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Sávio Ximenes Hackradt

3.4.12


O pedido da Organização das Nações Unidas (ONU) foi feito após a morte de Daniel Zamudio. Se trata de um jovem chileno que foi espancado por supostos neonazistas por ser homossexual.

Fonte: Agência Pulsar

Rupert Colville afirmou que a entidade rechaça “o violento ato criminoso que custou a vida” do jovem chileno. Ele falou em nome de Navi Pillay, Alta Comissionada da ONU para os Direitos Humanos.

Por este motivo, destacou que o Congresso chileno deve sancionar com urgência uma lei contra a discriminação por razões de gênero. De acordo com padrões internacionais, esta nova norma deve estabelecer que a incitação ao ódio por motivos de orientação sexual e identidade de gênero constitui agravante para processos penais.

Além disso, Colville ressaltou que uma lei desse tipo está pendente de aprovação na Câmara de Deputados do Congresso do Chile desde 2005. Ele afirmou que o caso do jovem assassinado mostra a gravidade e prevalência da homofobia. Expressou ainda que o aconteceu no Chile se replica em diversas partes do mundo.

Daniel Zamunio morreu na semana passada após ficar 25 dias em coma no hospital. Ele, que tinha 24 anos, foi espancado por um grupo de supostos neonazistas. O motivo do ataque seria o fato de Daniel ser homossexual.

Daniel foi atacado no dia 3 de março. Os agressores bateram na cabeça do jovem e o queimaram com cigarros. Também marcaram seu corpo com símbolos nazistas. Depois da morte do jovem, organizações sociais exigem que o governo do Chile agilize o projeto de lei contra a discriminação sexual.

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