24.4.11
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Sávio Hackradt
A campanha nacional de vacinação contra a gripe começa nesta segunda-feira (25). A meta é imunizar 23,8 milhões de pessoas.
Com Agências
A partir deste ano, além de idosos e indígenas, crianças entre 6 meses e 2 anos de idade, grávidas e profissionais de saúde também serão vacinados. A vacina protege contra os três vírus que mais circulam no Hemisfério Sul, inclusive o da influenza A (H1N1) – gripe suína.
No caso das crianças, a vacina é aplicada em duas etapas. Na primeira vez, é aplicada meia dose. No mês seguinte, os pais devem voltar ao posto de saúde para que seja aplicada mais meia dose na criança.
A vacina é contraindicada para quem tem alergia a ovo. Quem apresenta deficiência na produção de anticorpos, deve consultar antes um médico.
Estudos indicam que a vacina contra gripe reduz em até 45% as internações por pneumonia na população com mais de 60 anos de idade.
O Ministério da Saúde distribuiu 33 milhões de doses para estados e municípios, a maior parte para a Região Sudeste, 14,3 milhões.
30 de abril, um sábado, será o dia nacional de mobilização quando os 65 mil postos de saúde do país ficarão abertos durante todo o dia para vacinar a população. A campanha segue até o dia 13 de maio.
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Sávio Hackradt
Sociedade, Meio Ambiente e Cidadania
Artigo - Marígia Tertuliano - Profª. da UNP
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| Bairro da Liberdade/São Paulo - Foto Marígia Tertuliano |
Os últimos acontecimentos veiculados na mídia, ao longo da semana - embriaguez de parlamentar no trânsito; movimentos por preços justos nos combustíveis; matança de inocentes e ser humano jogado no lixo como dejeto, por aquela que o pariu, me fizeram refletir sobre a apatia da população.
A partir dessa realidade pergunto: até quando vamos conseguir ver esses fatos de forma banalizada? Até quando os administradores públicos vão fechar os olhos para a criação de políticas públicas inclusivas. Quando sairemos de nossos castelos para fazer valer nossos direitos, independente de episódios individuais? Vamos continuar nos indignando, porém deixando a barbárie tomar conta de nossa sociedade? Quando alcançaremos o desenvolvimento?
No mundo do teatro, artistas unidos transformam a realidade em sonho e o sonho em realidade. No mundo real, qualquer um de nós integra o cotidiano de uma sociedade como um artista.
No teatro, como na vida, cada indivíduo representa um papel, seja do bem ou do mal. O interessante é que esse papel, nem sempre sai como manda o figurino ou o que almeja a plateia. Diferentemente do teatro, os diálogos decorados tornam-se palco para questionamentos, uma vez que podem tornar-se falácia, o que me leva a refletir sobre nossa importância como atores sociais e agentes de mudança.
Amartya Sen é claro quando fala em desenvolvimento como liberdade, algo a ser apropriado pela sociedade - a ação individual é essencial, entretanto, a liberdade de ação é condicionada pelas oportunidades sociais, políticas e econômicas. Percebe-se uma complementaridade entre a ação individual e agenciamentos sociais.
Nessa seara, o ético torna-se foco das mobilizações, uma vez que a sociedade não aceita mais os desmandos verificados há tantos anos. O público e o privado em suas características são questionados por diferentes canais, a exemplo das redes sociais. “O que era global e unificador está se tornando complexo e plural”.
Nesse sentido, já estamos pedindo coerência nas ações do homem público e do homem privado, ainda que alguns veículos de comunicação reproduzam espetáculos como forma de ganho.
Enxergamos o social na existência da solidariedade entre os menos favorecidos - o morador de rua que resgata à vida mais uma criança que seria, como tantas outras, impedida de viver.
Assim, questiona-se o papel do estado como promotor do bem-estar e da sociedade nos movimentos de controle e da participação social.
“Liberdade, liberdade abra as asas sobre nós”.
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Sávio Hackradt
Artigo
Se o New York Times não estivesse na internet, a maior parte do público consumidor de daqui a 20 anos de notícias não o conheceria.
Fábio Farias - Jornalista
Sem leitores, o prestígio do New York Times correria risco no futuro e, provavelmente, a publicação morreria. É por conta dessa consciência que a empresa se destaca como um dos principais inovadores quando o assunto é jornalismo digital.
Junto com o The Guardian, o New York Times experimenta modelos de negócios que são copiados no mundo inteiro. O sistema de pagamentos e assinaturas digitais, elaborado no final de março, por exemplo, atingiu em menos de um mês a marca de 100 mil assinantes.
Esse sistema de pagamentos que, segundo analistas da própria empresa, superaram as expectativas sem afetar muito a audiência do site (a queda ficou entre 5% a 15%) é uma das novas esperanças em garantir a liquidez do jornalismo como negócio.
A empresa investiu nesta década em ser não mais um jornal, mas um centro produtor de notícias para diversos meios: internet, tablets, smartphones, impresso.
O modelo não tardou a ser copiado no Brasil. A Folha de S.Paulo, na reforma editorial do ano passado, deixou esse objetivo claro: tornar-se um centro produtor de notícias. Integrou as redações do online com o impresso e investe em conteúdo para tablets, smartphones e SMS.
Neste ano, entusiastas do mundo online tiveram notícias que indicam mudanças nos paradigmas: o Huffington Post, jornal online fundado em 2005, foi comprado por U$ 300 milhões pela AOL. E a publicidade digital, nos Estados Unidos, já supera a publicidade em meios impressos.
The times, they are changing.
No Brasil as coisas ainda andam devagar, mas andam.
O faturamento da publicidade online dos principais veículos de mídia representa, no máximo, 10% da receita. A publicidade brasileira é essencialmente veiculada na mídia impressa.
Mas para o jogo virar é questão de tempo. A febre dos tablets, impulsionado principalmente pelo Ipad, leva a um novo modelo de negócio lucrativo tanto para publicitários, quanto para jornalistas. Nos tablets as pessoas pagam pela praticidade de conteúdo e a publicidade pode ser explorada em diversos parâmetros.
O sucesso do sistema de pagamento feito pelo New York Times também abre alguns horizontes otimistas no negócio que é o jornalismo.
O crescimento da web, das mídias sociais e dos principais portais também devem desequilibrar o jogo para o digital. A tendência é que em 10 anos a publicidade online, no Brasil, esteja ao menos pareada com a impressa - isso pensando de forma pessimista.
É em um contexto completamente alheio a isso que vivem os jornais digitais do Rio Grande do Norte. Em um mercado pequeno até para a região - João Pessoa, por exemplo, tem um mercado bem mais amplo na área - os três portais levam uma sobrevida entre falências e cortes e ignoram as possibilidades de investimento, interação e difusão de notícias.
O que falta aos portais? Estratégia, administração, investimento? Ou o mercado potiguar ainda não abriu os olhos para as possibilidades da publicidade online?
Independente da resposta, o que é mais significativo é ver o quanto o mercado editorial do Rio Grande do Norte corre na contramão do resto do Brasil e do mundo.
Nem o crescimento da cidade e do potencial número de leitores fez os jornais ultrapassarem a pífia marca de oito mil exemplares vendidos.
A internet, que poderia servir como uma nova interface para, no mínimo, gerar leitores e aumentar a venda nas bancas, ainda é subutilizada pela maior parte das empresas locais. Não há investimentos e nem a preocupação de formar os novos leitores: aqueles que daqui a 20 anos serão potenciais consumidores de notícias.
E o que sobra, nesse espaço, é um universo potencial de leitores com cada vez menos possibilidades (e veículos) para se informar.
Um mercado desperdiçado.
23.4.11
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Sávio Hackradt
Agência Brasil
Responsável por estabelecer a relação do governo de Dilma Rousseff com os movimentos sociais, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse que os movimentos sociais compreedem mais as demandas do país do que os próprios partidos políticos. Carvalho defendeu a necessidade de uma reforma política com voto em lista e financiamento público de campanha, como forma de mudar a atual realidade, que, na sua avaliação, induz à corrupção.
Para o ministro, os movimentos amadureceram no Brasil nas últimas décadas e, ao contrário dos partidos políticos, investiram na formação de seus quadros. Confira trecho da entrevista concedida pelo minsitro à Agência Brasil:
Agência Brasil: O governo tem limitações para atender às demandas do movimento social por questões orçamentárias. Como administrar esse conflito?
Gilberto Carvalho: Essa tensão é inevitável. Eu brinco com eles dizendo que nós estamos sentados agora nesse lado da mesa, antes, estávamos no outro lado com eles, o que faz com que todos nós, oriundos do movimento social, esperemos de novo estar sentados do outro lado. Nosso destino é voltar para os movimentos sociais. Nosso papel aqui é tentar forçar a barra ao máximo dentro das limitações orçamentárias e institucionais para atender a essas demandas. Quando se faz o Orçamento, é preciso levar em conta esses aspectos. Aí é que está o jogo de governar, que é passar em grande parte pela sua filosofia, e por aquilo que se estabelece como prioridade.
Agência Brasil: E qual é a prioridade do governo?
Carvalho: Quando a presidente escolhe como prioridade a superação da miséria, ela está dando um indicativo de que parte importante do Orçamento irá para esse destino. Isso, do ponto de vista ético, para nós todos que temos uma história política, é muito confortável. É também muito estimulante participar de um governo que estabelece essa prioridade. Há que se pensar em reproduzir, em espelhar no Orçamento essa opção. É claro que o Orçamento não é infinito e há gastos correntes que não se pode deixar de pagar. Mas tem que se reservar de fato um quinhão importante para isso. Isso não significa que vamos atender a todas as demandas, mas significa que muitas das demandas podem ser atendidas e, com isso, estabelecer pelo menos um compromisso, uma percepção da parte do movimento de que o governo tem a famosa vontade política de contribuir.
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Sávio Hackradt
Por Brian Rohan - Reuters
BERLIM (Reuters) - A energia nuclear pode parecer barata à primeira vista, mas os custos humanos potenciais da energia atômica fazem que ela seja inexequível a longo prazo, disse o ministro de Meio Ambiente alemão, Norbert Roettgen, em declarações divulgadas na sexta-feira.
Em um artigo da revista semanal Der Spiegel sobre o 25o aniversário do desastre nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, Roettgen disse que a decisão da Alemanha de se afastar da geração de energia nuclear era um tema de política econômica responsável.
"A curto prazo, pode parecer uma fonte de energia barata, mas se ocorre uma catástrofe, os custos são muito elevados (...) Nenhum objetivo econômico merece por em perigo o bem estar do povo, nem hoje nem nas futuras gerações", agregou.
O acidente do reator de Fukushima no Japão provocou uma abrupta mudança de sentido nos planos de energia nuclear na Alemanha, com o governo centrado em como abandonar a energia nuclear depois de ter desligado várias centrais.
Roettgen disse que além do custo humano, o desastre no Japão foi um duro golpe para a economia japonesa, a terceira maior do mundo. Ele avaliou que o acidente levará a uma reavaliação geral da energia atômica e que a Europa já mostra sinais de revisão.
"Os custos do acidente do reator de Fukushima pesarão sobre a economia do Japão por anos, se não décadas", afirmou. "Esses custos econômicos levarão a repensar a energia nuclear", acrescentou.
O governo de centrodireita de Berlim desistiu de uma decisão anterior de prolongar o período de vida das centrais nucleares alemãs, mas ainda deve determinar quando as fechará definitivamente.
A Der Spiegel disse que o maior problema energético da Alemanha é avaliar os custos potenciais de manter fechadas as sete centrais nucleares que agora estão desconectadas.
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Sávio Hackradt
A combinação dos dois tipo de bebida aumenta a impulsividade das pessoas
estadão.com.br
Um estudo norte-americano comparou os efeitos do consumo de energéticos com bebidas alcoólicas e do consumo de álcool sozinho por um grupo de jovens. De acordo com os dados colhidos, e que serão publicados na edição de julho da revista Alcoholism: Clinical & Experimental Research, a mistura é mais prejudicial porque aumenta a impulsividade das pessoas.
O que os pesquisadores observaram foi que a combinação alterou a percepção cognitiva dos consumidores, aumentando a sensação de excitação, que já é ativada com a ingestão do álcool. Esta sensação combinada com o comprometimento do controle dos impulsos deixa a mistura perigosa.
"Nós descobrimos que a bebida energética altera a reação ao álcool, em comparação com quem bebe apenas a bebida alcoólica", disse Cécile A. Marczinski, professora assistente de psicologia da Northern Kentucky University e principal autora do estudo. "Uma pessoa que bebe álcool, com ou sem o energético, age impulsivamente. No entanto, o consumidor de álcool e bebida energética se sentiu mais estimulado. Portanto, o consumo de bebida energética combinada com o álcool configura uma cenário arriscado por causa da aumento na sensação do estímulo e níveis de alta impulsividade".
Um detalhe importante relatado neste estudo é que a presença do energético não alterou o nível de comprometimento associado ao consumo de álcool, mas sim a percepção deste comprometimento.
O estudo observou 56 estudantes com idades entre 21 e 33 anos. Eles foram divididos em grupos que receberam dosagens diferentes de álcool, energéticos, uma bebida que mistura os dois e uma mistura placebo.
Os pesquisadores então os submeteram a testes para observar, por exemplo, em quanto tempo eles executavam um tarefa. Eles também tiveram que relatar como se sentiam, se estimulados, sedados, enfraquecidos ou se de alguma forma se sentiam intoxicados.
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Sávio Hackradt
Nos EUA, as mulheres têm de trabalhar 102 dias a mais para igualar a remuneração dos homens nas empresas
Mariko Chang - O Estado de S.Paulo
THE WASHINGTON POST
O Dia do Pagamento Igualitário foi "comemorado" no último dia 12. A data é referência em relação ao quanto as mulheres têm de trabalhar a mais do que os homens para ganhar o mesmo: no caso de 2010, três meses e meio. Se esses 102 dias forem multiplicados por 40 anos, o tempo aproximado que as pessoas trabalharão entre a formação escolar e a aposentadoria nos Estados Unidos, as mulheres precisam trabalhar mais de 11 anos adicionais para ganhar o mesmo que os homens na velhice.
Atualmente, as americanas ganham entre 74% e 77% do total dos cidadãos do país do sexo masculino. Para compreender a injustiça, vale desfazer alguns mal entendidos sobre por que os homens ganham mais. Um deles diz respeito ao fato de que os setores que pagam melhor são mais "masculinos". Isso é uma inverdade porque, mesmo quando trabalham nas mesmas ocupações, as mulheres ganham menos. O salário semanal médio para farmacêuticos do sexo masculino em tempo integral era de US$ 1.954 em 2009, contra US$ 1.475 para farmacêuticas, aponta o Institute for Women"s Policy.
22.4.11
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Sávio Hackradt
A Jornalista Eliana Lima, em sua coluna na Tribuna do Norte (22), levanta uma série de questionamentos, sobre a propaganda do governo Rosalba, que merecem uma reflexão. Abaixo transcrevo.
Eliana Lima - Tribuna do Norte
Da atenta Vespa Astuciosa: - “Ainda não entendi qual é a lógica do Governo Rosa(do). Alardeia crise financeira, fecha as torneiras, pára tudo, e depois sai um balanço mostrando uma sobra de R$ 300 milhões em poucos meses”.
Continuou: - “Agora, eles deixam de pagar, por exemplo, o programa do leite, que combate a fome e gera emprego na zona rural, mas paga milhões para produzir e botar no ar uma propaganda enorme, produzida com todo o requinte, exibida nos horários mais caros da TV, falando em ‘novo rumo’, para o Estado com sua posse”.
»...Atentos
Continuou, imperdoável: - “Algo muito semelhante a propaganda partidária”.
Franziu a testa, comprimiu os lábios e picou: - “Aliás, pela lei a propaganda oficial, aquela paga com o dinheiro público, só é permitida em dois casos: para orientar a população sobre os programas, como o da dengue, ou para prestar contas de algo realizado. Aí eu pergunto: em qual desses casos a peça produzida e exibida pelo governo se encaixa?”.
»Bzzzz...
A Abelhinha ouviu atentamente e arrematou: - É cara vespa, há muito anos que tais irregularidades vêm ocorrendo em cutiladas à lei...
Do Calangotango: No Rio Grande do Norte os governos se sucedem e a propaganda tem sido utilizada para promoção pessoal ou partidária – agora, além dessa do governo estadual, está no ar uma campanha cheia de loas (???) à administração da prefeita de Micarla de Souza, que, como se sabe, na verdade não funciona em nenhum setor, se constituindo em um desastre gerencial colossal e nunca antes visto por estas terras potiguares. E, até agora, o governo Rosalba só fez falar da crise financeira herdada do governo anterior. Se o governo não tem dinheiro para pagar as dividas e nem fazer investimentos por quê gastar com uma propaganda que não é educativa, não presta contas de nada e nem orienta a sociedade pra coisa nenhuma? É esse o novo rumo para o Rio Grande do Norte?
Postado por
Sávio Hackradt
Companhia afirma que coleta informações criptografadas para criar base de dados de conexões e torres celulares, mas pesquisadores dizem que dados ficam desprotegidos
Por Ian Paul, PC World / EUA (www.macworldbrasil.uol.com.br)
Está se perguntando por quê seu iPhone e iPad 3G estão armazenando sua localização geral em uma base de dados de fácil acesso no seu computador? A resposta é simples: a Apple usa essa informação para construir uma base de dados de localização de pontos de acesso Wi-Fi e torres celulares, e a companhia já admitiu isso no ano passado. Pelo menos essa é a minha teoria. Vamos dar uma olhada.
O escândalo iTracking
Na última quarta-feira, 20/4, dois pesquisadores lançaram um aplicativo de código aberto chamado iPhone Tracker, que pega dados de uma base de dados com histórico de localização que fica armazenada nos arquivos de backup do seu aparelho iOS em seu computador. O app então coloca essa informação de localização em um mapa, permitindo que você visualize as “viagens” de seu smartphone no último ano. De acordo com os pesquisadores, os aparelhos da Apple vem utilizando essa base de dados de localização desde o lançamento do iOS 4, em junho de 2010.
Os dados parecem ser baseados na triangulação de torres celulares, e não em GPS. Isso significa que a informação de localização não é muito precisa, e mostra apenas sua localização geral. Os pesquisadores também descobriram nessa base de dados uma lista de pontos de acesso Wi-Fi aos quais seu aparelho se conectou no último ano.
