8.9.11
Postado por
Sávio Hackradt
Apesar
de ter subido cinco posições e estar ocupando o 53º lugar no ranking geral do
Relatório Global de Competitividade 2011-2012, a burocracia, a falta de mão de
obra especializada e problemas de infraestrutura ainda impedem o Brasil de
alcançar um lugar mais alto entre os países mais competitivos do mundo.
Elaine Patricia Cruz
da Agência Brasil
O
diretor presidente do Movimento Brasil Competitivo (MBC), Erik Camarano,
entidade que ajudou a fazer o ranking do Fórum Econômico Mundial no Brasil,
disse ontem (7) à Agência Brasil que o resultado deste ano foi muito positivo
para o país, mas lembrou que o governo ainda precisa investir muito em infraestrutura
e diminuir a corrupção e a burocracia para se tornar mais competitivo e atrair
um volume maior de investimentos.
“Pioramos
a avaliação na infraestrutura do ano passado para cá. Os únicos indicadores de
infraestrutura que melhoraram foram de telefonia fixa e celular. Os outros
todos, especialmente de transportes, mostraram uma piora no ranking. Isso
reforça um tema que a gente tinha levantado no ano passado que é a importância
do investimento em infraestrutura para garantir que ela não seja um gargalo
para a competitividade brasileira”, disse Camarano.
Segundo
ele, apesar dos investimentos em infraestrutura em função do Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC), do pré-sal e de eventos como as Olimpíadas e a
Copa do Mundo, o ritmo desse processo ainda é lento. Ele também destacou dois
complicadores: o valor do frete, o dobro do valor dos Estados Unidos, e a alta
concentração do modal rodoviário. “A matriz de transporte brasileira tem quase
60% em rodovias. Isso tem custo ambiental, de asfaltamento e de conservação
altos, e a mudança desse modal só vai ocorrer quando conseguirmos investir nos
outros segmentos e investir em intermodalidade, ou seja, investir em polos que
possam fazer essa integração de cargas”, declarou.
Entre
os itens mais bem avaliados da economia brasileira no ranking estão o tamanho
do mercado consumidor (oitavo no específico), segurança dos bancos (16º) e
disponibilidade de serviços financeiros (25º).
“Em
vários pilares está tendo avanço. Não há nenhuma questão com relação à condução
da economia brasileira: estamos na direção correta, ou seja, tem a garantia da
estabilidade de preços e da inclusão social. Foi uma estratégia consistente do
ponto de vista macro. Mas o que existe hoje é uma discussão quanto à velocidade
desse crescimento. Para fazermos o salto e pegarmos alguns atalhos para sermos
mais rápidos, precisamos investir naqueles fatores que geram um ambiente mais
inovador e competitivo para o país”, destacou.
Além
dos problemas em infraestrutura, Camarano também ressaltou como aspectos
negativos a burocracia para abertura e fechamento de empresas no país e para a
concessão alvarás de funcionamento e o aparecimento, pela primeira vez no
ranking, da questão da falta de profissionais nas áreas de engenharia e de
ciências aplicadas. “Hoje, no Brasil, estamos formando cerca de 5% ou 6% do
universo de estudantes que saem dessas áreas, enquanto que a China tem 25% de
estudantes saindo de engenharia”.
Os
resultados do relatório mostraram ainda que a competitividade nas economias
desenvolvidas se manteve estagnada nos últimos sete anos e melhorou em muitos
mercados emergentes. Entre o Brics (grupo formado por Brasil, Índia, China,
Rússia e África do Sul), a China continua na liderança, subindo um posto e
ocupando a 26ª posição. “A China tem consistentemente, ano após ano, melhorado
a posição no ranking e a nota de competitividade”, disse Camarano, lembrando
que isso se deve, principalmente porque o país adota uma política de
investimentos agressiva e porque tem investido muito em formação científica e
em inovação. Em seguida aparecem a África do Sul (50ª), o Brasil (53ª), a Índia
(56ª) e Rússia (66ª).
A
primeira posição do ranking geral continua ocupada pela Suíça, seguida por
Cingapura, Suécia, Finlândia, Estados Unidos, Alemanha, Noruega, Dinamarca,
Japão e Reino Unido.
A
queda no ranking de países como a Alemanha (perdeu uma posição), França ( três
posições, ocupando agora o 18º lugar) e Grécia (que teve queda expressiva e
passou a ocupar a 90º lugar) demonstram, segundo Camarano, a dificuldade que
eles têm em dar “uma resposta rápida e consistente do ponto de vista de
política pública”.
Quanto
aos Estados Unidos, que passou de quarto para quinto lugar, Camarano disse que
o problema tem relação com a lenta recuperação econômica. “A preocupação no
governo americano é mais com a lentidão de resposta e a dificuldade de
articulação entre a Casa Branca e o Congresso para o desenho de uma política
consistente a fim de atacar o déficit público”.
Postado por
Sávio Hackradt
A
A União Nacional dos Estudantes (UNE) , a União Brasileira de Estudantes
Secundaristas (UBES) e a Associação Nacional de Pós Graduandos (ANPG)
divulgaram neste 7 de setembro uma “carta aos estudantes brasileiros”. O
documento é assinado pelos presidentes das entidades estudantis e comemora a
data ao mesmo tempo em que pede a aprovação de uma reforma política ampla, que
fortaleça a democracia e a participação popular e combata a corrupção e os
privilégios de poucos.
Fonte:
UNE
A
carta anuncia também o início de uma grande mobilização popular para a realização
do abaixo-assinado que recolherá milhões de assinaturas pelos 10% do PIB e 50%
do Pré-sal pra educação.
“Desta
forma, chamamos a juventude brasileira a ocupar cada vez mais espaços, físicos
e virtuais, nas ruas, nas escolas, nas universidades, na internet e nas redes
sociais, sensibilizando a sociedade brasileira e pressionando todos os governos
para aprofundar e ampliar as mudanças necessárias ao país”, diz um trecho do
documento.
Leia
abaixo a íntegra do documento:
Carta
aos estudantes brasileiros
Brasil,
7 de setembro de 2011
Neste
dia de simbolismo inegável e de valor histórico ainda em construção, ecoando
com os brados daqueles que, durante os últimos 189 anos, continuam a gritar
pela independência de todas e todos brasileiros, deixam-se aqui as seguintes
palavras, idéias e sonhos para a classe estudantil da nossa nação.
O
Brasil dos jovens de 2011 é um país em movimento, cada vez menos dependente de
seus grilhões, mas ainda profundamente distante de ser livre. A independência,
relembrada neste 7 de setembro, é um processo de caminhar, é o desejo de
atravessar a ponte histórica que levará o país ao futuro. É a perspectiva de
deixar, na outra margem, a desigualdade social, a opressão e exclusão da
juventude, a miséria, a injustiça, os preconceitos de todos os tipos contra as
mulheres, negros, idosos, gays, lésbicas, pobres, nordestinos, analfabetos e
tantos outros representantes do povo não favorecido deste país.
O
Brasil dos estudantes desta década –a década de 10– será um país de mudanças
sem precedentes. Será o início de nossa primavera, tal como essa que se
apresenta em setembro de 2011, após uma incessante demonstração de vigor e
mobilização dos jovens no último mês de agosto. O “Agosto Verde e Amarelo” do
movimento estudantil levou milhares às ruas de todo o país, culminando com a grande
“Marcha dos Estudantes” sobre Brasília, no dia 31, fazendo reverberar o grito
de exigência dos 10% do PIB e dos 50% do fundo social do Pré-sal investidos
exclusivamente na educação brasileira.
A
grande transformação na educação é um imperativo, com a superação do
analfabetismo, das brutais desigualdades regionais, do desequilíbrio na
qualidade de ensino acessível para ricos e pobres, da má remuneração dos
professores e das ainda injustas políticas de acesso à universidade. A essa
bandeira, juntam-se outras indispensáveis, erguidas pelo movimento social
brasileiro neste 7 de setembro: a redução imediata das taxas de juros do país e
a mudança da política econômica, por mais desenvolvimento social e humano; a
aprovação de uma reforma política ampla, que fortaleça a democracia e a
participação popular e combata a corrupção e os privilégios de poucos; a redução
da jornada de trabalho e o aumento nos ganhos reais dos trabalhadores; a
reforma agrária, com o fim da violência no campo; a democratização da comunicação
e do conhecimento, incluindo a aprovação de um plano ostensivo e acessível de
internet em banda larga; a priorização da cultura, do esporte e de todas as políticas
públicas para a juventude brasileira, como catalisadoras de um futuro de paz e
igualdade social.
A
União Nacional dos Estudantes (UNE) , a União Brasileira de Estudantes
Secundaristas (UBES) e a Associação Nacional de Pós Graduandos (ANPG) entendem
que a última gestão do governo federal e esta que chega ao seu primeiro 7 de
setembro demonstraram sensibilidade frente a essas necessidades. No entanto,
acreditam que ainda é preciso muito mais para alcançar, de fato, a independência.
Desta forma, chamamos a juventude brasileira a ocupar cada vez mais espaços, físicos
e virtuais, nas ruas, nas escolas, nas universidades, na internet e nas redes
sociais, sensibilizando a sociedade brasileira e pressionando todos os governos
para aprofundar e ampliar as mudanças necessárias ao país.
Para
amplificar esse grito, anunciamos aqui o início de uma grande mobilização
popular para a realização do abaixo-assinado que recolherá milhões de
assinaturas pelos 10% do PIB e 50% do Pré-sal pra educação.
Esta
carta é, portanto, um documento para a reflexão e um convite, aberto e
irrestrito, a todas e todos os jovens estudantes do Brasil que, generosos e
corajosos, mobilizados hoje e sempre, construirão o Brasil mais justo, honesto
e desenvolvido com o qual sonhamos e para o qual estudamos e trabalhamos.
Viva
a independência construída todos os dias pelo estudo e trabalho de milhões da
brava gente brasileira!
Viva
os sonhos e as lutas de gerações por um país soberano, democrático, justo e
feliz!
Viva
a voz da juventude que em setembro grita por liberdade e amor pelo Brasil!
Daniel
Iliescu – presidente da UNE
Yann
Evanovick – presidente da UBES
Elisangela
Lizardo – presidente da ANPG
Postado por
Sávio Hackradt
As
coisas não se definem apenas pela personalidade ou por convicções dos líderes.
As circunstâncias históricas moldam as ações de quem comanda. Mas que o
indivíduo tem um papel na História, isso tem.
Blog
do Alon
O
futuro da indústria brasileira é ponto de tensão entre economistas. Uns a
consideram condenada, pela desvantagem competitiva diante de países com mão de
obra abundante e barata. Outro defendem que não há como uma nação do tipo do
Brasil alcançar a plena realização sem reconhecer papel central no setor.
A
História brasileira registra a presença permanente de traços
anti-industrializantes. Desde a colônia, quando manufaturas eram
criminalizadas. Passando pelo Império, que levou um século quase inteiro para
abolir a escravidão e nunca chegou a fazer a reforma agrária. Chegando à
República, que na primeira fase (Velha) se limitou a estender no tempo o poder
das oligarquias agrárias.
Aí
veio Getúlio Vargas, e o Estado começou a arrastar a sociedade pelos cabelos
rumo à industrialização forçada. Depois recebemos Juscelino, com a substituição
de importações. E tivemos sorte na sequência. Assim como os argentinos, fomos
vítimas de uma era ditatorial, mas nossos generais eram industrialistas, ao
contrário dos generais deles, que destruíram a base manufatureira.
Claro
que isso é uma redução, as coisas não se definem apenas pela personalidade ou
por convicções dos líderes. As circunstâncias históricas moldam as ações de
quem comanda. Mas que o indivíduo tem um papel na História, isso tem.
Industrialização
não é processo indolor, especialmente para quem chega tarde ao baile, e não
pode portanto se movimentar livremente na busca de mercados consumidores e
fontes de matéria-prima.
Essa
tensão entre velhas e novas potências industriais ofereceu o substrato para as
duas grandes guerras mundiais do século passado. Muitas dezenas de milhões de
mortes ficaram no registro histórico para comprovar.
Industrializar
exige sacrifícios. Exige poupança e também competitividade da força de
trabalho. Mas não é, como se poderia supor, uma questão de destino. É sempre
decisão política, e que, aí sim, depende em bom grau do que deseja a liderança
política.
O
viés anti-industrialista no Brasil não é danação de origem divina. É produto de
escolhas. De uma sociedade que se acostumou a combinar 1) a aversão ao trabalho
braçal, traço herdado de quatro séculos de escravidão, 2) o hábito de contar
com poupança alheia para sustentar o próprio consumo, 3) o recurso a uma
agricultura de potencial supostamente infinito e 4) a ilusão de que o estado
sempre virá em socorro quando as coisas derem errado.
Da
colônia ao Império e deste à República o Brasil urbanizou-se, democratizou-se,
deixou de ser uma sociedade de camadas congeladas. Mas aqueles traços não foram
superados.
Até
temos indústria, mas nem de longe ela é o setor dinâmico da economia. Por estes
dias assistimos a uma guerra que a Apple, paradigma planetário de inovação
industrial, trava com a coreana Samsung. O Brasil, infelizmente, vai a anos-luz
de ter uma empresa que possa competir com a Apple.
Nas
ruas brasileiras trafegam cada vez mais marcas de automóveis. As montadoras
instalam-se aqui para ocupar mercado. Só não há marcas brasileiras de carros.
Nossa
indústria aeroespacial come poeira. Verdade que temos uma importante montadora
de aviões, a Embraer, mas é só. Outro ramo estratégico, a nossa indústria
bélica, deixou na prática de ter relevância, nacional e globalmente.
O
leitor e a leitora poderão objetar com estatísticas sobre a participação da
indústria no produto etc. Aqui os números mascaram o fato já dito, da ausência
de dinamicidade industrial no país. Há quanto tempo você não ouve falar que o
PIB industrial está puxando o crescimento econômico?
Para
a acomodação à sina vale de tudo. Até a constatação de que o baixo crescimento
ajuda a preservar o meio ambiente. Uma pedra verde juntada ao edifício
ideológico de séculos.
Eis
por que merece atenção o gesto do governo Dilma Rousseff, de, por meio do
Comitê de Política Monetária, cortar os juros em cenário inflacionário
desafiador. A resposta veio. O dólar pouco a pouco vai recuperando valor diante
do real.
Para
decepção dos que diziam que a hipervalorização da moeda pouco ou nada tinha a
ver com o diferencial dos juros internos e externos. Para esperança dos que sonham
com um Brasil independente, finalmente liberto das suas amarras
anti-industrialistas.
Coluna
(Nas entrelinhas) publicada nesta quarta (07) no Correio Braziliense.
Postado por
Sávio Hackradt
Daniella
Jinkings
da Agência Brasil
O
feriado do Dia da Independência foi movimentado em Brasília. Além do
tradicional desfile de 7 de Setembro e da Marcha Nacional contra a Corrupção, a
17ª edição do Grito dos Excluídos foi às ruas da capital federal por justiça
social e garantia de direitos.
De
acordo com o representante da coordenação nacional do Movimento dos
Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Aparecido Ramos, cerca de 3 mil pessoas
participaram do protesto. Os manifestantes se concentraram às 10h em frente à
Catedral Metropolitana. O ato foi em conjunto com a Marcha Brasil Contra a
Corrupção.
Com
o lema "Pela Vida Grita a Terra. Por Direitos, Todos Nós", os
protestos tiveram como alvo os escândalos de corrupção, os megaprojetos na
Amazônia, as mudanças no Código Florestal e até as obras para a Copa do Mundo
de 2014.
Para
Ramos, o governo precisa incluir a reforma agrária nos programas sociais. “Se
colocasse, acabaria com a fome e a miséria. Queremos colocar o tema na ordem do
dia, para ser discutido e tratado com seriedade”.
A
pernambucana Juliana Vitorino, 26 anos, participou do protesto com integrantes
do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MSLT). Segundo ela, a reforma agrária
é um tema esquecido pelos brasileiros. “Não podemos fazer com que isso
aconteça. Temos de incluir a reforma agrária no debate político.”
O
Grito do Excluídos surgiu em 1995, ligado à Campanha da Fraternidade daquele
ano. Criado pelo Setor Pastoral Social da Conferência Nacional dos Bispos do
Brasil (CNBB), a mobilização ganhou a adesão de outras entidades e movimentos
sociais ao longo dos anos.
Postado por
Sávio Hackradt
Daniella
Jinkings
da Agência Brasil
As
comemorações do Dia da Independência, hoje (7) em Brasília, foram marcados por
protestos contra a corrupção no país. Vestidos de preto, manifestantes
carregavam cartazes pedindo o fim do voto secreto na Câmara dos Deputados e no
Senado e punição para corruptos.
Segundo
a Polícia Militar do Distrito Federal, cerca de 25 mil pessoas participaram da
manifestação. O movimento foi pacífico. Entre os participantes estavam
estudantes, aposentados e até crianças, como Pedro Henrique, 7 anos, que
acompanhou a avó Mônica Gusmão Barcelos durante a passeata. “Vim marchar contra
a corrupção", disse.
Para
a professora aposentada Virgínia Messias, 65 anos, a manifestação é importante
para conscientizar as pessoas. “É uma forma de cada um se expressar e espero
que este movimento alcance muitos outros que ainda estão em casa,
confortavelmente. Ponham a mão na consciência.”
A
ação popular também agradou ao servidor público Marcelo Sampaio, 39 anos. “Vim
somar a essa iniciativa de manifestação contra a corrupção, contra o voto
secreto, contra um Congresso que esconde o que um deputado faz de errado. A
gente precisa estar aqui para dizer que a gente não concorda."
Às
10h , os participantes da Marcha Nacional contra a Corrupção ganharam as ruas e
saíram do Museu da República em direção à Praça dos Três Poderes. O movimento
apartidário, convocado pelas redes sociais na internet, protestou contra desvio
de dinheiro público em ministérios, denunciado recentemente, além da absolvição
da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), flagrada recebendo dinheiro do esquema de
corrupção do governo do Distrito Federal, conhecido como mensalão do DEM.
Durante
o percurso, alguns manifestantes fizeram a lavagem simbólica do Ministério da
Agricultura e do Congresso Nacional. Ao som do Hino Nacional, eles ocuparam a
Praça dos Três Poderes para “abraçar” a Bandeira do Brasil. Após quase duas
horas de protesto e com número de participantes reduzido, alguns manifestantes
tomaram o gramado em frente ao Congresso e ocuparam o espelho d'água, molhando
os policiais, que fizeram um cordão de isolamento em frente à rampa de acesso.
De
acordo com Cecília de Oliveira, uma das organizadoras do evento, a mobilização
na internet ganhou repercussão após o episódio da absolvição da deputada
federal Jaqueline Roriz. “Já estava todo mundo revoltado e resolvemos fazer
isso.”
O
estudante Roberto Miamoto, 25 anos, disse que foi motivado a participar do
protesto pelo desfecho do caso Jaqueline Roriz. Para ele, essa foi a “gota
d'água” para a revolta dos brasileiros. “Acho que pela primeira vez a galera
está se reunindo e pedindo um basta. Este é o momento de fazer a diferença e
mostrar que Brasília não está passiva diante de tudo o que está acontecendo.”
7.9.11
Postado por
Sávio Hackradt
Nesta
quinta-feira (08/09) – Dia Internacional da Alfabetização - será realizado o “Ato
Literário por um Rio Grande do Norte de Leitores", às 9h, no Salão de
Eventos da Assembleia Legislativa do RN. O Ato será todo conduzido pelas
crianças das escolas que integram a Rede Potiguar de Escolas Leitoras,
culminando com uma Ciranda Literária em volta da praça 7 de Setembro."
Postado por
Sávio Hackradt
Entrevista
10 x 140 – Por Pedro Henrique (@PH_natal)
Perfil
de Jozimar Júnior - Mossoró/RN, 27 anos, solteiro, Publicitário,
Consultor em Marketing Digital. Seu foco atual é Comunicação Digital.
P-
Quando e por que resolveu vir morar na capital?
Jozimar
Jr - Meus irmãos estavam estudando aqui, meus pais trabalhando em Umarizal. Foi
a melhor opção pra época, vir pra cá. Melhores faculdades. :)
P-
Quando resolveu fazer o curso de Publicidade?
Jozimar
Jr - Paixão de criança. Sempre gostei de escrever e ler. Adorava o programa
Intervalo da TV Cultura. Pesquisei bem antes de cursar.
P-
Onde cursou? Recomenda o curso?
Jozimar
Jr - UnP. Sim, na época era a única que ofertava, mas creio que ainda seja a
melhor estrutura.
P-
Se não tivesse feito publicidade, faria qual curso?
Jozimar
Jr - HOJE eu ficaria em dúvida entre Desenvolvimento de Software e Eng. Civil.
Mas acabaria indo pra Publicidade mesmo.
P-
Como é desenvolvida sua atividade de consultoria em maketing digital?
Jozimar
Jr - Planejamos e executamos campanhas de marketing com ênfase no digital. Uma
boa e financeiramente viável forma de divulgação.
P-
As redes sociais lhe ajudam no desenvolvimento dessa sua atividade?
Jozimar
Jr - Sim, são onde mais atuamos. Fazemos contato direto com os clientes de
nossos clientes.
P-
Qual a sua opinião sobre comunicação digital atualmente?
Jozimar
Jr - Evolução constante. Tanto por parte do meio como dos empresários que estão
enxergando com melhores olhos.
P-
Qual o seu sonho profissional?
Jozimar
Jr - Um bom empresário traça metas. Cumpri-las é seu sonho, planejar e executar
é seu credo.
P-
O que é o Twitter para você?
Jozimar
Jr - Um canal direto, uma arma na mão de quem sabe usar, um desastre na mão de
quem não sabe.
P-
Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Jozimar
Jr - Ir ao cinema, curtir um bom bar com uma boa música e também cozinhar, meu
novo hobby.
*Se
você quer conhecer um pouco mais o Jozimar Jr converse com ele no Twitter
@jozimarjr
Postado por
Sávio Hackradt
Agência
Brasil
O
ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, confirmou que
cinco empresas começaram a fabricar computadores tablets (computadores pessoais
portáteis do tipo prancheta) no Brasil: a Samsung, a Motorola, Semp Toshiba,
Positivo, e a Aix.
De
acordo com o ministro, a Apple começará a produzir tablets no país até o final
do ano. “A Apple está fazendo a sua primeira fábrica fora da China. Ela não tem
nenhuma outra fábrica no mundo. É a primeira. Portanto, o tempo dela se
instalar no Brasil e produzir os tablets seguramente será um pouco mais longo
do que as empresas que já estavam e fizeram adaptações nas linhas de produção”,
disse Mercadante. Segundo ele, a fábrica da Apple será instalada no município
de Jundiaí, ao lado da Rodovia Anhanguera.
O
ministro disse também que as fábricas de displays ainda encontram dificuldades
para se instalar no país, já que não há, até o momento, nenhuma empresa
tecnológica nacional com capacidade para se associar ao projeto. “E, para nós,
só haverá transferência de tecnologia se tiver sócios tecnológicos
brasileiros”.
Hoje, o Brasil tem o terceiro maior mercado do mundo de
computadores, e o quinto de televisores.
6.9.11
Postado por
Sávio Hackradt
Entrevista
10 x 140 – Por Pedro Henrique (@PH_natal)
Perfil
de José Roig - Porto Alegre/RS, 47 anos, casado, Mestre em Letras,
Servidor Público Estadual/RS. Um dos seus hobbys é escrever contos e poemas.
P-
Como é trabalhar na área da Educação no Brasil?
José
Roig - É um desafio constante para o educador promover uma educação de
qualidade entre as condições ideais e as possíveis.
P-
Educação é um fator primordial no caráter de uma pessoa. O que falta no Brasil
para atingirmos um nível melhor na educação?
José
Roig - Que gestores públicos, escolares, professores e comunidade dialoguem
constantemente, estabelecendo prioridades comuns a todos.
P-
Se você não tivesse envolvido na área de educação, em que área gostaria de
atuar?
José
Roig - Na arte e cultura, que também atuo e sempre promovo interação com a
educação.
P-
Como é desenvolvida sua atividade com tecnologia educacional?
José
Roig - Sou formador de outros professores no uso das TIC e mídias na educação,
mostrando possibilidades de uso das mesmas.
P-
As redes sociais lhe auxiliam na sua atividade profissional?
José
Roig - Sim, as redes e mídias sociais me proporcionaram conhecer projetos e
pessoas com forte vocação educacional.
P-
Como surgiu a ideia de ser escritor e poeta?
José
Roig - Escrevo desde os 17 anos, primeiro com poesia,depois crônicas e contos,
tendo publicado um livro em 2004.
P-
Do que se trata seus blogs? Há um público alvo para eles?
José
Roig - Tenho quase 20 blogs, alguns educacionais, outros literários, alguns
individuais outros colaborativos, o público da educação, arte e cultura.
P- Qual
o seu sonho profissional?
José
Roig - Continuar trabalhando com a tecnologia educacional, a arte, a
cultura e literatuta e com produção de audiovisuais.
P-
O que é o Twitter para você?
José
Roig - A convergência de recursos e pessoas, é msn, sms, microblog, GPS social
etc. Mil e uma utilidades.
P-
Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
José
Roig - Adoro ouvir música, assitir filmes, ler livros, mas sempre procurando um
enfoque para meu fazer pedagógico.
*Se
você quer conhecer um pouco mais o José Roig converse com ele no
Twitter @zeroig
