19.8.12
Postado por
Sávio Hackradt
Por que o Brasil não salta a barreira do blá-blá-blá e
engrena uma política vencedora de esporte na escola
Christian Carvalho Cruz - O Estado de S.Paulo
Joaquim Carvalho Cruz (sim, só uma coincidência) tinha 21
anos quando, vestindo azul, carregou sua magreza e seu semblante de esforço ao
até hoje único ouro olímpico do Brasil em provas de pista no atletismo. Correu
a final dos 800 metros rasos dos Jogos de Los Angeles, em 1984, em 1 minuto e
43 segundos, recorde olímpico na ocasião. Lá se vão quase 30 anos. E tanta
coisa mudou de lá para cá. A União Soviética, que boicotou aquela Olimpíada,
desapareceu. A China ficou só em quarto. O próprio Joaquim, que continua magro,
modesto e tímido, já não tem aquela cabeleira toda, ganhou uns fios grisalhos e
agora fala com leve sotaque americano - reflexo dos 30 anos nos Estados Unidos,
onde estudou, casou, cria seus dois filhos adolescentes, trabalha num centro
médico da Marinha americana procurando talentos esportivos entre militares
feridos de guerra, treina atletas olímpicos e paraolímpicos do país e,
finalmente, onde pensa em maneiras de mudar o Brasil por meio do esporte.
"É incrível que nesses 30 anos quase nada tenha
mudado estruturalmente nessa área. Será que nossos dirigentes e políticos ainda
não enxergaram que a solução para nossos problemas está no esporte na
escola?", ele pergunta retoricamente, porque sabe bem a resposta. "É
na escola que formaremos uma base grande da qual será possível tirar muitos
campeões." De outro modo, ele lamenta, continuaremos a suspirar por
esporádicos heróis como o ginasta Arthur Zanetti, ouro nas argolas em Londres,
e os irmãos Falcão do boxe, que treinavam humildemente socando humildes
bananeiras num humilde quintal. "A falta de oportunidades para o garoto
brasileiro que queira ser esportista me assusta."
Leia mais em Uma volta atrás
18.8.12
Postado por
Sávio Hackradt
Ao doar apenas até agosto deste ano, US$ 75 milhões em
comida para os países que enfrentam situações de crise, o Brasil passa a ser
considerado um dos maiores colaboradores do Programa Mundial de Alimentos (PMA)
da comunidade internacional. Em 2011, o governo brasileiro doou mais de 300 mil
toneladas de comida para 35 países. Paralelamente, o Brasil é apontado como uma
das nações que mais se destacam no apoio à ajuda humanitária.
Agência Brasil
Em comunicado, o PMA ressaltou a atuação do Brasil tanto
na doação de alimentos como na assistência humanitária internacional, por meio
de parcerias. O governo brasileiro comunicou que manterá as doações de
alimentos não só até dezembro como também em 2014.
A ideia é distribuir até o fim do ano 90 mil toneladas de
arroz para a Bolívia e Honduras, na América Latina, e Burundi, Congo, Etiópia,
Gâmbia, Uganda, Moçambique, Níger, Senegal e Zimbábue, na África.
O Brasil colabora com missões de paz no Haiti, país cujo
governo atua para buscar a estabilidade política, econômica e social, e na
Síria, que há 17 meses enfrenta confrontos internos devido às divergências
entre o presidente, Bashar Al Assad, e a oposição.
O Ministério das Relações Exteriores informou que o Brasil
mantém uma série de parcerias com vários países para estimular a produtividade
agrícola e o desenvolvimento rural, na tentativa de buscar a segurança
alimentar.
"As experiências em programas de alimentação escolar,
em que os alimentos são comprados a partir de pequenos agricultores locais
podem enriquecer o debate entre o Brasil e os governos africanos em torno da
promoção do direito à alimentação", disse o diretor do Centro de
Excelência do Programa Mundial de Alimentos para a África, Daniel Balaban, que
atua em parceria com o Brasil.
Só no Haiti, o país mais pobre das Américas, mais de 24
mil toneladas de arroz e feijão brasileiros foram distribuídas para os
moradores que sofreram com o terremoto de janeiro de 2010. Os custos de
distribuição foram cobertos pela Espanha. Na África, mais de 65 mil toneladas
de milho e feijão brasileiros foram doados para países, como a Somália.
Postado por
Sávio Hackradt
As denúncias feitas ao telefone Disque 100 sobre
violência contra crianças e adolescentes vão ganhar mais agilidade. Um convênio
assinado ontem (17) entre a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da
República e todas as unidades do Ministério Público (MPs) do país vai permitir
que as denúncias feitas ao serviço telefônico do governo federal sejam
repassadas, na mesma hora, aos diversos MPs, por meio de um sistema de
computador com acesso comum.
Agência Brasil
O convênio faz parte da criação da Rede Protege-Disque
Direitos Humanos (Disque 100) e foi assinado pela ministra dos Direitos
Humanos, Maria do Rosário, e representantes dos MPs, reunidos durante o 1º
Congresso Internacional do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do
Ministério Público dos Estados e da União (CNPG).
“Este termo de cooperação faz com que quando uma pessoa
telefone de qualquer lugar do Brasil, a qualquer hora, esta ligação seja
transcrita e, via online, apareça na tela do Ministério Público de cada um
dos estados brasileiros. Desta forma, nós vamos encaminhar a denúncia
diretamente para conselhos tutelares, para toda a rede de apoio e para
delegacias, e o Ministério Público já estará ajudando a cobrar e a atender essa
denúncia para proteger a criança”, explicou Maria do Rosário.
Ela destacou que o objetivo também é fortalecer a rede de
proteção a crianças e adolescentes. Atualmente apenas 12 municípios no país não
têm conselhos tutelares, mas o desafio é qualificar esses órgãos.
O ouvidor nacional dos Direitos Humanos, Bruno Renato
Teixeira, disse que 80% das denúncias ao Disque 100 são referentes à violência
contra crianças e adolescentes. “Apenas neste primeiro semestre, já recebemos
mais de 20 mil denúncias relacionadas a violações aos direitos humanos”, disse
Teixeira.
O Disque 100 também pode ser usado para denúncias de
violência contra idosos, deficientes físicos, tortura, violência policial e
homofobia. O serviço é gratuito, anônimo e funciona 24 horas todos os dias da
semana.
17.8.12
Postado por
Sávio Hackradt
Nesta quinta-feira o governo equatoriano aceitou o
pedido, mesmo depois de ter sido "ameaçado" pela Grã-Bretanha, cujo
Ministério das Relações Exteriores indicou a possibilidade de ordenar que
policiais invadam a embaixada para prender Assange e enviá-lo à Suécia.
BBC Brasil
O caso deu início a uma série de rusgas diplomáticas
envolvendo os dois países diretamente. Também envolveu de forma indireta a
Austrália, país natal que, segundo Assange, vem falhando em lhe proteger, e os
Estados Unidos, para onde ele teme ser entregue pelas autoridades suecas.
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Sávio Hackradt
A última edição da revista britânica “Economist”
destacou uma mudança de rumo na política econômica brasileira, ao analisar o
pacote de investimento em transporte anunciado na quarta-feira pela presidente
Dilma Rousseff, em solenidade no Palácio do Planalto.
O Globo
Segundo a publicação, o governo anunciou um plano para
privatizar a infraestrutura ao mesmo tempo em que resiste à pressão dos
servidores públicos em greve. Para a revista, o anúncio de parceria com o setor
privado representa uma guinada do governo em relação às bandeiras do PT.
Leia mais em ‘Economist’ vê mudança de rumo de Dilma Rousseff
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Sávio Hackradt
De 5.357 municípios brasileiros que tiveram o ensino
fundamental avaliado nos anos finais, apenas dez conseguiram “nota” igual ou
superior a 6 no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) de 2011. A
nota 6 foi estabelecida como padrão pelo MEC (Ministério da Educação) de acordo
com os índices obtidos com base nas médias dos países ricos da OCDE
(Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico).
Suellen Smosinski do UOL
Nos anos iniciais do fundamental, o número de cidades que
atingem a nota 6 sobe para mais de 700 (de um total de 5.227). As capitais de
Estado não aparecem em nenhuma das listas. No Ideb de 2011, divulgado nesta
terça-feira (14), a nota do Brasil está em 5 no primeiro caso e em 4,1 no
segundo - as metas eram 4,6 e 3,9, respectivamente.
Leia mais em Ideb 2011: apenas dez municípios têm educação de país rico nos anos finais do fundamental
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Sávio Hackradt
Os brasileiros estão mais conscientes sobre a
importância do meio ambiente do que há 20 anos. Na comparação entre os
primeiros e últimos resultados, divulgados em junho, a pesquisa O Que o
Brasileiro Pensa do Meio Ambiente e do Consumo Sustentável, realizada desde
1992, mostrou que a consciência ambiental no país quadruplicou.
Agência Brasil
As versões do levantamento mostram, que enquanto na
primeira edição, que ocorreu durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio
Ambiente e Desenvolvimento, a Rio 92, 47% dos entrevistados não sabiam
identificar os problemas ambientais. Este ano, apenas 10% ignoravam a questão.
Na média nacional, 34% sabem o que é consumo sustentável
atualmente. “Esta é uma pesquisa que mostra claramente tendências”, explicou a
secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do
Meio Ambiente, Samyra Brollo de Serpa Crespo.
Nessa projeção, a população da Região Sul mostrou-se mais
engajada ambientalmente. Mais da metade dos sulistas sabem o que é consumo
sustentável. “A diferença do Sul é impressionante em termos dos mais altos
índices não só de acertos mas de atitudes corretamente ambientais”, disse.
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Sávio Hackradt
A coleta de esgoto chega a todos os domicílios apenas
em cinco das cem maiores cidades brasileiras: Belo Horizonte, Santos, Jundiaí,
Franca e Piracicaba. Já o tratamento de esgoto não chega a todos os domicílios
em nenhuma das cem maiores cidades. Os dados fazem parte do Sistema Nacional de
Informações sobre Saneamento Básico (SNIS), do Ministério das Cidades, e são
referentes a 2010.
UOL – Valor Econômico
Os dados mostram que 54% da população brasileira não
possui coleta de esgoto e que 38% do esgoto é tratado. A água encanada chega a
81% da população, enquanto a perda no sistema --causada por vazamentos e
ligações irregulares-- chega a 36%.
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Sávio Hackradt
Parece, mas não é: descubra produtos que, embora mais
saudáveis do que fast food, não devem ser consumidos com frequência pelas
crianças
Renata Losso - especial para o iG São Paulo
Uma das principais preocupações dos pais é a alimentação
dos filhos. A busca por soluções para uma criança que não come costuma passar
por negociações, com os adultos aceitando substituir alimentos saudáveis por
opções que, se não são uma fruta fresca, pelo menos tampouco são tão
condenáveis quanto um hambúrguer com batatas fritas.
Leia mais em Sete erros da alimentação infantil