3.10.11
Postado por
Sávio Hackradt
Coluna
Mercado Imobiliário – Por @PH_natal
A
melhor maneira de começar uma negociação é saber o que dizer e como usar suas
palavras pois elas podem custar-lhe a venda ou o cliente. O mais importante não
é o que você fala para seu cliente mas sim como você fala. E isso acontece em
vários casos inclusive na nossa vida pessoal onde muitas vezes usamos as
palavras de uma maneira na qual as pessoas entendam de uma forma totalmente
diferente.
Algumas
dicas simples mas muito importantes de como passar a mensagem de uma maneira
positiva e direta a seus clientes.
O
primeiro passo para uma negociação de sucesso é reduzir ao maximo o seu
discurso, isso porque o seu tempo e o de seu cliente é muito valioso. E
acredite o cliente da muita importância a isso. Então procure ser direto com o
cliente. Mas sem atropelar as etapas da negociação, pois muitas vezes os
vendedores levam horas e até dias para fechar um negocio que podia ser fechada
na hora.
Seja
positivo e nunca responda uma pergunta de forma negativa
Quando
o cliente pedir um desconto se você responder simplesmente não o cliente pode
parar de prestar atenção em sua apresentação. Então substitua o não por algo
que de vantagem ao cliente na compra como uma forma pagamento ou uma
característica do imóvel. Sempre de ênfase ao que você pode fazer pelo cliente
e não para o que você não pode.
De
a impressão ao cliente que ele já comprou o imóvel
Quando
perceber que o cliente se interessou em fazer negócio comece a usar expressões
como o seu imóvel vai se valorizar rapidamente, você esta fazendo uma ótima
aquisição, esse será seu quarto ou o das crianças. Com isso o cliente terá uma
idéia de posse mesmo antes da compra o que ira facilitar o fechamento.
Construa
um relacionamento de afinidade com o cliente
Se
o cliente dividir com você um problema ou uma situação que você tenha
vivenciado algo semelhante diga: sei o que isso significa. Ou já estive na
mesma situação. Com isso sua empatia fará com que o cliente perceba semelhanças
ou pontos em comum entre vocês. E essas afinidades aumentarão as chances de o
cliente comprar de você.
*Por:
Simone Dias – Marketing Imobiliário
2.10.11
Postado por
Sávio Hackradt
Entrevista
10 x 140 – Por
Pedro Henrique (@PH_natal)
Perfil
de Luís Henrique - Natal/RN, 42 anos, separado, Administrador de Empresas
- Especialista em MKT. Captador de área para energia eólica.
P-
Onde você fez o curso de Administração de Empresas?
Luís
Henrique - Na UNP. Unidade da rua Floriano Peixoto.
P-
QUal o motivo que lhe levou a se especializar em MKT?
Luís
Henrique - Sou um admirador do marketing. Aprecio muito
a criatividade como forma de publicidade. De atrair o público
P-
Que outra profissão você exerceria? Por que?
Luís
Henrique - Construção civil. Já possuí
uma construtora e até hoje ao construir acompanho cada
passo. Desde o projeto à execução.
P- Você
faz um trabalho específico no segmento de energia eólica. Fale um pouco
dessa atividade.
Luís
Henrique - Atuo como captador de áreas p/ empresas geradoras.
Hoje estou focado em áreas p/ a CHESF. É a energia do futuro e um grande
alento p/ o RN.
P-
Quais as maiores dificuldades para a implantação de energia eólica no RN?
Luís
Henrique - A criação de uma melhor
estrutura física, logística e incentivos para indústrias do
segmento, gerando empregos e especialização de mão de obra.
P- QUal
o seu sonho pessoal e profissional?
Luís
Henrique - Do rei: "Quero levar o meu canto amigo a qualquer amigo
que precisar. Eu quero ter um milhão de amigos e bem mais forte poder
cantar."
P-
Um dos seus hobbys é praticar Off Road (Rally). Como surgiu esse interesse?
Luís
Henrique - Trabalhava na Kia Motors e Klebinho organizou o 1º RN.
Formamos uma “equipe”, alugamos um voyage, enlouquecemos os mecânicos e
partimos.
P-
Dessas suas viagens pelo litoral, qual foi a mais marcante?
Luís
Henrique - Natal lençóis maranhenses pelo litoral. Dez dias de muita
emoção. Dez amigos. Cinco carros. Os hotéis eram as dunas e as
suítes, barracas.
P-
O que é o Twitter para você?
Luís
Henrique - O TT para mim é como uma praça no interior, onde sempre podemos
rever os amigos, fazer novas amizades, negócio e colocar o assunto em dia.
P-
Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Luís
Henrique - Olha, tuitar é uma delas, pois nos mantém sempre atualizados
sobre o que acontece no País e no mundo. A notícia em tempo
real é fascinante.
*
Se você quer conhecer um pouco mais o Luís Henrique converse com ele
no Twitter @luishenriquemac
Postado por
Sávio Hackradt
Paula
Laboissière
- Agência Brasil
O
governo brasileiro pretende alcançar, até 2015, a taxa de 15 doadores de órgãos
para cada 1 milhão de habitantes. Atualmente, o índice é 11,1 doadores para
cada 1 milhão de pessoas, totalizando cerca de 2 mil doações por ano.
Na
última terça-feira (27), Dia Nacional da Doação de Órgãos, foi lançada a
campanha Seja um Doador de Órgãos, Seja um Doador de Vidas. O objetivo, de
acordo com o Ministério da Saúde, é conscientizar os brasileiros sobre a
importância da doação de órgãos para aumentar o número de transplantes no país.
Para
o presidente da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, Ben-Hur
Ferraz-Neto, é possível alcançar a meta definida pela pasta, desde que as ações
e os investimentos necessários sejam feitos de forma planejada e estruturada.
Uma das iniciativas apoiadas pelo especialista é a capacitação de pessoas que
trabalham na captação de órgãos.
“Elas
vão conversar com os familiares, vão ser formadoras de opinião dentro de um
hospital e do seu próprio bairro. Precisam ser pessoas preparadas para isso,
que tenham respostas e passem a informação de forma detalhada e segura.”
Outra
sugestão é abordar o tema da doação de órgãos nas faculdades de saúde,
incluindo o assunto em currículos de medicina, enfermagem e psicologia, por
exemplo.
Ferraz-Neto
destacou ainda a importância de esclarecer a população sobre o que é morte
encefálica ou morte cerebral – situação em que os batimentos cardíacos são
mantidos via aparelhos apenas para manter o fluxo sanguíneo em órgãos que podem
ser doados.
“As
pessoas precisam receber essa informação no dia a dia, conhecer o processo e
passar a ter confiança antes de estar diante da situação de um parente morto e
com o coração batendo. Naquele momento de dor, é sempre mais difícil receber a
informação, conseguir processá-la e deixar o medo para trás.”
No
Brasil, a doação de órgãos precisa ser autorizada pela família do doador – sem
a necessidade de um documento assinado pela pessoa que morreu.
Em
2010, 1.896 órgãos foram doados. A projeção para este ano, segundo o
ministério, é que o número passe para 2.144 – um aumento de 13%. Já estimativa
de transplantes para 2011 é 23 mil, contra 21.040 em 2010.
Do total de
transplantes no país, 95% são feitos por meio do Sistema Único de Saúde (SUS),
de forma gratuita. O número de pessoas aguardando um órgão atualmente chega a
36 mil.
Postado por
Sávio Hackradt
Daniella
Jinkings
- Agência Brasil
No
Dia do Idoso, celebrado ontem (1º), a psicóloga Vera Lúcia Coelho, professora
do curso de psicologia clínica da Universidade de Brasília (UnB), faz um
alerta: “O Brasil precisa se preparar para o envelhecimento acelerado da
população nos próximos anos.” Segundo ela, as autoridades públicas devem ficar
atentas a isso: “Temos a ilusão de viver em um país de jovens. A propaganda de
que a beleza jovem é a única possível e saudável está impregnada na gente.”
Neste sábado, o Brasil também comemorou oito anos do Estatuto do Idoso.
Segundo
o Censo 2010, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), o Brasil tem cerca de 20 milhões de idosos, o que corresponde a aproximadamente
10% da população do país. A maioria (6,5 milhões) tem entre 60 e 64 anos. Belo
Horizonte, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro são as capitais com maior
número de idosos. Projeções da Organização das Nações Unidas (ONU) indicam que
o Brasil terá, em 2050, 22,5% da população com mais de 65 anos.
O
Estatuto do Idoso prevê várias políticas públicas de valorização dos idosos. No
entanto, a professora da UnB entende que elas não estão sendo cumpridas
integralmente. Além disso, Vera Lúcia defende que toda sociedade esteja atenta
ao envelhecimento populacional. “Ainda não estamos preparados para o
envelhecimento da população.” Para a psicóloga , é preciso que haja uma mudança
de postura no país em relação a esse tema.
O
geriatra Einstein de Camargos, do Hospital Universitário da UnB, concorda com
Vera Lúcia. A estrutura familiar e social, assinala, não contempla a inclusão
dos idosos. “Quem dava apoio [aos idosos] era a família, mas essa estrutura se
perdeu. Hoje, cada um está envolvido com a sua vida. Além disso, as cidades
grandes não estão adaptadas para um idoso.”
Embora
as estatísticas indiquem o crescimento do número de idosos e as famílias
estejam cada vez menos preparadas para conviver com eles, a procura por asilo
no país é pequena, observa Camargos. “Apenas 0,8% dos idosos vive em asilos no
Brasil.” De acordo ele, o governo não dá o apoio a essas instituições nem
fiscaliza suas atividades. “A fiscalização praticamente não existe e a
qualidade é aquém do necessário.”
A
professora aposentada Sonia Ferreira, 70 anos, teve uma amiga que passou mais
de cinco anos em um asilo em Brasília. Segundo ela, a amiga não era maltratada
e acabou ficando doente. “Ela estava debilitada, a família não cuidava dela. O
neto, que era o único parente vivo, a deixou no asilo, onde ficou lá até
morrer”, contou Sonia, que vive com a família.
Um
estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado em maio
deste ano, mostra que o número de instituições públicas que abrigam os idosos
não acompanha o crescimento da terceira idade. O Brasil tem 3.548 asilos, mas
apenas 218 são públicos.
Para
Marcos Terra, diretor do Lar da 3ª Idade Samaritanos, no município goiano de
Águas Lindas, os idosos sofrem abandono em todos as aspectos. Segundo ele, as
instituições que abrigam idosos não recebem nenhum tipo de ajuda governamental.
“Além disso, há dificuldade da nova geração em aceitar e lidar com o idoso.
Faltam políticas de conscientização da sociedade. Os que mais sofrem são as
pessoas carentes.”
1.10.11
Postado por
Sávio Hackradt
O senador José Agripino (DEM), o deputado federal Henrique
Eduardo Alves (PMDB), o marido da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), Carlos
Augusto Rosado (DEM), e o senador e ministro da previdência social, Garibaldi
Alves Filho (PMDB) formaram o cenário para uma fotografia. Os quatro, na casa
do presidente nacional do DEM, José Agripino, em Brasília, no dia 10 de agosto,
num almoço, iniciaram a costura de uma acordo político para as eleições
municipais de 2012, projetando as eleições de 2014 para governador e senador.
Fizeram questão de tornar público o encontro.
E o porta voz foi o senador José Agripino, que disse ao
jornal Tribuna do Norte (11/08) que a pauta principal do almoço foi a aliança
no pleito municipal de 2012, com desdobramento para a sucessão estadual e a
disputa de uma vaga para o Senado. E José Agripino lembrou: “ano passado,
estivemos novamente juntos, o eleitorado aceitou e ganhamos os três, o que foi
uma coisa inédita”. (...) “Por quê não estimular a manutenção dessa aliança que
já deu certo? Vamos começar pelo pleito municipal do próximo ano.” E arrematou:
“com essa tendência de aproximar, o desdobramento para 2014 é fato provável”.
O almoço dos quatro traduz bem a situação
política que vive o Rio Grande do Norte há mais de 60 anos com as famílias
Rosado/Maia/Alves. Sim, não é difícil imaginar uma fotografia em 1950 reunindo,
Dix-Sept Rosado, ex-governador e pai de Carlos Augusto Rosado, Aluízio Alves,
ex-governador e pai de Henrique Eduardo Alves e tio de Garibaldi Alves Filho, e
Tarcisio Maia, ex-governador e pai de José Agripino. Nas décadas de 1960, 1970,
1980 e 1990 é possível também encontrar fotos em cuja composição estejam
Alves/Maia/Rosado. Ou seja, o Rio Grande do Norte é uma repetição desde 1950.
Mas a fotografia dos quatro, no dia 10 de agosto, não
traduz apenas essa repetição histórica de divisão do poder no Estado entre
eles. A fotografia diz também que a decisão política no governo do estado
pertence a Carlos Augusto Rosado, marido da governadora Rosalba Ciarlini. É ele
que senta às mesa, com as lideranças políticas do estado, para decidir quem diz
sim a acordos e conchavos. Tem sido assim desde os primeiros dias do governo. É
só olhar as fotos.
A fotografia dos quatro diz ainda que eles estão
incomodados com o vice-governador Robinson Faria, que ousou ampliar sua força
política, construindo um novo partido, o PSD, com a pretensão de ser candidato
a senador em 2014. Participante de outras fotos com esses mesmos personagens,
Robinson foi excluído do encontro. Os quatro comensais de Brasília não estão
satisfeitos com a ampliação do espaço político do vice-governador. Eles acham
que Robinson não tem força eleitoral para ter a força política que demonstra
com a maioria de deputados na Assembléia Legislativa e ocupando cargos
estratégicos no governo do estado. Robinson, para permanecer entre eles, terá
que esquecer o projeto de ser senador e continuar em 2014, - dependendo ainda
de avaliações deles - como candidato a vice-governador de Rosalba Ciarlini.
Para os quatro de Brasília, o candidato a senador em 2014 é Henrique Eduardo
Alves (PMDB), numa aliança entre PMDB, DEM e PSDB. Eles contam com o PSDB como
um apêndice, sem dar nenhuma importância ao deputado federal Rogério Marinho.
Isso porque Rogério está na condição de deputado federal como suplente do irmão
de Carlos Augusto Rosado, o secretário de agricultura do RN, o deputado
federal, Betinho Rosado. Ou seja, depende deles para continuar na ribalta do
Congresso Nacional, com reflexos no estado.
O eixo central dessa costura política que se iniciou é o
PMDB, partido que vive na bigamia com a presidente Dilma Rousseff e a
governadora Rosalba Ciarlini, respectivamente pertencentes aos quadros dos
antagônicos PT e DEM. O PMDB quer concretizar os sonhos do deputado federal
Henrique Eduardo Alves de ser presidente da Câmara dos Deputados, no biênio
2013-2014, e senador da república a partir de 2015. Parte dos sonhos de
Garibaldi se concretizaram: ele e o pai são senadores em uma mesma legislatura
e o seu filho é deputado estadual. O próximo sonho de Garibaldi é ver o filho,
o deputado estadual Walter Alves, deputado federal. E para isso nada melhor do
que Henrique candidato a senador para abrir a porteira para Walter.
Para Carlos Augusto Rosado e José Agripino, o mais
importante é garantir a reeleição de Rosalba.
A fotografia do dia 10/08 antecipa uma história que se
repete no Rio Grande do Norte.
*Artigo publicado na revista Papangu edição Agosto/2011
Postado por
Sávio Hackradt
Entrevista
10 x 140 com Ângela Michelle
Perfil
de Ângela Michelle – Natal/RN, 21 anos, solteira, canceriana, quer fazer
Administração, sec. do ver. Raniere Barbosa, adora fazer amizades, viciada em
chocolate
P-
Você é viciada em chocolate? E chocolate não engorda? Rsrs... Explique isso.
Ângela
Michelle – Sou uma chocólatra kkk, e como engorda, não é á toa que estou
engordando, mais já estou tratando de queimar essas gordurinhas indesejáveis.
P-
Onde você estuda e qual sua avaliação sobre o ensino secundário na preparação dos
jovens para entrarem na Universidade?
Ângela
Michelle – Terminei há 2 anos e minha avaliação é que é preciso estimular o
sucesso educativo dos alunos e promover a qualidade do sistema educativo.
P-
Que tipo de trabalho você desenvolve no gabinete do vereador Raniere Barbosa?
Ângela
Michelle – secretariado, apoio administrativo e atendimento aos eleitores.
P-
Como você avalia a ocupação da Câmara Municipal pelo Movimento #ForaMicarla?
Ângela
Michelle – Vi a ocupação como uma forma positiva, pois assim veio a obrigação
da transparência do governo da gestora.
P-
Porque você quer cursar Administração?
Ângela
Michelle – Surgiu o interesse quando em uma conversa com meu pai, descobri que
esse era o desejo dele,e agora o meu desejo também.
P-
Quando se formar em Administração pretende trabalhar aonde?
Ângela
Michelle – Até o momento não tenho nada em vista .
P-
Como você ver a participação dos jovens na política?
Ângela
Michelle – Acredito que a maior parte dos jovens não gosta ou não acompanha a política.
P-
Qual sua avaliação dos governos Dilma, Rosalba e Micarla?
Ângela
Michelle – Dilma, esperei muito mais dela. Rosalba, não passa de propaganda
enganosa. Micarla, é a pior gestão que já vi, a cidade está acabada.
P-
O que é o Twitter para você?
Ângela
Michelle – De início apenas uma rede para ocupar meu tempo, hoje vejo também
como uma forma de ficar atualizada nos acontecimentos.
P-
Quando não está estudando ou trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Ângela
Michelle – Nas horas vagas sempre estou twitando ou dormindo.
*
Se você quer conhecer um pouco mais a Ângela Michelle converse com ela no Twitter @angelaalves30
Postado por
Sávio Hackradt
*Artigo
de Louise Marinho
Montaram
uma arena no descampado que é a vista da janela do meu quarto, da sala também
dá pra ver. Essa arena, através dos cartazes espalhados pela cidade, sempre
soube que serviria de matadouro, de palco para a chamada ‘tourada’. Sempre com
repudio e compaixão ‘esperei’ a data da tal ação, para estar longe de casa, ou
de janelas bem fechadas.
Estava
dormindo, fazendo minha siesta, quando acordo com trompetes, tambores e palmas.
Deduzo que seja a tal matança.
Existe uma banda tocando uma música funérea, ou o que era pra ser um alegro,
não sei. Nunca ouvi musica mais triste, nunca ouvi algo mais sombrio. Eram os
instrumentos e os aplausos, aquela velha mistura que por tantas vezes nos
embalaram em danças, pensamentos... Como aquilo pode ser também algo tão negro
e pesado? Logo se ouvem vozes, muitas vozes, risadas e mais aplausos. E o
trompete ressoando. Isso se segue por pouco mais de 20 minutos. A tourada é
rápida, menos pomposa do que imaginava.
Ainda
deitada, imagino esses homens e mulheres, os carrascos e algozes, como um
grande e nojento homem, como um pedófilo molestando ‘sua criança’, como também
aqueles que por pura `não sei o que` assistiam/assistem a torturas e execuções
de pessoas.
Quando
me levanto e finalmente olho pela janela, vejo três homens tradicionalmente
vestidos, dos sapatos ao ego, saindo acompanhados por mais dois, não tão bem
vestidos, mas também imundos. A platéia vai ao delírio, são gritos e palmas
(que remexem tudo aqui por dentro) para os matadores, para a tal cultura. Eles
erguem chapéus e lenços brancos o touro continua na arena, se debatendo. A cada
movimento novos gritos e palmas. O asco e o horror já são tão fortes no meu
peito, que escapa e chega ao meu rosto. A Dani, minha colega, já chegou a
garganta, ela grita, xinga. Me valho dela, em mim o silêncio continua, a
tristeza aumenta. Nunca imaginei que fosse tanto o que eu já imanava muito. O
touro morreu, as pessoas vão saindo. Claro, ainda gritando e rindo alto, como
as bruxas dos contos de fadas. Logo uma música altíssima, um regaton, começa a
tocar, e passou, acabou o show de hoje.
Pra
mim o espetáculo continua, estou de luto, mas saio de branco, a minha luta é
pela vida, paz.
*Louise Marinho, 21 anos, de
Natal, estudante, está na Espanha para cursar um semestre do curso de
Publicidade e Propaganda. Foi chamada pra falar um pouco das suas impressões e
vivências madrilenas por aqui, no Calangotango. Mas avisa que “na Comunicação Social
sou apenas uma estudante, aspirante a redatora”.
Quanto
as suas outras qualificações, habilidades e virtudes, querendo saber, procurem
no louisemarinho@hotmail.com
Bem,
divirtam-se com a Louise aqui no Calangotango.
Ela
estará por aqui duas vezes por mês.
Postado por
Sávio Hackradt
Estão
abertas as inscrições para o oficina “Brincadeiras de Roda” que será realizada
no próximo sábado (8/10) no auditório da Livraria Paulinas, das 9h às 11h.
Na
oficina haverá brincadeiras de roda variadas, oferecendo aos professores
recurso motivador e interdisciplinar em suas aulas.
Os
objetivos da oficina “Brincadeiras de Roda” são: Por meio de atividades de
recreação livre e dirigida, educar os movimentos e colocar em jogo as funções
intelectuais da criança, do jovem e do adulto; Experimentação na movimentação
considerando as mudanças de velocidade, de tempo, de ritmo e o desenho do corpo
no espaço; Sensibilizar os educadores para o valor da brincadeira e dos jogos,
não só como atividade livre, mas também como um método auxiliar no processo de
construção do conhecimento; Proporcionar aos alunos alegria e prazer, convívio
social sadio, estímulo intelectual, crescimento harmonioso e oportunidade de
autodomínio, autoexpressão e autorrealização.
O
público-llvo: Professores da educação infantil, do ensino fundamental, ensino
médio, EJA, ensino superior e demais pessoas interessadas.
Vagas:
30
(Com
pré-inscrição até 05/10 na Livraria Paulinas)
Valor:
R$ 25,00
(Inclui
apostila explicativa + CD com músicas + Declaração)
Instrutora:
Kacianni Ferreira
Professora
- Arte Educadora - Especialista em Cultura e Arte Barroca
Produtora
Cultural - Pesquisadora – Escritora (autora do Livro “Brincadeiras e
Brinquedos: da educação infantil a melhor idade”, Editora Vozes)
Para
mais informações: (84) 8807-7738 / 9198-0727 / 9645-5915
Postado por
Sávio Hackradt
Agência
Brasil
O
horário de verão vai começar no dia 16 de outubro e valerá para as regiões Sul,
Sudeste e Centro-Oeste. A mudança de horário ocorre sempre no terceiro domingo
de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro. No ano passado, o
horário diferenciado resultou na redução de 4,4% da demanda de energia no
horário de pico entre o fim da tarde e o início da noite, quando o consumo é
mais alto nas regiões onde o sistema foi adotado, de acordo com o Ministério de
Minas e Energia.
O
horário de verão é adotado sempre nesta época do ano por causa do aumento na
demanda por energia, motivado pelo calor e pelo crescimento da produção
industrial às vésperas do Natal. No verão, os dias são mais longos por causa da
posição da Terra em relação ao Sol e a luminosidade natural pode ser mais bem
aproveitada adiantando a rotina das cidades em uma hora.





