22.2.12
Postado por
Sávio Hackradt
Berlim
- O júri do Festival de Cinema de Berlim premiou como melhor atriz uma menina
rejeitada pela mãe, mais tarde pela avó, que viveu na rua antes de ser
recuperada por uma organização humanitária, quando foi alfabetizada.
Fonte:
Direto da Redação
A
atriz negra Rachel Mwanza é originária do Congo, RDC, e faz o papel de uma
menina soldado, sequestrada por rebeldes e obrigada a lutar com eles depois de
um aprendizado no manejo de metralhadora. Seus dois primeiros assassinatos, no
filme, foram seus próprios pais.
Rachel,
conta o realizador Kim Nguyen, do filme Rebelde, teve uma vida tão dificil
quase como a contada no filme. Ela cresceu na rua e hoje ela frequenta a escola
e pessoas a ajudam. O paralelo entre a história contada no filme e a vida de
Rachel é também interessante. Com o dinheiro do filme procuramos também ajudar
Rachel mas não fácil visto seu contexto familiar e ainda hoje ela precisa
reunir o máximo de força e tenacidade para adquirir independência.
É
a própria Rachel quem conta:
"Quando
ainda pequena, minha mãe mudou-se para outra cidade, meu pai foi para outro
lugar e eu me vi sozinha. Foi minha avó quem me cuidou e éramos seis, duas
meninas e quatro meninos. Mas minha avó ficou depois desempregada e para
sobreviver ela vendia pequenas coisas na rua e fazia assim um pequeno comércio
para poder viver.
Postado por
Sávio Hackradt
Não
estaremos, é certo, protegidos totalmente contra a corrupção e outros abusos da
prática política. Mas estamos, a partir de 1985, com avanços e recuos, nos
livrando das oligarquias, e o processo deve continuar. A decisão do STF é
talvez o passo mais importante nesse caminho.
Mauro
Santayana, Jornal do Brasil
Reconheça-se
que a decisão do STF, na aprovação da Lei da Ficha Limpa, tal como ela foi
concebida, foi tomada sob a pressão da cidadania. Essa pressão, ao contrário do
que pensam os juristas puros, leitores apressados de Kelsen e outros, é sempre
legítima - se moderada pela prudência. Quando houver o abuso nas decisões
colegiadas de segunda instância, cabe aos tribunais superiores zelar pela
proteção dos cidadãos contra as eventuais intrigas e chicanas.
A
política é a mais necessária e a mais difícil das atividades humanas. Ela se
exerce em todos os atos da vida, porque se trata de contratos cotidianos, de
negociações mais difíceis e menos difíceis, sem as quais não seria possível a
vida em comum. Esses convênios se dilatam no tempo e em suas dimensões e
conseqüências, na construção dos estados e na administração do bem comum.
Ao
longo da História, houve sempre o conflito entre a astúcia na luta pelo poder e
a necessidade de que ele seja exercido por homens honrados. O grande problema é
que, na imensa maioria dos casos, os homens honrados se sentem inibidos em
reivindicar o poder político. Essa inibição abre espaço aos demagogos e aos
aventureiros.
Daí
a explicação de Disraeli para a solidez da Inglaterra, em seu tempo. Ali, dizia
o Lord de Beaconsfield, aos homens de bem não faltava a audácia, um atributo
normal dos canalhas. Não teem faltado, mesmo entre nós, homens de bem ousados,
na defesa da República, e, graças a eles, a nação vem sendo construída.
Postado por
Sávio Hackradt
Os
contribuintes pessoas físicas que pretendem entregar a declaração do Imposto de
Renda (IR) logo no início do prazo têm dois dias a partir de hoje (22) para
preparar a documentação. De acordo com a Receita Federal, o programa de
computador para o preenchimento da declaração será liberado mais cedo este ano
e estará disponível a partir das 18h do próximo dia 24, na página da Receita Federal
na internet.
Agência
Brasil
Para
ter direito à restituição nos primeiros lotes, os declarantes devem preencher e
enviar o formulário eletrônico logo no início do prazo. As pessoas com idade
acima de 65 anos têm prioridade. A regra não vale se forem constatadas
inconsistências ou pendências na declaração.
Se
der certo em 2012, a Receita Federal pretende liberar o programa gerador da
declaração antes do prazo nos próximos anos para facilitar o preenchimento pelo
contribuinte. Segundo o supervisor do Programa do Imposto de Renda, Joaquim
Adir, com a antecipação o contribuinte poderá fazer a declaração com
tranquilidade e se familiarizar com o aplicativo.
Postado por
Sávio Hackradt
“COISAS
DA VIDA”
Por
Leide Franco* (@LeideFranco)
Era
sábado pela manhã, um dia de verão dos mais quentes, dia bom para limpar superfícies
encobertas pela poeira e pela ação do tempo que traz partículas pouco visíveis
e ácaros oportunistas que vemos circular sempre que uma fresta incide luz,
focando algum pedaço do ambiente. Dias de sábado são dias de purificação. Dia de
soprar o pó que acumulou nos dias anteriores. Sábado é dia abrir as janelas,
deixar o sol entrar em seu máximo e fazer o mofo acumulado se dissipar. É dia
de deixar o ar limpo entrar, circular por nossas vias, encher o peito e renovar
as forças. Sábado é dia de abrir espaço para a semana renascer.
Renascer
vem do consequente fato de morrer. Morte é uma coisa que não combina com nada
na vida, nem tampouco com sábados. Não tenho coragem nem de matar uma mosca,
mas matei uma pobre e indefesa mosca doméstica, como se eu fosse uma divindade
dotada de poderes que determina a hora do fim. Logo uma mosca que só dura,
quando muito, míseros trinta dias. Logo uma mosca que de tão sábia se recusa a
morrer por já durar tão pouco. Mosca é aquele ser inseto que mede a velocidade
e o ângulo da mão de quem nela bate, mas não só a mão, pode ser o chinelo ou
aquele jornal que é arremessado em direção do seu corpo pequeno e frágil, e
assim, ela calcula minuciosamente, como alguém que estuda física a vida
inteira, onde será o golpe dado a fim de acabar com a sua já curta vida. Toda essa
estratégia de fuga da morte ela rapidamente monta em três segundos.
Morrer
por sucção não deve ser uma morte tranquila. Eu matei uma mosca. E não foi
aquela mosca que queria entrar no meu olho ou no meu nariz. Também não foi
aquela mosca que por mais que a gente espante, está sempre de volta, como
aquele teimoso que nunca se vai. Eu matei uma mosca com o barulhento aspirador
que consumia o pó do sofá da sala naquele sábado. O aspirador veloz agiu muito
antes dos três segundos que a mosca precisaria para escapar da força do
mecanismo que o aspirador de pó utiliza. Eu, meio deus munida de uma arma de
aspirar partículas e vidas nas mãos, juntos, fomos cruéis e impiedosos.
Postado por
Sávio Hackradt
O
número de casos de agressão relativos à desigualdade nos percursos
carnavalescos aumentou em relação ao Carnaval de 2011. Ao menos é o que aponta
um relatório parcial do Observatório da Discriminação Racial, Violência contra
a Mulher e LGBT sobre esses cinco dias de folia em Salvador, capital do estado
da Bahia.
Fonte:
Portal Terra
De
acordo com o relatório, nas primeiras 72 horas foram registradas 159
ocorrências, a maioria dos casos associada à discriminação racial,
representando uma média de aproximadamente 65%, com 104 ocorrências.
Em
seguida, estão os casos de violência contra mulher, com registro de 59
agressões contra as mulheres, totalizando um percentual de 33% e, por último, a
violência contra o grupo LGBT, com 2% de ocorrências. Não foram divulgados os
dados do ano passado.
Com
o slogan "Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e
direito", o observatório busca identificar atos de discriminação e
violência racial, de gênero e homofóbica no circuito da folia até o final do
Carnaval.
Na
sétima edição, o Observatório atua com 100 funcionários que ficam por todo o
circuito da festa e nos seis postos instalados no Cruzeiro do São Francisco -
Sociedade Protetora dos Desvalidos (SPD), Ladeira de São Bento, Lapa, Camarote
Casa dos Bailes - Casa D'Itália e Assufba e Faculdade Social da Bahia - Ondina.
O
Observatório também reúne dados que comprovem a existência de ações
discriminatórias raciais, de gênero e homofóbicas, dentro dos circuitos
carnavalescos. Os casos registrados ajudam na formulação e implantação de
políticas públicas voltadas para a prevenção de discriminações e desigualdades,
motivadas por raça, gênero e orientação sexual.
Postado por
Sávio Hackradt
![]() |
| Foto / Nasa |
O
PIB já era. O consumo inveterado, idem. Subsídios para setores como energia,
agricultura e transportes, então, nem se fala.
O
fim destes pilares do sistema econômico mundial foi profetizado por 20 cientistas,
vencedores do Prêmio Planeta Azul, uma espécie de Nobel do meio ambiente.
O
Globo
O
grupo propõe uma nova forma de medir as riquezas de um país, que leve em conta,
por exemplo, os custos ambientais do crescimento econômico, seu capital verde e
o nascimento de um mercado com menos uso de CO2.A proposta foi apresentada
ontem em Nairóbi, no Quênia, em um encontro promovido pelas Nações Unidas.
O
grupo acredita que a sociedade global não conseguirá manter seu atual
crescimento nas bases levantadas décadas atrás. Talvez o maior sinal de
esgotamento do planeta venha das emissões de carbono.
Os
laureados com o Planeta Azul lembram o que ocorreu nas últimas seis décadas com
o Brics. Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, neste período, viram sua
participação no PIB mundial crescer de 23% para 32%. O motor deste fenômeno
foram os combustíveis fósseis — responsáveis por 90% do consumo energético
destes países.
Agora,
eles respondem por 35% da liberação de gases-estufa. Sessenta anos atrás, o
índice era de 15%.
Postado por
Sávio Hackradt
O
horário de verão acaba no dia 26 de fevereiro, mas quem tem mais dificuldade em
se adaptar à mudança deve começar a preparar o organismo com antecedência,
antecipando o horário de dormir cerca de dez minutos a cada dia. A orientação é
do coordenador do serviço de neurologia do Hospital Anchieta, Ricardo de
Campos. “Ao invés de esperar o dia da virada do horário, o interessante é que a
cada dia fosse dormindo dez minutos mais cedo, até estar dormindo uma hora mais
cedo, e o corpo não vai padecer”.
Agência
Brasil
O
médico explica que as mudanças sentidas pelo organismo com o início ou o fim do
horário de verão são por causa de hormônios como o cortisol e a melatonina, que
regem o nosso relógio biológico e são secretados de acordo com o tempo de
exposição ao sol e à escuridão. “Dessa forma, todo o metabolismo do organismo
passa a se pautar de acordo com as taxas de secreção desses hormônios. Quando
uma hora do dia é suprimida ou acrescentada, passa a ter alterações nesse
metabolismo”.
Os
efeitos dessas mudanças, segundo Campos, vão desde alterações no sono, que
podem causar irritabilidade, estresse e baixa produtividade, até o aumento da
instabilidade vascular. Além dos idosos, as mulheres sentem bastante as
mudanças de horário, pois têm diversas oscilações no organismo relacionadas à
produção de hormônios. “Mudanças abruptas no nosso relógio biológico trazem
malefícios incontestáveis em relação à saúde”, diz o especialista.


