de que a História chegara a seu fim, com a definitiva
submissão dos pobres aos nascidos para mandar e usufruir de todos os benefícios
da civilização. Como registramos naqueles anos de Fernando Henrique, quando ele
nos fez ajoelhar diante de Washington, os novos mestres do mundo se esqueceram
de combinar com os adversários, como recomendou um filósofo mais atilado, o
mestre Garrincha. A globalização, planejada para consolidar o condomínio dos países
centrais, sob a hegemonia ianque, mediante a recolonização imperial, trouxe o
efeito contrário, promoveu a unidade política dos países atingidos e se voltou
contra seus criadores. Isso explica a emersão do Brics. Foi em nome do futuro,
das novas e poderosas forças humanas que se organizam, que o Brasil falou, por meio
da presidente Dilma, em Nova York.
Postado por
Sávio Hackradt
O
presidente da Câmara, Marco Maia, disse nesta quarta-feira (28) ao ministro do
Esporte, Orlando Silva, que a comissão especial que analisará o projeto da Lei
Geral da Copa de 2014 de iniciativa do Poder Executivo, será instalada na
semana que vem. Maia informou que pedirá aos líderes dos partidos que indiquem
os integrantes da comissão.
Agência
Câmara
A
comissão especial contará com integrantes das comissões de Ciência e
Tecnologia, Comunicação e Informática; de Relações Exteriores e de Defesa
Nacional; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Defesa do
Consumidor; de Turismo e Desporto; de Finanças e Tributação; e de Constituição
e Justiça e de Cidadania.
Marco
Maia reafirmou que o projeto deverá ser aprovado ainda neste ano pela Câmara. A
expectativa do governo é que também seja aprovado neste ano pelo Senado.
Em
entrevista concedida após o encontro com Marco Maia, Orlando Silva defendeu a
proposta do governo, que tem sofrido diversas críticas.
Segundo
o ministro, o projeto representa a segunda etapa das garantias dadas pelo
Brasil à Federação Internacional de Futebol (Fifa) para a realização da Copa
das Confederações, em 2013, e da Copa do Mundo, em 2014. A primeira etapa das
garantias foi a isenção tributária, já enviada à Câmara e já aprovada.
Questionado
sobre afirmação do senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP) de que a Lei Geral da
Copa permitirá a venda de cerveja nos estádios, o ministro afirmou apenas que a
lei geral suspende a lei brasileira (Estatuto do Torcedor) durante a Copa.
Segundo o senador, a Fifa assinou contrato com a cerveja Budweiser. Como a Lei
Geral da Copa permite a venda de produtos dos patrocinadores nos estádios, o
senador concluiu que poderia haver venda de cervejas nos estádios durante os
jogos da Copa.
O
ministro também defendeu as restrições ao uso do logotipo da Fifa pelo comércio.
Segundo ele, ao se candidatar a sediar a Copa, o governo brasileiro se
comprometeu a proteger as marcas associadas à competição. Isso não impedirá,
segundo o ministro, que os brasileiros decorem suas casas e ruas durante a
competição – sem utilizar as marcas protegidas.
Sobre
o fato de a Lei Geral da Copa não prever meia entrada para estudantes, o
ministro afirmou que não existe legislação federal sobre esse assunto, por isso
a meia entrada não poderia ser incluída no projeto do Executivo.
Postado por
Sávio Hackradt
Alana
Gandra
- Agência Brasil
Rio
de Janeiro - O presidente da Câmara de Desenvolvimento Sustentável da
prefeitura do Rio de Janeiro, o economista Sergio Besserman, quer estimular a
mobilização e participação da cidade, principalmente dos jovens, na Conferência
das Nações Unidas sobre Sustentabilidade (Rio+20), que ocorrerá em junho de
2012, na capital fluminense.
Para
ele, é importante que o Rio “não só acolha, como cidade anfitriã, mas participe
com toda a sua vida política, cultural e social da discussão do tema do
desenvolvimento sustentável”.
Também
presidente do grupo de trabalho do município para a Rio+20, Besserman
participou do 4º Congresso Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável
(Sustentável 2011), no Pier Mauá. O evento é promovido pelo Conselho
Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável.
Segundo
Besserman, o cronograma da prefeitura para a Rio+20 está de acordo com o que
foi estabelecido inicialmente. O Itamaraty e a prefeitura do Rio estão
trabalhando na organização do evento há mais de um ano e meio. Um dos comitês
criados pelo governo federal para preparar a conferência da ONU trata do próprio
evento, enquanto o outro se concentra na participação da cidade em termos de
conteúdo.
O
Rio de Janeiro participará das discussões de conteúdo da Rio+20 por meio do
debate sobre o tema das cidades. “Certamente, o projeto Cidades Sustentáveis,
do Instituto Ethos, será um dos atores relevantes na discussão de como as
cidades podem participar desse processo de grandes transformações em direção à
sustentabilidade”, destacou Besserman.
O
presidente do Instituto Ethos, Jorge Abrahão, confirmou à Agência Brasil que não
há ainda no país cidades que possam ser definidas como sustentáveis. Segundo
ele, São Paulo e o Rio de Janeiro estão entre as cidades brasileiras que se
mostram mais interessadas em ter processos que avancem rumo à sustentabilidade.
O programa Cidades Sustentáveis foi lançado em São Paulo, em agosto passado, e
até o final deste ano chegará à capital fluminense.
O
projeto define o que são cidades desejáveis sob diversos temas considerados
fundamentais, como mobilidade, educação, saúde, meio ambiente, bem-estar da
população, biodiversidade e poluição. Além disso, estabelece indicadores. “São
12 grandes temas que são abordados, com mais de 200 indicadores”, ressaltou
Abrahão. “Uma cidade pode ter um programa que esteja ligado à melhoria desses vários
temas”, completou.
A
ideia é buscar dos candidatos às eleições um compromisso com o programa, de
modo que, 90 dias após ser eleito, ele apresente um plano baseado nos
indicadores estabelecidos. “Com isso, ele vai indicar para a sociedade qual será
o avanço da cidade no tempo. E a sociedade vai poder controlar [o andamento
desse plano]”.
Na
Europa, os países elegem cidades sustentáveis anualmente. A atual cidade
sustentável europeia é Hamburgo, na Alemanha. Para 2012, a cidade escolhida é
Vitória, na Espanha, e, para 2013, Nantes, na França. “Eles pegam as práticas
dessas cidades em diferentes temas. Por exemplo, quanto a cidade reduziu o
volume de transporte por automóveis e passou para transporte coletivo e para
bicicleta. E tem indicadores que mostram isso. Eles têm controle disso e vão
avaliando as cidades, em função dessas questões”, disse o presidente do
Instituto Ethos.
Abrahão
salientou que, no Brasil, uma grande oportunidade que deve ser aproveitada no
sentido da sustentabilidade é a questão dos investimentos na Copa do Mundo e
nas Olimpíadas, “porque mobilizam a sociedade e podem gerar metas”. “Acho que nós
temos uma oportunidade boa de avançar mais rapidamente na agenda. E o Rio de
Janeiro e São Paulo são duas cidades que podem avançar.”
28.9.11
Postado por
Sávio Hackradt
Entrevista
10 x 140 – Por Pedro Henrique (@PH_natal)
Perfil
de Max Revoredo - Recife/PE, 36 anos, solteiro, formado em Comunicação
Social - Publicidade e Propaganda. Jogador de Futebol de Mesa e criador de canários.
P-
Em que momento você resolveu vir morar em Natal?
Max
Revoredo - N resolvi vir morar em Natal eu já morava aqui desde quando habitava
o ovo esquerdo de papai, nasci em Recife pq a familia d mamãe é de lá
P-
Como surgiu o interesse de fazer o curso de Publicidade e Propaganda?
Max
Revoredo - Queria Odonto mas n passei na Federal e na época o único curso na
UnP q me interessou foi esse, sabia nem o q era, mas achei interessante rs
P-
Como é exercida sua atividade na Marca Propaganda?
Max
Revoredo - Sou diretor de arte de origem; crio td relacionado a visual de peças
publicitárias, como dir de criação além disso coordeno o departamento.
P-
Os assuntos abordados nas redes sociais lhe ajudam no desempenho de sua
atividade?
Max
Revoredo - Às vezes sim, mas rede social pra mim nada tem a ver com profissão,
é apenas uma diversão, uma forma de encontrar novos e velhos amigos.
P- Um
dos seus hobbys é criar canário belga. Como surgiu essa paixão?
Max
Revoredo - Meu pai sempre gostou e desde meus 13 anos comecei a gostar, n tem
muita explicação tem gente q gosta de dar o (piii), eu de criar canário.
P- O
que mais te motiva a criar canários? Você participa de concuros?
Max
Revoredo - Participo de concursos o q é uma grande motivação mas a maior delas
é a reprodução ver os bichinhos nascendo e crescendo acho massa.
P- Você
também pratica futebol de mesa. Fale um pouco sobre esse hobby.
Max
Revoredo - O botão tb é desde de criança, passei muito tempo sem jogar e há uns
3 anos conheci um amigo q jogava e tinha um campo e aí voltei a brincar
P-
Você como torcedor do ABC, o que esperar desse fim de campeonato da Série B do
seu time?
Max
Revoredo - Rapaz esperava q o ABC n caísse, depois esperei q ele subisse, agora
pra mim tá bom se ele terminar entre os 10, essa é minha torcida.
P-
O que é o Twitter para você?
Max
Revoredo - O twitter é uma diversao, onde falo td, tiro onda, escracho, brinco
e faço amigos, ahh e às vezes paquero tb rs, sem dúvida é uma revolução.
P-
Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Max
Revoredo - comer, dormir, cuidar dos meus canários, jogar botão e fazer sexo,
nem que seja comigo mesmo faço sexo todo dia bom demais né não?
* Se
você quer conhecer um pouco mais o Max Revoredo converse com ele
no Twitter @maxrevoredo
Postado por
Sávio Hackradt
O
ex-craque e atual deputado federal Romário (PSB-RJ) foi o convidado de estreia
do programa Kajuru Pergunta e mostrou que segue com a língua afiada. Um dos principais
críticos à gestão de Ricardo Teixeira no comando da CBF, o ex-jogador disse ter
sido traído em 2002 pelo dirigente, que teria prometido que ele seria convocado
por Luiz Felipe Scolari para a Copa do Mundo.
Fonte:
UOL
“Ele
apertou minha mão e disse que eu iria à Copa [de 2002]. Falei a ele que o
treinador era o Felipão e ele respondeu ‘mas quem manda sou eu’”, disse Romário.
“Mas ele ficou aborrecido porque achou que eu tinha combinado com a Globo para
ela dar esse furo. No dia da convocação final ele disse para o Felipão ficar a
vontade e fazer o que quisesse”.
Em
seu primeiro mandato como deputado federal, Romário tem se dedicado a causas
voltadas para os deficientes e à fiscalização das obras da Copa do Mundo de
2014. Cotado para concorrer à prefeitura do Rio de Janeiro, o ex-jogador
afirmou que não pretende estender sua carreira política após completar quatro
anos de trabalho como parlamentar.
“Pretendo
cumprir meu mandato. Daqui a quatro anos não consigo me ver como político”,
afirmou Romário.
Incitado
por Kajuru, Romário listou aqueles que considera os 10 melhores jogadores da
história e se colocou na segunda colocação da lista. “Fiz mais gols, tive mais
títulos [que Maradona]. Na minha opinião, depois do Pelé, fui eu”.
Romário
disse estar em paz com alguns de seus ex-desafetos, como Edmundo e Zico. Já a
relação do ex-atacante com alguns jornalistas segue estremecida, com fortes críticas
a alguns comentaristas do Sportv, como Renato Maurício Prado e Telmo Zanini, a
quem classificou como “um bobalhão que fala besteira sem parar, como se
entendesse de futebol”.
O
ex-jogador ainda afirmou que não ‘colocaria a mão no fogo’ por Felipão,
Zagallo, Pelé, Ricardo Teixeira ou a Fifa. Mas defendeu Zico, Dunga e o
ex-presidente do Vasco Eurico Miranda.
“Boto
a mão no fogo pelo Eurico porque o conheço. Muitas coisas que caíram na conta
dele, que presenciei nestes anos, não foram verdade. O Eurico tem seus
defeitos, como todos os dirigentes, mas ele tem a qualidade de ser cumpridor da
palavra”, comentou o ex-jogador.
Romário
também falou sobre seus sucessores no futebol brasileiro. O ex-artilheiro
afirmou que Neymar ainda não é craque, mas que pode vir a ser o grande nome da
Copa do Mundo de 2014. O ex-jogador, porém, acredita que o meia Paulo Henrique
Ganso é melhor que seu companheiro do Santos.
“O
Neymar é um dos que podem vir a ser craque, assim como o Lucas do São Paulo.
Mas acredito mais no Ganso. Se voltar a jogar o que estava jogando antes da
operação, é um dos mais completos do Brasil. Mas nenhum dos três já pode ser
comparado ao Messi”, afirmou Romário.
Postado por
Sávio Hackradt
A
reunião para tentar encerrar a greve nos Correios terminou sem acordo no fim do
dia de ontem (27). A reunião começou por volta de meio-dia e durou pelo menos
seis horas. Esse foi o primeiro encontro entre as partes desde o início da paralisação.
O
movimento completa duas semanas. Representantes dos funcionários grevistas e
diretores dos Correios vão realizar uma nova rodada de negociações hoje. Os
Correios havia informado que levaria para iniciar as discussões sua proposta
inicial: reposição da inflação de 6,87%, reajuste linear de R$ 50 e um abono de
R$ 800 (que não seria incorporado ao salário).
Os
trabalhadores afirmam que parte do impasse esteve ligado ao corte do ponto dos
funcionários grevistas, que a empresa não teria aceitado voltar atrás. "E
também não registraram as propostas em ata, então por enquanto não tem nada de
concreto", disse José Rivaldo da Silva, secretário-geral da Fentect,
federação que reúne os 35 sindicatos da categoria.
27.9.11
Postado por
Sávio Hackradt
Bancários
do Rio Grande do Norte decidiram na noite de ontem, durante assembleia-geral da
categoria, entrar em greve por tempo intederminado. A paralisação vai atingir
agências públicas e privadas. O Sindicato dos Bancários, através de nota,
esclareceu que somente o serviço de auto-atendimento (os caixas eletrônicos e a
internet) vai funcionar.
O
movimento grevista acontece porque não foi atendida a reivindicação de um
reajuste salarial de 26%, - índice em desacordo com os 8% apresentados pela
Federação Nacional dos Bancos (Fenabran) na última semana.
Estão
previstas assembléias diárias com os servidores no auditório do Sindicato dos
Trabalhadores em Educação Pública (Sinte), a partir das 18h30, para se decidir
os novos rumos do movimento.
O
Rio Grande do Norte tem 3.400 bancários lotados em 80 agências bancárias na
capital e mais 51 no interior.
Postado por
Sávio Hackradt
Entrevista
10 x 140
Perfil
de Renato Lopes de Andrade – Natal/RN, 32 anos, casado, 3 filhas,
administrador, empresário, consultor na área imobiliária, Diretor Administrativo
do Colégio CEI Mirassol.
P-
O Colégio CEI Mirassol é uma das referências em educação em Natal. Como começou
essa experiência?
Renato
Lopes – Começou com a realização de um sonho de vida de minha mãe, a educadora
Maria Célia, no ano de 1972 com o IIAA.
P-
Hoje você dirige o Colégio CEI Mirassol mas, antes foi aluno. Como foi essa
passagem?
Renato
Lopes – A passagem foi uma decorrência da minha vivência no ambiente escolar e
da admiração que tinha pelo trabalho desenvolvido pela minha mãe.
P-
Qual a grande diferenças entre a escola pública e a privada?
Renato
Lopes – A diferença básica está na forma de administrar e na qualificação dos
profissionais que é deficitária.
P-
O que falta para o Rio Grande do Norte ter uma boa escola pública?
Renato
Lopes – Uma maior atenção das autoridades na ampliação de recursos, cautela com
a sua execução e na capacitação de educadores e do quadro funcional.
P-
Em que os avanços da tecnologia pode ajudar no desenvolvimento da educação?
Renato
Lopes – Os recursos tecnológicos são valiosos para o aprendizado dentro e fora
da escola, desde que usados de forma planejada e com discernimento.
P-
Na sua visão o que falta para o Rio Grande do Norte sair do estágio de estado
atrasado para um estado desenvolvido?
Renato
Lopes – Sem uma base educacional, não existe desenvolvimento. O que falta é
comprometimento das autoridades.
P-
Qual sua avaliação dos governos Micarla, Rosalba e Dilma?
Renato
Lopes – Acredito que superados os maiores entraves chegaremos ao porto seguro.
P-
Você também é consultor imobiliário. Como anda esse mercado em Natal?
Renato
Lopes – É um mercado promissor e que vem em ritmo célere, notadamente pelos
eventos mundiais previstos
P-
O que é o Twitter para você?
Renato
Lopes – O TT é a mais eficaz ferramenta de informação e publicidade, em
qualquer campo de atividade.
P-
O que você mais gosta de fazer quando não está trabalhando?
Renato
Lopes – Curtir minhas três filhas e esposa e receber os amigos em casa
assumindo o papel de Gourmet, um dos meus hobbies.
*
Se você quer conhecer um pouco mais o Renato Lopes converse com ele no Twitter @RenatoLopes30
Postado por
Sávio Hackradt
Wellton
Máximo
- Agência Brasil
A
Receita Federal alertou hoje (26) que não envia cartas com pedido de
regularização de dados cadastrais. O órgão também ressaltou que não se comunica
com os contribuintes por meio de e-mail.
Segundo
a Receita, pessoas físicas e jurídicas têm recebido uma mensagem eletrônica
intitulada Intimação Eletrônica de Débitos. O Fisco lembra que essa intimação é
enviada apenas por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da
Receita <https://cav.receita.fazenda.gov.br/> (e-CAC).
No
caso das correspondências em papel, a Receita alerta para o recebimento de uma
carta denominada Intimação para Regularização de Dados Cadastrais. Com códigos
de barras em um dos lados, a correspondência se assemelha a avisos bancários e
pede que contribuinte entre num endereço na internet que não pertence ao Fisco.
De
acordo com a Receita, todos os anos surgem vários tipos de denúncias contra
falsários que se fazem passar por servidores do órgão para tentar extrair dados
fiscais e bancários dos contribuintes, além de informações privadas dos
cidadãos.
Em
relação aos e-mails em nome do Fisco, a Receita orienta que as mensagens sejam
imediatamente excluídas. O contribuinte deve tomar cuidado ainda para não abrir
arquivos anexados, que normalmente contêm vírus ou programas que capturam
informações confidenciais do usuário.
O
usuário deve evitar clicar em links que remetam para endereços da internet. Até
os que trazem o nome da Receita devem ser evitados porque caem em páginas de
hackers.
Sobre
a atualização cadastral, a Receita lembra que as alterações e consultas de
dados pessoais, assim como a regularização de pendências com o Fisco, só podem
ser resolvidas por meio do e-CAC. Para entrar na página, o contribuinte deve
informar o número do recibo das duas últimas declarações do Imposto de Renda e
gerar um código de acesso. O e-CAC também pode ser usado por quem tem
certificado digital.
