28.11.11
Postado por
Sávio Hackradt
O
juiz Roberto Scarpinato foi um dos principais magistrados da Itália no combate
às organizações mafiosas. Atuou nos anos 1980 e 1990 ao lado do magistrado
Giovanni Falcone, morto no ano de 1992, em atentado da máfia siciliana. Ele
participou da Operação Mãos Limpas, que debilitou a máfia italiana e fez entrar
em colapso um esquema de fraudes no sistema partidário do país. Também foi o
responsável pela sentença dada a Giulio Andreotti, sete vezes primeiro ministro
da Itália, condenado a 24 anos de prisão por cumplicidade com a máfia.
Agência Brasil
Protegido
por seguranças, Roberto Scarpinato esteve em São Paulo na última semana. Em
entrevista à Agência Brasil, falou sobre seu trabalho no combate ao crime
organizado e sobre a “vitória” da Itália contra a máfia. Ele destacou como
principal fator de sucesso contra os mafiosos, diferentemente do que ocorre no
Brasil, a atuação de uma Polícia Judiciária independente, controlada pelo
Judiciário, e não pelo Executivo.
“O
grande sucesso da Itália é que a magistratura do Ministério Público, além da
independência, tem todo o controle da atividade policial. E tem a possibilidade
de investigar e de buscar as autorias e a materialidade dos crimes
independentemente”, disse.
No
Brasil, as atribuições de Polícia Judiciária são da competência das polícias
Civil, subordinadas ao Poder Executivo dos estados, e da Federal, comandada
pelo Executivo Federal.
Fatores
importantes no combate ao crime organizado, de acordo com Scarpinato, foram
também a criação de um corpo de magistrados e de uma polícia altamente
especializados em organizações criminosas do tipo máfia, assim como a
elaboração de uma legislação apropriada para enfrentar o fenômeno mafioso.
“Não
se pode combater o crime organizado com as mesmas leis e as mesmas regras que
valem para uma associação deliquencial simples, como quadrilhas e bandos, por
exemplo. Para se combater um cancro, não se pode usar o mesmo remédio para se
combater um problema estomacal comum”, comparou.
Há
um artigo específico na legislação italiana para associações criminosas, de
matriz mafiosa. A pena mínima é 20 anos de prisão. O regime de detenção de
membros do crime organizado na Itália também é diferenciado. Segundo o
magistrado, não há visitas íntimas e o contato com o mundo exterior ao presídio
é reduzido. Todas as conversas entre presos e visitas, com exceção dos diálogos
com os advogados, são gravadas. “Não bastava só condenar um mafioso à privação
de liberdade. Um membro de uma organização mafiosa potente continuaria a enviar
mensagens à sua organização de modo a continuar a comandar o crime”.
Scarpinato
destacou ainda a atuação da sociedade civil no combate ao crime organizado na
Itália. O magistrado exemplifica que a Associação Comercial italiana passou a
excluir dos seus quadros os empresários que não denunciam a máfia, e pagam as
taxas exigidas para a proteção mafiosa.
Também
a opinião pública, de acordo com o juiz, teve papel fundamental para pressionar
o governo italiano a não deixar sem proteção os magistrados que combatem o
crime organizado. “O ministro do Interior do governo anterior, que é o ministro
da Segurança Pública, preparou um ato para tirar a escolta de alguns juizes.
Houve grande pressão em contrário da opinião da pública, e ele teve que mudar
de posição. O povo se revoltaria e não aceitaria nunca, e faria pressões ao
saber que um magistrado ficou sem escolta. Um crime como o da juíza Patrícia
Acioli seria inaceitável hoje na Itália”, disse. O assassinato de autoria do
crime organizado ocorreu na noite do dia 11 de agosto. A juíza foi executada a
tiros em frente ao condomínio onde morava, em Niterói, Rio de Janeiro.
Postado por
Sávio Hackradt
Artigo
publicado na revista Imprensa no mês de novembro de 2011
Fonte:
Ibope
A
última onda do estudo TG.net aponta que do universo de 35 milhões de
internautas, 79% são ativos nas redes sociais.
Com idade média de 32 anos, o
perfil dos usuários abrange praticamente todas as classes sociais e idades.
Sites de música são os mais visitados pelos usuários das redes sociais, porém
as preferências se alteram conforme o segmento de idade:
Leia
mais: As diversas idades nas redes sociais
Postado por
Sávio Hackradt
Sou
de uma geração treinada em ler nas entrelinhas. Vivi as longas décadas de
regimes ditatoriais latino-americanos e aprendi a pesquisar as intenções nos
discursos oficiais. O dr. Ulysses Guimarães me ensinou que se deve prestar
atenção aos silêncios nos discursos.
Por
Carlos Lessa*, em Valor Econômico
Percebo
uma crescente preocupação da presidente Dilma com a China e suas pretensões
geopolíticas e geoeconômicas. Na reunião do G-20, a presidente declarou sua
preocupação com a ausência de compras chinesas de produtos industriais
brasileiros (leia-se, nas entrelinhas, que o Brasil é exportador de alimentos e
matérias-primas sem processamento: soja em grão, minério de ferro bruto, couro
de vaca sem curtição etc).
Em
passado relativamente recente, exportamos geradores para a grande usina do Rio
Amarelo; agora, estamos importando geradores da China. Vendemos aviões da
Embraer. Bobamente, aceitamos instalar uma filial na China; os chineses
clonaram a fábrica da Embraer e, hoje, competem com o avião brasileiro no
mercado mundial. Esta semana, a presidência declarou sua preocupação com a
tendência chinesa à aquisição de grandes glebas agrícolas no Brasil. A
percepção presidencial não resolve o problema das relações Brasil-China, porém
já é meio caminho andado que o poder executivo nacional tenha aquelas dimensões
presentes.
O
enigma chinês é fácil decifrar. O Brasil cresceu, de 1930 a 1980, 7% ao ano.
Depois dessas décadas, mergulhamos na mediocridade e patinamos com uma taxa
média ridícula de 2,5%. A China, nas últimas décadas, vem crescendo anualmente
entre 9% e 10%. Entretanto, está em situação potencialmente pior que o Brasil.
Hoje, mais de 80% da população brasileira está em áreas urbanas e 50% em
metropolitanas e nem chegamos aos 200 milhões de habitantes.
A
China tem uma população de 1,34 bilhão, sendo que menos de 50% estão na área
urbana. Como a renda média do chinês rural é um terço da do chinês urbano, é
inexorável uma transferência equivalente a duas vezes a população brasileira
para as cidades chinesas, nos próximos 20 anos. É fácil entender o sonho de
urbanização do chinês rural. A periferia urbana das cidades chinesas já está
"favelizada".
Postado por
Sávio Hackradt
Agência
Brasil
Começa
hoje (28), em todo país, a Semana Nacional de Conciliação, organizada pelo
Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A iniciativa visa a resolver conflitos
judiciais de forma mais rápida por meio de acordos entre as partes envolvidas
em processos.
Até
sexta-feira (2), réus e processantes participarão de audiências de conciliação
convocadas pela Justiça. A maioria das ações judiciais que serão discutidas
nessas sessões envolverá as empresas e as instituições mais processadas do
país, entre elas, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a Caixa
Econômica Federal (CEF).
A
expectativa do CNJ é que o esforço concentrado sirva para encerrar com acordos
cerca de 170 mil processos que tramitam atualmente na Justiça. Na semana de
conciliação do ano passado, 171 mil sessões de conciliação foram bem sucedidas,
das 361 mil realizadas.
Só
na cidade de São Paulo, mais de 4 mil audiências devem ser realizadas até
sexta-feira. A Semana Nacional de Conciliação na capital paulista ocorre no
Memorial da América Latina, na região oeste da cidade. Lá, serão realizadas
audiências de conciliação da Justiça Federal, Justiça Estadual e Justiça do
Trabalho.
A
Defensoria Pública também prestará atendimento no local. Além de participar das
audiências convocadas pela Justiça, a defensoria, juntamente com o Instituto de
Medicina Social e de Criminologia (Imesc), divulgará resultados de exames de
paternidade durante a semana.
Caso
o resultado seja positivo e o pai queira reconhecer o filho, a homologação será
feita na própria Semana de Conciliação. Assim, evita-se a abertura de uma nova
ação judicial.
27.11.11
Postado por
Sávio Hackradt
Entrevista
10 x 140 – Por Pedro Henrique (@PH_natal)
Perfil
de Caio Fernandes - São Sebastião da Amoreira/PR, casado, 50 anos,
Corretor de Imóveis. Diretor Presidente da Imobiliária Caio Fernandes
P-
Como e em que momento você veio morar em Natal?
Caio
Fernandes - Em 83 ou 84, para trabalhar no Bamerindus, e fiquei apaixonado por
Natal.
P-
Quando decidiu ser Corretor de Imóveis?
Caio
Fernandes - Em 1987, por entender o mercado muito promissor, e contribuir com
crescimento da cidade.
P-
O que é necessário para ser um Corretor de Imóveis de destaque?
Caio
Fernandes - Ter creci, entender de mercado e pessoas, ser ético e gostar muito
do que faz.
P-
Quais as maiores dificuldades encontradas dentro de sua imobiliária?
Caio
Fernandes - Nós não temos dificuldades, temos desafios a serem vencidos.
P-
A que se deve o número desenfreado de lançamentos imobiliários em Natal?
Caio
Fernandes - Empolgação exacerbada e alguns erros estratégicos de empresas
de fora.
P-
Você que acha que existe pesquisa de mercado consistente para tantos
lançamentos assim?
Caio
Fernandes - Acho que estamos no limite da curva entre necessidade e preços
compatíveis (perigo)
P-
Natal é considerada por muitos uma cidade que tem um dos preços do m² mais
altos do Brasil. Você concorda?
Caio
Fernandes - Só se considerarmos cidades com menos de um milhão de habitantes.
P-
Já se sente alguma mudança nos preços dos imóveis em virtude de Natal ser sede
da Copa 2014?
Caio
Fernandes - Desde quando ainda não tínhamos qualquer certeza de copa por aqui.
P-
O que é o Twitter para você?
Caio
Fernandes - O futuro hj, super ferramenta, espelho de tudo o mais que vem por
ai em tecnologia.
P-
Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Caio
Fernandes - gosto muito de visitar outros empreendimentos, organizar em paz as
coisas na Caio e dirigir.
*Se
você quer conhecer um pouco mais o Caio Fernandes converse com ele no
Twitter @caiofernandescf
Postado por
Sávio Hackradt
Íntegra
da nota do MPRN
O
Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte, em razão de notas à
imprensa elaboradas pela ex-Governadora do RN, Wilma Maria de Faria, e seu
filho, advogado Lauro Maia, em que se faz adjetivações negativas a respeito da
atuação desta Instituição e se lança um “desafio”, vem a público esclarecer o
seguinte:
a)É
comum que investigados, confrontados com fortes indícios e evidências de sua
participação em ilícitos procurem desviar o “foco” do noticiário, por meio da
desgastada estratégia de tentar acusar e desafiar o órgão investigador;
b)Quanto
à acusação de má-fé por parte desta Instituição, muito provavelmente pelo fato
de se ter dado publicidade a provas, indícios e evidências de que a
ex-Governadora do RN, Wilma Maria de Faria, e seu filho, advogado Lauro Maia,
tiveram participação na cadeia criminosa revelada na operação “Sinal Fechado”,
esta deve ser prontamente repelida;
c)Não
existiu qualquer razão metajurídica para tanto. Não houve “pirotecnia jurídica”,
mormente diante de peças bem elaboradas, claras e tecnicamente precisas. Não
existem “medos políticos inconfessáveis” por parte desta Instituição. Ao contrário,
o Ministério Público tem se pautado pela investigação e acusação a quem quer
que seja, como no caso presente, independentemente de sua suposta importância
ou “lado” na cena política;
Aliás,
todas as menções a Srª Wilma Maria de Faria e ao advogado Lauro Maia constantes
nas petições advém de informações obtidas a partir de diálogos mantidos entre
os investigados, que de forma expressa registram tais pessoas como beneficiárias
das ações da organização criminosa, tendo o Ministério Público, como é de seu
dever, levado os fatos ao Poder Judiciário, que reconheceu a procedência dos
pedidos e determinou a realização das diligências necessárias à continuação da
apuração dos fatos. Não há uma única afirmação feita pelo Ministério Público
que não esteja baseada em elementos de evidências e provas, notadamente as próprias
palavras dos demais investigados e pessoas referenciadas em interceptações
judicialmente autorizadas.
d)Não
é verdade que um membro do MPRN teria afirmado inexistir provas contra a
ex-Governadora do RN, Wilma Maria de Faria, e seu filho, advogado Lauro Maia,
na coletiva de imprensa dada na tarde do dia 24 passado. O que se afirmou foi
que não havia necessidade de busca e apreensão na residência destes
investigados, dado que, muito provavelmente, não seriam ali encontradas provas
a esse respeito, uma vez que os fatos ocorreram em meados de 2009;
e)Ora,
as petições levadas a público com autorização judicial, que continuam à disposição
no “site” da Instituição (www.mp.rn.gov.br), descreveram de forma minuciosa as
diversas provas acerca da participação dos investigados em comento, colhidas ao
longo de nove meses de apurações, como diálogos em que se afirma,
categoricamente, que George Olímpio pagou vantagem indevida (“propina”) a Lauro
Maia, bem como fez promessa de pagamento de vantagem indevida a este
investigado, além de comunicações telemáticas em que George Olímpio revela que
participou ativamente da elaboração de projeto de lei de autoria da investigada
Wilma Maria de Faria, tendo recebido a própria mensagem por ela encaminhada à
Assembléia Legislativa, com o projeto de lei que resultou na sanção da Lei n.º
9.270/09, o que representou indício de que as propostas a Lauro Maia se
destinavam, em verdade, à sua mãe, então gestora máxima do Executivo Estadual;
f)O
interrogatório do investigado José Gilmar de Carvalho Lopes (Gilmar da
Montana), tomado no dia da operação, e, portanto, após a elaboração das
referidas petições corrobora a prova e evidências até então conhecidas, reforçando
ainda mais o que já havia sido apurado, principalmente quando o mesmo afirma
que, de fato, George Olímpio lhe confidenciou que ofereceu promessa de vantagem
indevida à investigada Wilma Maria de Faria, consistente em cota de 15% (quinze
por cento) da sua parcela nos futuros lucros do Consórcio INSPAR, como forma de
garantir a vitória deste consórcio na licitação para a inspeção veicular no RN;
g)Diversas
provas já colhidas na investigação Ministerial, portanto, dão conta da implicação
e envolvimento da Ex-Governadora Wilma de Faria e seu filho Lauro Maia no
aludido esquema;
h)Importante
repisar, apesar de ser de conhecimento público, que o Ministério Público
Estadual contesta veementemente a constitucionalidade da Lei n. 9.270/09, que
trata da Inspeção Veicular no Estado do Rio Grande do Norte, tanto que
representou ao Procurador-Geral da República em face de tal vício, tendo sido
ajuizada no Supremo Tribunal Federal a competente Ação Direta de
Inconstitucionalidade (Adin n° 4.551). A Adin está sob a relatoria da Ministra
Carmén Lúcia, em pauta para julgamento;
i)Por
fim, é de se reconhecer que é absolutamente compreensível a insatisfação e,
mesmo, a revolta, expressadas por pessoas que estão sendo investigadas por fatos
tão graves quanto os descortinados com a operação “Sinal Fechado”.
É,
inclusive, uma reação humana natural e esperada a autodefesa diante da
magnitude dos fatos. Todavia, o papel do Ministério Público sempre será regido
pelo aspecto técnico, não se deixando envolver partidária e emocionalmente em
qualquer caso, nem aceitando desafios pessoais.
Afinal,
no Estado Democrático de Direito cada instituição deve exercer as suas atribuições,
sendo as ações do Ministério Público pautadas dentro da estrita ordem
constitucional, da qual jamais se afastará;
j)O
Ministério Público do Rio Grande do Norte reafirma o seu total compromisso com
a verdade, não havendo qualquer interesse em imputar culpa a pessoas realmente
inocentes. Por outro lado, com a mesma serenidade,afirma que jamais deixará de
investigar quem quer que seja, inclusive aqueles que, não se sabe por qual
motivo, parecem imaginar que estão acima da lei.
Natal/RN,
26 de novembro de 2011.
MINISTÉRIO
PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Postado por
Sávio Hackradt
O
prômio Nobel da Economia em 2001 e antigo vice-presidente do Banco Mundial,
Joseph Stiglitz, afirmou na última quinta-feira (25) que as políticas de
austeridade constituem uma receita para "menos crescimento e mais
desemprego".
Fonte:
Jornal de Negócios
Stiglitz
considerou que a adoção dessas políticas "correspondem a um suicídio"
econômico. "É preciso perceber que a austeridade por si só não vai
resolver os problemas, porque não vai estimular o crescimento", afirmou
Stiglitz num encontro com jornalistas em Corunha, na Espanha, onde
proferiu a conferência "Pode o capitalismo salvar-se de si mesmo?",
noticia a agência Efe.
O
economista sugeriu ao novo governo espanhol que vá "além da austeridade"
e que proceda a uma reestruturação das despesas e da fiscalidade como medida
básica para criar emprego. Recomendou em particular uma fiscalidade progressiva
e um apoio ao investimento das empresas.
"Temo
que se centrem na austeridade, que é uma receita para um crescimento menor,
para uma recessão e para mais desemprego. A austeridade é uma receita para o
suicídio econômico", afirmou.
Para
o Nobel da Economia de 2001, "a menos que Espanha não cometa nenhum erro,
acerte a 100% e aplique as medidas para suavizar a política de austeridade, vai
levar anos e anos" a sair da crise.
O
antigo vice-presidente do Banco Mundial disse que as reformas estruturais
europeias "foram desenhadas para melhorar a economia do lado da oferta e
não do lado da procura", quando o problema real é a falta de procura.
Por
isso, rejeitou as propostas a favor de mais flexibilidade laboral: "Se
baixamos os salários, vai piorar a procura e a recessão", alertou
Stiglitz, defendendo que "é necessário" que a flexibilidade seja acompanhada
por "compensações do lado da segurança" para os trabalhadores.
"Em
economia, há um princípio elementar a que se chama efeito multiplicador do
orçamento equilibrado: se o governo sobe os impostos mas, ao mesmo tempo, gasta
o dinheiro que recebe dos impostos, isto tem um efeito multiplicador sobre a
economia", explicou, apresentando a sua receita para sair da crise.
Postado por
Sávio Hackradt
Mercado imobiliário - Por @PH_natal
Bom
dia leitores(as) do Calangotango!
Abaixo
segue um artigo onde mostra que a juventude é um bom nicho de mercado.
Boa
leitura e um bom domingão a todos.
Pedro
Henrique
A
Juventude que investe em imóveis.
Sempre
que converso com agentes imobiliários (Corretores), tenho a curiosidade de
perguntar-lhes qual o perfil dos compradores. A resposta é quase unânime: a
maioria são pessoas JOVENS.
Isso
é que notamos também na visita aos stands de vendas, nas imobiliárias, nas
construtoras, etc. Mas porque os jovens estão investindo em imóveis?
A
resposta é bem clara: eles têm uma renda definida, estabilidade financeira,
prazos maiores para financiamentos, juros menores, visão do futuro. Esses
são alguns fatores que estão contribuindo para que esses jovens adquiram
o seu primeiro imóvel cada vez mais cedo, seja ele para futura moradia ou para
investimento. Isso faz com ele eles se sintam independentes para investir. E
estão certíssimos.
O
perfil exato deles é o seguinte: têm entre 20 e 35 anos, são solteiros ou
recém-casados, passaram em algum concurso público (o que gerou uma estabilidade
financeira), a maioria pertence à classe média, trabalham, estudam e já têm a
visão de investimento bem definida em sua mente.
Repito:
estão certíssimos. Não há no mercado um investimento melhor do que o de
imóveis.
Outros
dados do perfil dos jovens investidores: apresentam altas taxas de escolaridade
e renda, lêem bastante sobre investimento financeiro, gostam de adquirir
imóveis perto de sua atual casa ou da casa dos pais; quando se trata de um
primeiro investimento optam por apartamentos compactos,
boa localização e com potencial de valorização. A escolha por apartamentos
compactos (geralmente de dois quartos), se dá também pela facilidade de
mobiliá-lo ao seu estilo, ao baixo valor da taxa de condomínio, e do registro
cartorial, são práticos na hora de limpar e arrumar. Mas uma coisas eles não
abrem mão: uma boa área de lazer, conforto e segurança. Outro dia vi um jovem
só definir o imóvel dele em função da posição do carro na garagem. Atentem-se a
isso também. Não pensem que esse fator é besteira.
A
possibilidade de adquirir imóveis mais cedo tem feito jovens a saírem
precocemente da casa dos pais, por isso essa nova demanda, mas os pais desses
jovens dificilmente colocam empecilho quando se trata de um investimento desse
porte.
Portanto,
fica a dica: procurem esses jovens para que eles façam investimento
imobiliário. É um nicho de mercado promissor e geralmente eles mesmos indicam
outros para fazerem o mesmo investimento. Quem sabe aí, um Corretor não faça um
bom número de vendas para um grupo de amigos. Já ouvi e presenciei vários
exemplos nesse sentido. Mãos à obra.
Postado por
Sávio Hackradt
O
filme 'Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios' recebeu o Cólon
de Ouro, prêmio máximo do 37º Festival de Cinema Ibero-Americano de Huelva
(Espanha).
Fonte:
EFE
![]() |
| Camila Pitanga |
A
produção, dirigida por Beto Brant e Renato Ciasca, narra a história de um
triângulo amoroso que envolve Cauby, um fotógrafo que passa pela floresta
amazônica, uma mulher chamada Lavínia e seu marido, o pastor Ernani, que
acredita ser possível salvar o mundo.
Este
é o mais recente trabalho conjunto de Brant e Ciasca, que desde 1984 colaboram
em vários projetos, sempre dirigidos por Beto e produzidos por Renato, como
'Ação entre Amigos' (1998), exibido no Festival de Veneza; e 'O Invasor'
(2001), escolhido Melhor Filme Latino-Americano no Festival de Sundance.
Também
realizaram juntos 'Crime Delicado' (2006), vencedor de vários prêmios
internacionais de cinema. A última colaboração entre os dois é uma adaptação do
livro homônimo de Marçal Aquino.
Na
leitura do prêmio, o presidente do júri, Fernando Delgado, destacou que o
troféu foi entregue por escolha da maioria, e está justificado 'pelo olhar
pessoal com que se conta esta história de amor e destruição no grande cenário
do Amazonas'.

