CALANGOTANGO não é um blog do mundo virtual. Não é uma opinião, uma personalidade ou uma pessoa. É a diversidade de idéias e mãos que se juntam para fazer cidadania com seriedade e alegria.

Sávio Ximenes Hackradt

28.10.11


Agência Brasil
A corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, determinou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apure com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) a informação de que juízes e promotores de todo o país vêm autorizando o trabalho infantil, infringindo o que determina a Constituição Federal.
Embora não seja competência da Corregedoria do CNJ punir eventuais desvios de conduta praticados por magistrados, cabe à corregedora apurar e levar ao conhecimento do plenário os fatos, procurando garantir a correta administração da Justiça e o bom funcionamento dos serviços judiciários.
Conforme a Agência Brasil revelou no dia 21, entre os anos de 2005 e 2010 foram concedidas mais de 33 mil autorizações judiciais para que crianças a partir dos 10 anos de idade trabalhem. No ofício endereçado ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a ministra considerou muito graves as informações divulgadas pela Agência Brasil e pede mais esclarecimentos aos dois órgãos.
Conforme a reportagem apurou, contudo, o CNJ tem conhecimento e discute as autorizações para trabalho infantil desde agosto de 2010, já tendo, inclusive, julgado – em março de 2011 - um pedido de providências feito pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

27.10.11


Entrevista 10 x 140 – Por Pedro Henrique (@PH_natal)

Perfil de Estácio Guimarães - Porto Velho/RO, viúvo, 40 anos. Formado em Turismo e Administração. Consultor de Empresas e Professor Universitário.

P- Quando e porque resolveu vir a Natal?
Estácio Guimarães - Em 1988, meu pai trabalhava em Porto Velho e queria qualidade de vida, visitou Natal e quis morar,  aproveitou a oportunidade no banco.
P- Você é formado em Turismo. Chegou a trabalhar com Turismo?
Estácio Guimarães - Sim, trabalharei em 1993 num hotel na via Costeira, porém achei que precisava de algo a mais para ser Turismólogo, daí cursei Administração.
P- O que lhe levou a desistir trabalhar com Turismo?
Estácio Guimarães - A falta de reconhecimento e valorização profissional, em Natal ainda não havia um reconhecimento por parte dos empresários do ramo de turismo
P- Qual a sua atividade atual?
Estácio Guimarães - Consultor Empresarial, Professor Universitário de Pós Graduação e Graduação.
P- Que tipo de consultoria você presta para as empresas?
Estácio Guimarães - Prestação de serviços na área de desenvolvimento organizacional, modernização de gestão e de estabelecimento de estratégia empresarial.
P- Você também é palestrante. Quais os assuntos que mais aborda em suas palestras?
Estácio Guimarães - Assuntos ligados a área motivacional, liderança, empreendedorismo, dentre vários outros que a Administração permita ser abordado.
P- Você já correu rally. Fale um pouco dessa experiência.
Estácio Guimarães - Já, era navegador, foi uma experiência fantástica, pois permitia viver os extremos e superar as adversidades que aconteciam no percurso.
P- E essa história de que já foi pagodeiro? Como foi isso? (risos)
Estácio Guimarães - Fui, no auge da minha juventude, criamos uma banda de pagode "Vala Me Deus", e tocávamos nas festas e domingueiras da capital e Interior.
P- O que é o Twitter para você?
Estácio Guimarães - Uma ferramenta de um potencial imensurável. Aquele que souber utilizá-lo, o céu será o limite para o sucesso.
P- Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Estácio Guimarães - Tocar violão, fotografar, curtir minha noiva, filhos, ler um bom livro, passear e ouvir o som do silêncio. Além de conversar com Deus.
*Se você quer conhecer um pouco mais o Estácio Guimarães converse com ele no Twitter @EstacioGuimarae

Um em cada dez brasileiros procura balconista de drogaria no momento da aquisição de remédios
Fonte: Ibope
Na hora de buscar informações sobre problemas de saúde, a maioria dos brasileiros procura um médico, mas muitos ainda buscam orientação informal. Pesquisa do IBOPE Inteligência sobre a informalidade na compra de medicamentos prescritos, encomendada pela Interfarma, mostra que apesar de 87% procurarem o médico ou posto de saúde/hospital quando sentem algum sintoma, outros 17% também consultam familiares e um em cada dez procura o balconista na farmácia.

As farmácias/drogarias são os locais onde 99% declararam já ter comprado medicamentos. Porém, 6% revelam que já compraram em camelôs ou barracas de rua, percentual que sobe para 18% na região Norte.

O estudo aponta que 18% já compraram remédio sem receita e quase um quinto já comprou medicamento tarjado sem ir ao médico. Dos que compraram sem receita, 72% informaram os sintomas ao atendente. 

No caso dos que compraram com receita, em 37% dos casos o farmacêutico recomendou espontaneamente medicamento diferente do prescrito.  Na maioria dos casos (90%), o atendente ofereceu um genérico e oito em cada dez  consumidores aceitaram a sugestão.

O jornalista investigativo Andrew Jennings, autor do livro Jogo Sujo – O Mundo Secreto da Fifa que denuncia um suposto esquema de corrupção na Federação Internacional de Futebol (Fifa) envolvendo o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Ricardo Teixeira, disse à emissora de tevê ESPN Brasil que quer ver o cartola na cadeia. O britânico participou como convidado da Comissão de Educação, Cultura e Esporte no Senado nesta quarta (26).
Fonte: Carta Capital
O jornalista da rede britânica de rádio e televisão BBC afirma que Teixeira teria recebido nos anos 1990 cerca de 9,5 milhões de dólares e João Havelange, ex-presidente da Fifa, 1 milhão de dólares de propina via uma empresa de Liechtenstein. A companhia seria parceira da ISL, firma ligada à entidade máxima do futebol e responsável pelo marketing esportivo e negociações de transmissões de jogos na televisão. A companhia faliu em 2001.
Na audiência, Jennings apontou que a dupla brasileira foi investigada pelo governo suíço e Teixeira teria admitido os pagamentos irregulares. No entanto, a Fifa, segundo o jornalista, conseguiu embargar na Justiça da Suíça a divulgação do documento. “Blatter insulta a todos ao dizer que o relatório é legalmente muito complexo. Coloque o documento na internet agora, pois temos advogados que podem nos ajudar a compreendê-lo”, disse.
Blatter, tentando limpar a imagem da Fifa, afirmou na última semana a intenção de abrir o caso ISL e “deixar esse assunto para trás e seguir em frente.” A análise dos documentos deve ser feita por um organismo independente a partir de dezembro.
Jennings ainda declarou que o documento contém cerca de 45 páginas com confissões assinadas pelos brasileiros e Blatter, alegando saber do caso. O esquema também envolveria outros dirigentes da instituição.
Para o britânico, a atuação de Teixeira é “uma vergonha para o Brasil” e o País precisa passar uma imagem de competência na organização do mundial. “Queremos ver o samba e uma celebração do País que, em 20 anos, saiu de uma ditadura para uma democracia, com imprensa livre. Se vocês querem o respeito do mundo, no interesse da reputação de seu país, entreguem a organização a honestos burocratas brasileiros.”

Uma vergonha o que a Prefeitura de Natal quer fazer concedendo isenção fiscal para instituições de ensino superior e perdoar dívidas de R$72 milhões. O Ministério Público ajuizou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a Lei da PMN que vem se arrastando no Tribunal de Justiça do Estado. A última votação no TJ registrou um empate com o voto contrário à Lei Municipal do desembargador Cláudio Santos e o voto favorável do desembargador Aderson Silvino. O desembargador João Batista Rebouças pediu vistas ao processo há um mês e ainda não decidiu o seu voto.
Enquanto a Prefeitura de Natal reclama da falta de recursos financeiros para atender áreas essenciais como saúde, educação, limpeza pública, infra-estrutura urbana e quer conceder isenção fiscal para instituições privadas de ensino público, prepara aumento de cerca de 7% no IPTU.
Diante desse absurdo que a PMN quer fazer para beneficiar as instituições de ensino privado, a Associação dos Auditores do Tesouro Municipal de Natal (Asan) lançou no Twitter a campanha com a hastag #MicarlaRobinHoodAsAvessas.

Agência Brasil
O projeto de lei que cria a Comissão da Verdade foi aprovado ontem (26) no Senado, com apoio unânime dos senadores. Com a presença da ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário e de parentes de vítimas da ditadura militar, o parecer favorável ao projeto foi lido pelo relator, senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), ele mesmo exilado político no período da ditadura militar (1964-1985).
O texto prevê a criação de uma comissão com a participação de sete membros indicados pela presidenta da República, Dilma Rousseff, com suporte administrativo e financeiro da Casa Civil. O objetivo será apurar fatos ocorridos entre os anos de 1946 e 1988, entre eles crimes de tortura e assassinato cometidos em nome do Estado brasileiro.
O projeto foi fruto de acordo do governo com a oposição e estabelece também que pessoas que atuam como dirigentes de partidos políticos não poderão integrar a nova comissão. Funcionários públicos civis e militares ficarão obrigados a colaborar com os trabalhos de esclarecimento dos fatos ocorridos no período e outras testemunhas poderão ser convocadas. Também poderão ser solicitadas perícias, mas a comissão não terá qualquer poder punitivo em relação aos crimes que já foram anistiados ou prescritos.
O relator lembrou que o esclarecimento dos fatos é fator fundamental para que a democracia brasileira possa seguir se fortalecendo. “Qualquer que seja o resultado da Comissão da Verdade, a ferida não se fechará. Mas eu espero que nós possamos, no trabalho da Comissão, encontrar uma resposta sobre mistérios com os quais nós convivemos e que não podem subsistir na plenitude da democracia”.
Diversos senadores lembraram que ainda existem corpos de pessoas mortas que não foram encontrados. A localização desses corpos é uma das expectativas criadas com a implementação da comissão. “O que eu quero é seguir em frente, eu sei que as famílias das vítimas vão carregar para sempre essa ferida, como disse no início, não há cura para isso, mas talvez aqueles que foram mais diretamente e duramente atingidos possam se sentir, de alguma forma, reparados, se à luz da democracia puder contribuir para esclarecer as condições em que seus entes queridos pereceram e, inclusive, a autoria desses crimes”, resumiu Ferreira.
A presidenta da sessão, senadora Marta Suplicy (PT-SP), disse que o texto seguirá para sanção da presidenta Dilma Rousseff. “Hoje ela terá uma noite muito feliz”, disse a senadora, lembrando que a presidenta foi torturada durante a ditadura militar.

26.10.11


Artigo que publiquei na Revista Palumbo*
Não pretendo com esse artigo emitir opinião definitiva sobre o papel da esquerda no Rio Grande do Norte. Quero, sim, estimular o debate político sobre o fracasso da esquerda nas duas últimas eleições – prefeituras em 2008 e governo do estado em 2010 – no Rio Grande do Norte.
E, começo afirmando que a mim parece que o mais grave erro da esquerda do Rio Grande do Norte é não ter verdadeiramente um projeto para o estado e girar apenas, invariável e cansativamente, em torno de personalidades e em função de mandatos – têm sido sempre, pois, meros projetos individuais de poder.
E isso, apesar de o estado ter sido governado recentemente por um partido tido como de esquerda, o Partido Socialista Brasileiro (PSB), que por oito anos esteve à frente do comando administrativo sob a liderança de Wilma de Faria e do seu sucessor iberê Ferreira de Souza.
Mas, o poder de fogo da esquerda norte-rio-grandense não se limitou ao PSB: o Partido dos Trabalhadores (PT), o mesmo do presidente Lula, tinha no RN uma deputada federal, Fátima Bezerra e um deputado estadual, Fernando Mineiro; correndo por fora, com um vereador em Natal, tinha o PCdoB e ainda o PDT, com um deputado estadual e uma vereadora em Natal.
Cito estes exemplos acima, imaginando que, ao definir um campo ideológico no Rio Grande do Norte, é razoável colocar nesse circulo, obrigatoriamente, o PSB, PT, PCdoB e PDT. Dito isto, vamos à exemplificação de como tem faltado à esquerda do Rio Grande do Norte um projeto para o estado, ao mesmo tempo em que sobram investidas em projetos individuais de poder.
O PSB no Rio Grande é um feudo “wilmista” – o sufixo ista, com conotação personalista, de donos de legendas, é uma tradição na política do estado. No governo, Wilma olhou apenas para si e cometeu os mesmos pecados que todos os governos anteriores cometeram nas relações políticas dentro e fora do governo.
O Partido dos Trabalhadores (PT), mesmo sendo o partido do presidente Lula, não foi capaz de avançar no estado. Perdeu espaços na Câmara Municipal de Natal e o seu deputado estadual, Fernando Mineiro, se reelegeu entre os últimos, com votação pequena. A exceção no PT tem sido a deputada federal Fátima Bezerra que avança eleitoral e politicamente. E, nesses dois exemplos – Fátima e Mineiro –, pode-se comprovar como a esquerda no RN está atrelada a projetos individuais: os movimentos do PT nos últimos anos mostram que o partido funciona em função da preservação dos mandatos dos dois parlamentares. Há muito não há renovação no PT.
Já o PDT e o PCdoB, até pela baixa representatividade eleitoral e política no estado, têm sobrevivido nos últimos tempos gravitando em torno de alianças táticas eleitorais.
Há um ano das eleições de 2012 já estão nas ruas as primeiras movimentações em torno de candidaturas para prefeito de Natal. Portanto, depois da fragorosa derrota de 2010 para o DEM, o desafio que se coloca para o PT, PDT, PSB e PCdoB é como organizar uma frente política capaz de vencer as eleições em Natal e nos principais municípios do estado em 2012.
O interessante nessas movimentações é que, apesar da vitória de Rosalba para o governo do Estado, o DEM, até o momento, não apresenta candidato competitivo em Natal. Correndo por fora, ainda que dentro da base do governo Rosalba, está o deputado federal Rogério Marinho (PSDB), que tem uma posição política frágil em face de ser suplente, portanto dependendo do humor da governadora e do DEM para exercer o mandato. Até agora nas pesquisas Rogério não ultrapassou os 8% de intenção de votos.
Os deputados federais Felipe Maia (DEM) e Fábio Faria (PSD), também da base da governadora, não tem mostrado apetite para disputar a eleição de Natal.
Já o PMDB, que recentemente aderiu ao governo Rosalba, tem dito que terá candidato próprio. E o nome anunciado pelas principais lideranças peemedebistas é o do deputado estadual Hermano Morais, que também não tem demonstrado apetite para ser candidato a prefeito de Natal.
Tem ainda a prefeita de Natal, Micarla de Sousa (PV), que ninguém sabe ainda se será candidata à reeleição. Todas as pesquisas atuais mostram que ela não tem condições políticas e nem eleitorais para ser candidata. A rejeição ao seu governo chega a 85%. Situação muito difícil de reverter.
O PDT tem um projeto claro e definido: a volta de Carlos Eduardo para a prefeitura de Natal. Líder em todas as pesquisas – com os índices de intenção de votos variando de 36% a 50% –, Carlos Eduardo é o contraponto a Micarla de Sousa. Deixou a prefeitura com 73% de aprovação e apoiou a deputada federal Fátima Bezerra (PT) na sua sucessão. Agora, Carlos espera que o PT retribua o seu gesto apoiando-o para prefeito. O PT, por seu lado, insiste em manter a candidatura a prefeito de Fernando Mineiro, cuja intenção de votos nas pesquisas está na casa dos 3%. A tática de Mineiro e do seu grupo no PT é lançar candidatura para se manter em evidência, visando à eleição de deputado em 2014. Mas há muita gente do PT das outras tendências políticas que prefere ver o partido apoiando Carlos Eduardo. Nesse caso só o tempo dará a resposta definitiva. As discussões internas no PT ainda vão longe.
O PCdoB não vai lançar candidatura própria a prefeito e quer ampliar sua representação na Câmara Municipal de Natal. O partido tem conversado com Carlos Eduardo e Wilma sobre o quadro político e eleitoral.
O PSB traçou um caminho em 2010 para eleger Wilma senadora e não conseguiu. Hoje o projeto do PSB não é claro e Wilma tem dito que até dezembro decide seu rumo. Nas pesquisas para a prefeitura, Wilma ocupa o 2º lugar, com as intenções de votos variando entre 12% e 20%.
Apesar dos tropeços e da falta de um projeto nítido para o estado, PDT, PSB, PCdoB e PT, juntos, tem tudo para retomar a prefeitura de Natal e se prepararem para as eleições de 2014. Porque, hoje, nem candidato a governador em 2014 essa frente política tem – o quer não deixa de ser curioso, já que a governadora Rosalba tem enfrentado um grande desgaste, situação que, em geral, propicia o aparecimento de candidaturas adversárias.
*Palumbo – edição de setembro/2011

Entrevista 10 x 140 – Por Pedro Henrique (@PH_natal)

Perfil de Ranieiri Correa -  Jaguariaíva/PR, solteiro. Formado em Psicologia. Consultor em RH. Ligado ao espiritismo e hinduísmo.

P- Em que momento você resolveu vir morar em Natal?
Ranieri Correa - A história, de amor, com Natal é antiga. A decisão de morar aqui se deu em 99, após acontecimentos que revolucionaram minha vida para melhor.
P- O que lhe levou a decidir fazer o curso de Psicologia?
Ranieri Correa - Basicamente, a vontade de ajudar as pessoas e fazer algo a + pelo mundo. Lógico, nenhuma decisão de vida foge ao julgo do Karma e do destino.
P- O curso de Psicologia é um dos mais concorridos em todos os vestibulares do Brasil. O que levou o curso a ter essa posição?
Ranieri Correa - Quebra de Paradigmas. Uma nova aposta e proposta em relação aos cursos tradicionais, supostamente mantendo um status profissional semelhante.
P- Como é exatamente desenvolvida sua atividade de consultor de RH?
Ranieri Correa - O consultor tem a missão de enxergar o óbvio. Onde a(o) empresa(ário) se prejudica de lucros maiores acreditando estar fazendo o que é certo.
P- Uma empresa consegue "sobreviver" sem um departamento de RH?
Ranieri Correa - Sobrevivem apenas. Basicamente, o RH, estratégico, é um elo de ligação entre a realidade das empresas e o que elas deveriam ser na prática.

P- Quando uma empresa contrata sua consultoria, quais as dificuldades mais identificadas nelas?
Ranieri Correa - O Brasil vive o pesadelo da carga tributária. Problemas de gestão, colaboradores sem perfil adequado, baixa remuneração, falta de motivação
P- As rede sociais lhe ajudam no desenvolvimento de sua atividade?
Ranieri Correa - A internet e as redes sociais multiplicam boas e novas idéias. É o empreendedorismo virtual que ultrapassa todas as fronteiras burrocráticas.
P- Você tem uma ligação com o espiritismo e hinduísmo. Fale um pouco sobre isso.
Ranieri Correa - Ambas são filosofia e ciência que complementam e permitem a ligação e a evolução do homem à fonte divina e universal. Bem aventurança real.
P- O que é o Twitter para você?
Ranieri Correa - Segundo Krishina, uma grande ilusão e diversão terrena. Como tudo na vida material. Mas uma fonte de aprendizado e ligação com a humanidade.
P- Quando não está trabalhando o que você mais gosta de fazer?
Ranieri Correa - Viver, com tudo quer a vida me oferece e agradecer por fazer parte deste espetáculo divino.
*Se você quer conhecer um pouco mais o Ranieri Correa converse com ele no Twitter @RanieriPsi

Agência Brasil
A falta de sensibilização do Congresso Nacional e do Poder Judiciário são os maiores entraves para a erradicação do trabalho escravo no país, segundo o coordenador da Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), José Guerra. A Proposta de Emenda à Constituição 438/01, conhecida como PEC do Trabalho Escravo, está tramitando há dez anos na Câmara dos Deputados.
Para ele, é necessário que os trabalhadores que estavam nessa condição sejam capacitados e inseridos novamente no mercado de trabalho. “As punições criminais ainda são poucas, por isso, temos de evoluir nisso. Também é preciso ter maior troca de experiências entre os estados e maior de re-inserção dos trabalhadores que viviam como escravos”, disse à Agência Brasil.
De acordo com Guerra, os empregadores devem ser punidos penal e economicamente. Atualmente, uma lista do Ministério do Trabalho, conhecida como lista suja do trabalho, detalha os empregadores que submeteram trabalhadores à condição análoga a de escravo. “Há uma lei que proíbe que empresas participem de licitações. É preciso fazer isso para prevenir e erradicar o trabalho escravo”.
O coordenador da Conatrae está participando hoje (25) do 1º Encontro Nacional das Comissões Estaduais pela Erradicação do Trabalho Escravo (Coetraes), em Cuiabá. O evento tem como objetivo analisar a atual conjuntura nacional, apresentar as comissões estaduais e suas metodologias para erradicação do trabalho escravo, além de apresentar boas práticas e experiências.
“[O encontro] é uma experiência nova. Pela primeira vez reunimos todas as comissões estaduais para trocar experiências. Há uma união entre as comissões e as pessoas que estão na mesma luta”, destacou.
Atualmente, há apenas oito comissões estaduais específicas para tratar do tema. Até o fim deste ano, outras duas devem ser instaladas. Segundo Guerra, a criação de comissões envolve organização da sociedade e órgãos do Estado. “O tema é controverso e assumir a existência desse fenômeno nem sempre é fácil para os estados”.
Ministro do Trabalho considera "muito graves" as autorizações dadas pela Justiça para trabalho infantil

Estação Música Total

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