CALANGOTANGO não é um blog do mundo virtual. Não é uma opinião, uma personalidade ou uma pessoa. É a diversidade de idéias e mãos que se juntam para fazer cidadania com seriedade e alegria.

Sávio Ximenes Hackradt

6.9.11


O Curso de Gestão Pública da Universidade Potiguar promoverá nos dias 8 e 9 de setembro, das 16h às 22h, no Auditório do Campus Floriano Peixoto, a IV Semana de Gestão Pública.
Em sua quarta edição, a Semana terá como tema: “A importância da Educação Superior para a administração pública".
Durante dois dias, serão realizadas palestras e exposições de painéis, pela comunidade acadêmica, e debatidos os novos caminhos da gestão pública.
As inscrições podem ser realizadas através do site da Universidade – www.unp.br
Programação
08/09/2011 – Abertura
Auditório 2 da Unidade Floriano Peixoto - 19h00min às 22:30h.
Palavra da direção - Profa. Maria Tânia Inagaki - Diretora do Curso de Gestão Pública
Apresentação cultural: Coral UnP
Palestra de Abertura – A Educação na Gestão Pública
Palestrante – Francisco Honório Medeiros Filho
09/09 – 16:00h às 21:30h
Apresentação de Painéis nas categorias: Direito, Direito Administrativo, Gestão de Pessoas, Gestão Financeira e Comunicação e Cidadania.
Palestra 1 – Tenente Coronel Margarida Brandão Fernandes – O Uso de Ações Afirmativas da Polícia Militar no Combate às Drogas
Palestra 2 – (17:30h)
José Luiz Goldfarb – Cultura educacional e Novas Mídias: Resultados na Gestão JOSÉ LUIZ GOLDFARB
Palestra 3 – (18:30h)
Lênin Guerra – Perspectivas do Ensino Superior Brasileiro.
Palestra 4 – (19:30h)
Cláudia Maria Costin - A Nova Gestão Pública no Contexto Global.
Encerramento -
Lançamento de livros com momento de autógrafos. Cláudia Maria Costin autografará o livro “Administração Pública”.

Elaine Patricia Cruz
da Agência Brasil
No Brasil, sete em cada dez presos que deixam o sistema penitenciário voltam ao crime, uma das maiores taxas de reincidência do mundo, disse hoje (5) o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Cezar Peluso. Segundo ele, atualmente cerca de 500 mil pessoas cumprem pena privativa de liberdade no Brasil. “A taxa de reincidência no nosso país chega a 70%. Isto quer dizer que sete em cada dez libertados voltam ao crime. É um dos maiores índices do mundo”.
A declaração do ministro foi feita durante a assinatura de renovação de parceria entre o CNJ e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) dentro do programa Começar de Novo, que prevê a criação de vagas para detentos e ex-detentos no mercado de trabalho e em cursos profissionalizantes. De acordo com o CNJ, o público atendido pelo programa exerce atividades nas próprias unidades prisionais, em órgãos públicos, empresas privadas e entidades da sociedade civil. Em setembro, 300 presos do Maranhão deverão ser empregados na construção de três mil casas do Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal.
“O programa Começar de Novo visa à sensibilização de órgãos públicos e entidades da sociedade civil para que forneçam postos de trabalho e cursos de capacitação profissional aos presos e egressos do sistema carcerário. O objetivo do programa é promover a cidadania e, consequentemente, diminuir a criminalidade”, disse Peluso.
Segundo o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, a entidade pretende contribuir com o programa de duas formas: recomendando as empresas que poderão empregar detentos e ex-detentos e na formação de mão de obra para atender às exigências do mercado. “Estamos aqui renovando este convênio e dizendo que a indústria precisa ajudar na quebra do ciclo de criminalidade. É uma série de passos para chegar em um único objetivo que é 'começar de novo', dar uma oportunidade para aquele que errou, pagou pelo erro e tem direito a ter uma nova oportunidade”, disse Skaf.
O programa Começar de Novo foi criado em outubro de 2009 com o objetivo de oferecer oportunidades de capacitação profissional e de trabalho para detentos e ex-presidiários. Até o dia 1º de setembro deste ano, segundo dados do CNJ, 1.696 postos de trabalho foram ocupados por detentos ou ex-detentos em todas as regiões do país. Do total, 696 ocorreram somente entre maio e setembro deste ano, demonstrando, segundo o conselho, um aumento no ritmo de preenchimento de vagas.
“Nem todos [os presos] estão aptos ao trabalho. Dentro deste cenário, temos um quadro muito pequeno de presos trabalhando. Menos de 14% dos 500 mil presos [existentes no país] trabalham, e menos de 8% estudam. Podemos ver por aí que temos um desafio enorme pela frente no sentido de qualificar esta população e quebrar este ciclo de criminalidade que vem sendo gerado ao longo do tempo”, disse Luciano Losekann, juiz auxiliar da presidência do CNJ e coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Setor Carcerário.
Segundo Losekann, a maior dificuldade para inserir os presos no mercado de trabalho é a falta de qualificação e estudo. “Por não ter qualificação e estudo suficiente, a primeira barreira para o preso é justamente conseguir um tipo de qualificação que seja compatível com seu grau de instrução. Então é necessário treiná-lo, capacitá-lo e educá-lo durante o período de prisão, para tentar fazer com que esse sujeito chegue em um estágio no qual seja possível ele ter alguma forma de emprego, de sustento e de renda”, declarou.
Durante a cerimônia, o CNJ também lançou a Cartilha do Empregador, que traz informações para o empresário sobre como aderir ao programa e contribuir para a reinserção do preso no mercado de trabalho.

5.9.11


Entrevista 10 x 140 – Por Pedro Henrique (@PH_natal)

Perfil de Roberta Cynthia - Natal/RN, 25 anos, solteira, graduada em Serviço Social e Técnica em Controle Ambiental. Adora esportes em geral e optou por ser concurseira.

P- Como e quando surgiu o interesse de fazer o curso de Serviço Social?
Roberta - Serviço Social é uma paixão platônica na minha vida,não sei como e nem o porquê de fazer o curso, mas era uma experiência que tive de viver.
P- Fez também o curso de Técnico em Controle Ambiental pelo CEFET/RN. Por que esse interesse?
Roberta - Optei por Controle Ambiental, porque era um curso novo em Natal e que prometia/promete ser o curso do futuro. Senti a necessidade e fiz.
P- E agora está cursando Tecnologia de Análise e Desenvolvimento de Sistemas no IFRN. Quantos cursos pretende fazer.. (risos)?
Roberta - Eu não pretendo parar de estudar NUNCA. Sou de gêmeos e tenho múltiplas vontades e habilidades, mas TADS é o curso da minha vida. Meu sonho.
P- Qual desses cursos, qual o que você mais recomenda? Por que?
Roberta - Recomendo os três, pois tive a sorte de estudar em duas instituições de Ensino Público qualificadas e de reconhecimento no Mercado. 
P- Você optou por não trabalhar e fazer concursos. Qual o concurso que você está de olho?
Roberta - Meu sonho é qualquer concurso da área policial, tanto a nível estadual quanto federal. Mas também almejo uma Petrobrás ou Transpetro.
P- O que é necessário para se passar num concurso concorrido?
Roberta - Disciplina, perseverança e dedicação são a alma do negócio. Você deve ter foco e insistir até conseguir o que você deseja. Nem sempre é fácil.
P- E essa sua paixão por esportes em geral, já praticou algum?
Roberta - Herdei essa paixão do meu pai. Já fiz 5 anos de caratê, 2 anos de natação e era goleira de futsal e handball nos jogos internos da Escola.
P- Um sonho a ser realizado?
Roberta - Sonhos se realizam e se modificam todos os dias.Então, acredito que hoje já realizei grandes sonhos e outros sempre virão. É um ciclo eterno.
P- O que é o Twitter para você?
Roberta - É uma ferramenta de trabalho, lazer, diversão e disseminação de conhecimento, que revolucionou as redes sociais pelo dinamismo e liberdade.
P- Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Roberta - Sou fascinada por cinema e seriados de TV. Normalmente, só deixo os estudos pela sétima arte ou por navegar na internet. Adoro ler blogs.
*Se você quer conhecer um pouco mais a Roberta Cynthia converse com ela no Twitter @Nikitahrn

Wellton Máximo
da Agência Brasil
Beneficiadas por R$ 3,5 bilhões nos cofres federais apenas no ano passado, as organizações não governamentais (ONGs) contam com um estímulo para terem o nome envolvido em irregularidades: a incapacidade de fiscalização pelo Poder Público. Em 2010, 45,7 mil convênios não tiveram a prestação de contas analisada, num total de R$ 21,1 bilhões empenhados (autorizados) e cuja aplicação não teve qualquer acompanhamento. O valor equivale a 54,9% – mais da metade – dos R$ 38,4 bilhões em convênios fechados desde 1999 entre a União e entidades sem fins lucrativos.
Os números constam do Relatório das Contas de Governo do Exercício de 2010, aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em junho com ressalvas. De acordo com o levantamento, 2.780 entidades deixaram de entregar a documentação, mas o principal problema ocorre com as organizações que enviaram os esclarecimentos, mas não tiveram a prestação de contas verificada. Ao todo, 42.963 convênios estavam nessa situação no fim do ano passado, num atraso médio de seis anos e dez meses na análise dos papéis.
Em relação a 2009, o valor das prestações de contas não analisadas, por falta de encaminhamento dos documentos ou pela demora dos órgãos concedentes, subiu 12,1%. Na comparação com 2006, a diferença é ainda maior: 120%. Há cinco anos, o montante dos convênios não fiscalizados somava R$ 9,58 bilhões.
Se a fiscalização da atuação das entidades sem fins lucrativos leva tempo, a punição é mais rara. A estatística mais recente, divulgada pela comissão parlamentar de inquérito (CPI) das ONGs, que começou em 2007 e só teve o relatório publicado em dezembro do ano passado, apontava que apenas 2,7% dos convênios firmados entre 1999 e 2006 foram considerados inadimplentes e tiveram a liberação de recursos suspensa pelo governo federal. Se forem levados em conta os contratos que chegaram a ser suspensos, mas tiveram a punição revertida, o total chega a 3,3%.
Auditor do TCU que atuou como técnico da CPI das ONGs, Henrique Ziller diz que a descentralização e a falta de pessoal para a análise dos contratos são os principais responsáveis pela ineficiência no monitoramento das ONGs. “De fato, os órgãos de controle não têm condições de realizar qualquer trabalho de acompanhamento na enorme quantidade de convênios com entidades não governamentais”, avalia. No curto prazo, ele defende a fiscalização por amostragem para diminuir a impunidade: “Seria uma quantidade muito pequena, mas que seria fiscalizada e serviria de exemplo”.
Atualmente, a análise das prestações de contas não é centralizada em um ministério, mas cabe apenas ao órgão federal responsável pelo convênio. O mesmo ocorre com a escolha das entidades que recebem recursos públicos. “Essa fragmentação abre caminho para um festival de favorecimento pessoal, por meio de convênios e parcerias que o Poder Público não tem estrutura para fiscalizar”, diz Ziller, que também é presidente do Instituto de Fiscalização e Controle (IFC).
Diretora executiva da Associação de Organizações Não Governamentais (Abong), Vera Marzagão diz que, pelo menos no nível federal, esforços para melhorar a transparência têm sido feitos. Ela cita o Portal da Transparência (www.portaltransparencia.gov.br) e o Portal dos Convênios (www.convenios.gov.br). Para Vera, o grande problema está na escolha das entidades que atuam em parceria com o Estado. “Mecanismos de controle existem até demais. O que não há é critério para a distribuição dos recursos”, critica.
Criado em 2008, o Portal dos Convênios contém registros de convênios firmados pela União com estados, municípios e entidades sem fins lucrativos. No endereço, o cidadão tem acesso aos documentos da assinatura e ao acompanhamento das ações desenvolvidas. No entanto, a prestação eletrônica de contas está sendo elaborada há quase três anos. A demora foi criticada pelo TCU no relatório das contas federais de 2010. O órgão recomendou que o Ministério do Planejamento, responsável pelo portal, remaneje analistas de informação para acelerar a conclusão da ferramenta.

4.9.11


Coluna Mercado imobiliário por @PH_natal
Durante a obra, é de bom tamanho fazer visitas à construção para observar e fotografar os materiais em uso, com as marcas do fabricante visíveis. É recomendável abrir torneiras e chuveiros para constatar o fluxo e o escoamento da água e outras funções, como a correta abertura de portas e janelas. Desníveis, falhas na pintura e qualquer outro tipo de acabamento devem ser fotografados.
As chaves do imóvel não devem ser aceitas antes que o comprador faça a completa vistoria. Na impossibilidade de vistoriar de imediato, deve ser formalizado que a posse do imóvel é provisória, e que só será efetivada após as constatações de bom funcionamento dos sistemas e o perfeito acabamento do imóvel.
Por ora, a lei determina que a responsabilidade da construtora sobre o imóvel tem a duração de cinco anos. Porém, não se trata somente desta garantia. Trata-se de usufruir todos os direitos da compra, e ocupar o imóvel adquirido em perfeitas condições, que façam da moradia um prazer, e não uma dor de cabeça.
Tomar precauções no decorrer da obra e vistoriar o imóvel antes do aceite definitivo das chaves é um procedimento que pode evitar o ingresso na lista dos 240 mil mutuários que atualmente, em todo o Brasil, caminham com processos na Justiça, por conta de insatisfação com seus imóveis comprados na planta.
Fonte: Exame

Entrevista 10 x 140 – Por Pedro Henrique (@PH_natal)

Perfil de Tereza Laise - Currais Novos/RN, 26 anos, casada, formada em Administração-UFRN, sócia de uma empresa de eventos. Hobby predileto: corujar a sua cria.

P- Quando e como resolveu vir morar na capital?
Tereza Laíse - Quando vim morar em Natal, eu não "apitava" em nada na minha vida, tinha 12 anos. Viemos, toda a família, porque meu pai foi transferido
P- Quando resolveu fazer o curso de Administração?
Tereza Laíse - Em 2006, no meio do curso de Turismo, descobri minha paixão por Administração. Joguei tudo para cima e 6 meses depois troquei de curso.
P- Fale um pouco da atividade da AT Eventos.
Tereza Laíse - A AT Eventos é a minha paixão. Temos um mix variado de serviços que vão desde casamentos à feiras internacionais. Só indo na AT para ver!
P- Que tipo de eventos são realizados pela sua empresa?
Tereza Laíse - Fazemos casamentos, eventos corporativos, simpósios, congressos, feiras... O que o cliente desejar, nós realizamos! Com gosto, graça e amor.
P- Como você decidiu criar uma empresa de eventos?
Tereza Laíse - A ideia partiu da minha mãe, ela foi o ponto de partida. Tudo começou com uma brincadeira que cresceu, se profissionalizou e deu certíssimo!
P- As redes sociais lhe ajudam no desenvolvimento dessa sua atividade?
Tereza Laíse - Não apenas as redes sociais em si, mas a internet como um todo. O mundo todo está aqui. Nem lembro como era a minha vida antes do twitter.
P- Você já realizou algum trabalho voluntário ou tem vontade de realizar? Como seria esse trabalho?
Tereza Laíse - Realizei e ainda realizo. E, posso dizer que, isso é algo que me realiza no sentido mais figurado e prazeroso da palavra.
P- Qual o seu sonho profissional?
Tereza Laíse - Meu sonho eu já realizei, ter a minha empresa consolidada e muito bem sucedida. Hoje eu tenho metas para que o sonho continue firme e forte.
P- O que é o Twitter para você?
Tereza Laíse - O twitter é o meu divã, meu pátio de recreio, meu ombro amigo, minha pracinha de interior. Fiz amizades dignas do meu amor através dele.
P- Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Tereza Laíse - Quem me segue, bem sabe. Corujo minha cria, sambo, curto quem amo, rezo, aprecio o mar e dou uma tuitadinha no meio disso tudo.
*Se você quer conhecer um pouco mais a Tereza Laise converse com ela no Twitter @TerezaLa

O ConsumerLab da Ericsson divulgou os resultados do seu estudo anual “TV & Video Consumer Trend Report 2011”, que mostra que as pessoas estão passando menos tempo assistindo às transmissões de TV programadas e estão gastando mais tempo assistindo à TV online via streaming e sob demanda. Mais de 44% dos entrevistados afirmaram que assistem à TV sob demanda pela internet mais de uma vez por semana, enquanto 80% assistem a transmissões de TV mais de uma vez por semana.
Fonte: Adnews
Foram coletados dados na Alemanha, Austrália, Áustria, Brasil, China, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Rússia, Suécia e Taiwan. No total, foram conduzidas 22 entrevistas qualitativas e 13 mil quantitativas, o que representa quase 400 milhões de consumidores.
De acordo com Anders Erlandsson, conselheiro sênior do Ericsson ConsumerLab, “as pessoas querem poder escolher entre a programação e o vídeo sob demanda. A TV e o vídeo não foram afetados negativamente pela internet da mesma maneira que a mídia impressa. Nós apenas assistimos à TV de mais formas do que antes”.
O uso de mídia social impacta modo de ver TV
O estudo também mostra que o uso das mídias sociais impactou a forma como as pessoas assistem à TV. Mais de 40% dos entrevistados afirmaram que usam as mídias sociais em vários dispositivos, como smartphones e tablets, enquanto assistem à TV.
“Nossas entrevistas aprofundadas – especialmente aquelas feitas nos EUA, que estão na vanguarda das tendências de consumo em TV e vídeo – mostram como o uso das mídias sociais impacta a forma de se assistir à TV.
A maioria das famílias combina a TV com o uso do Twitter, Facebook, mensagens de texto, chamadas de voz e fóruns de discussão sobre o que estavam assistindo. É assim especialmente quando assistem a reality shows e esportes. Essa comunicação agrega uma nova dimensão à experiência de TV, à medida que os consumidores acham um reality show irritante mais divertido quando podem comentar nas mídias sociais sobre os cantores 'horríveis', as roupas 'feias' ou quando seu time favorito faz um gol”, diz Erlandsson.
Em termos de o que os consumidores mais esperam da sua TV, a boa qualidade permanece sendo o principal fator e ela é mais importante do que, por exemplo, a disponibilidade de TV 3D e acesso a aplicações.
A pesquisa também mostra quantas horas por semana em média as pessoas passam vendo TV e que porcentagem do total elas estão usando conteúdo sob demanda. As pessoas na Alemanha passam pelo menos 25 horas por semana assistindo a TV e vídeo, mas apenas 28% deste conteúdo é sob demanda. Na Espanha, 44% de toda a audiência é sob demanda.

Em 20 anos, a Suíça vai sair da era nuclear, pelo menos vai abandonar a atual tecnologia, deixa uma porta aberta para tecnologias futuras, como confirmou a comissão de energia do Senado suíço, nesta terça (30). Fica a missão de enterrar dezenas de milhares de toneladas de lixo radioativo das usinas nucleares. Na Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), testa-se uma estocagem a barreiras múltiplas em que o lixo poderia ficar séculos, até tornar-se inofensivo.
Portal Vermelho com informações de Marc-Andre Miserez, swissinfo.ch
Atualmente, o lixo nuclear das centrais suíças esfriam muito lentamente em imensas piscinas nas próprias usinas e no depósito intermediário de Würenlingen, cantão de Argóvia (norte). Desde 2006 e a moratória votada pelo Parlamento para a construção de novas usinas, a Suíça deixou de enviar o lixo radioativo ao gigante francês Areva, para reciclagem na usina de La Hague.
A reciclagem existe: A Areva afirma que 96% das barras usadas das usinas nucleares francesas voltam a ser enriquecidas para reutilização como combustível. Os ecologistas do Greenpeace desmentem e dizem que esses dados se explicam pelas exportações ilegais que vão enferrujar em depósitos na Sibéria.
É verdade, quando se trata de nuclear, nada é simples nem totalmente transparente.
Alessio Ferrari é um cientista e não um político. Pesquisador pós-doutorando no laboratório de mecânica dos solos (LMS) da Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), ele trabalha na maneira em que a rocha poderia abrigar o lixo radiativo sem que jamais ele entre em contato com o meio ambiente nem com os lençóis freáticos. É a opção de depósito em camadas geológicas profundas, escolhida pela Suíça e por seus vizinhos. Se na superfície, o processo parece marcar o passo, nos laboratórios a pesquisa avança rapidamente.
“Há uma forte aceleração, no plano europeu, nos últimos cinco a dez anos”, diz Alessio Ferrari. “Os cientistas dispõem agora de melhores laboratórios, melhores resultados, uma compreensão de como os solos se comportam quando as condições mudam. O poder público também estimula a pesquisa porque se dão conta que é preciso, enfim, encontra uma solução”.
As quatro barreiras
A parte do lixo que não pode mais ser reciclada é vitrificada, ou seja, derramada em uma matriz de vidro reputada como quimicamente estável. Mas o lixo ainda é ativo e, portanto, produz calor: até 150° durante séculos para o esfriamento total depois de 10 mil a 100 mil anos. Nada garante que radioatividade não vaze do envelope vitrificado.
Então essa primeira barreira não é suficiente. A segunda é um container de aço. Apesar de ter várias dezenas de centímetros de espessura, o container também não é uma garantia absoluta e milenar contra os vazamentos radioativos.
Isso sem contar as possíveis agressões exteriores, sobretudo da água que poderia corroer o metal. Em princípio, a rocha é pouco permeável aos líquidos, mas para não ameaçar os tataranetos, os cientistas preveem uma terceira barreira antes das rochas.
“Não podemos simplesmente colocar esses containers no fundo de um túnel”, explica Alessio Ferrari. “É preciso um material tampão entre os containers e a rocha. O que testamos atualmente é a bentonita, uma espécie de argila que tem a propriedade muito interessante de poder absorver quatro a cinco vezes seu volume inicial de líquido. Quando ela fica saturada, se torna impermeável”.
Centro de competência
No campus da EFPL, o laboratório testa portanto a resistência da bentonita e seu comportamento em situações de calor, umidade e pressão dos containers que pesarão entre 8 e 26 toneladas. Um outra parte do trabalho é feita nas encostas do Grimsel e do Monte Terri, na região do Jura (oeste), em um laboratório gerido por um consórcio internacional de órgãos públicos e de institutos acadêmicos, sob o controle da Secretaria Federal de Topologia.
Isso não quer dizer que essa rede de túneis a 300 metros de profundidade seja o futuro depósito de lixo nuclear da Suíça. Atualmente, a estocagem de lixo radioativo é inclusive proibida. “As rochas que encontramos aqui existem quase por toda parte na Suíça”, explica Alessio Ferrari. O estudo do comportamento da rocha nas mesmas condições exigidas para uma estocagem de material radioativo faz parte de seu mandato.
Os trabalhos do laboratório LMS são em parte financiados pela NAGRA, cooperativa nacional pela estocagem de lixo radioativo, que considera o laboratório da EPFL como referência nessa área.
O século dos séculos
Mas como ter certeza de que o que é testado hoje será válido pelo que aparece como meia eternidade?
Alessio Ferrari está consciente do problema: “A escala temporal de um laboratório é limitada no máximo a alguns anos. Para a rocha, 10 mil anos não é nada na escala de tempo geológica e vamos escolher rochas muito estáveis. Para a bentonita, devemos extrapolar através de um modelo matemático”.
É melhor, se possível, não se enganar porque o modelo suíço de depósito de lixo nuclear prevê que, uma vez fechado, não se mexa mais.

3.9.11


Entrevista 10 x 140 – Por Pedro Henrique (@PH_natal)

Perfil de Ilana Albuquerque - Natal/RN,  solteira, Jornalista, Editora do Jornal Correio da Tarde - Mossoró. Torcedora do ABC, contrariando o pai dela.

P- Quando surgiu o seu interesse em cursar jornalismo?
Ilana - Odeio rotina! Por isso quis ser jornalista. Também para aprender e falar de tudo um pouco. Só não sabia que ganhava tão mal. Rs! 
P- Como é desenvolvido seu trabalho no Jornal Correio da Tarde de Mossoró/RN?
Ilana - Faço a capa do jornal e libero as páginas todos os dias, conectada com a redação em Mossoró pelo Skype! Alta tecnologia! rs!
P- Ser editora de um jornal em outra cidade não atrapalha?
Ilana - Na edição não! Mas na coordenação da redação sim! Conta a favor eu conhecer bem as características sócio-econômicas e políticas de Mossoró
P- Que grande matéria você gostaria de publicar em um jornal?
Ilana - Certamente a cura do câncer e/ou da Aids, ou o fim da fome na África.
P- As redes sociais lhe ajudam a desenvolver sua atividade?
Ilana - Sim. Delas tiramos muitas pautas e nelas fazemos muitos contatos. Me encanta a quebra de barreiras entre as pessoas nessas redes.
P- Qual o seu sonho profissional?
Ilana - Viver da minha profissão. E isso eu já consigo. Acredite, no RN, não é fácil ser e permanecer jornalista.
P- De onde vem essa sua paixão pelo ABC?
Ilana - Degenerei. Papai é americano e me levava, criança, para o Machadão,  mas não dava o que pedia. Me vinguei, virando abcdista. Sorte a minha!
P- Qual a sua expectativa em relação a realização da copa em Natal/RN?
Ilana - Torço, torço muito e acredito que a Copa vem! Minha expectativa é poder cobrir o Mundial de alguma forma. Será uma grande experiência.
P- O que é o Twitter para você?
Ilana - Nossa! Uma grande sala de estar. Um grande mural. Um megafone. Um horizonte que a vista não alcança e um eco sem fim. Adoro!
P- Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Ilana - Gosto de ir ao cinema até sozinha,  comprar, dançar, curtir minha casa e, óbvio, ir ao Frasqueirão torcer pelo BCzão. Tudo tuitando, claro!
*Se você quer conhecer um pouco mais a Ilana Albuquerque converse com ela no Twitter @ilana_albuquerq

Estação Música Total

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