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Sávio Ximenes Hackradt

10.7.12


A dificuldade de gerar um filho atinge entre 8% e 15% de casais no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, cerca de 280 mil casais convivem com problemas de infertilidade. Para discutir o acesso à reprodução assistida, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de casais com problema de infertilidade, a Comissão de Seguridade Social da Câmara realiza nesta terça-feira (10) audiência pública.

Portal Vermelho com Agência Câmara

A iniciativa do debate é dos deputados da bancada do PCdoB Luciana Santos (PE), Jô Moraes (MG), Chico Lopes e João Ananias, do Ceará. Os deputados lembram que o Ministério da Saúde suspendeu a portaria que instituiu a Política de Atenção Integral em Reprodução Humana Assistida em 22 de março de 2005.

Eles afirmam que, destinada a ampliar o acesso de casais às soluções para infertilidade, quatro meses após a publicação a portaria foi suspensa para análise de impactos financeiros e até hoje não foi implementada.

"Os avanços na área de medicina reprodutiva dão esperança aos casais que, se submetidos a procedimentos e técnicas adequadas, conseguem êxito na concepção". No entanto, "o tratamento é inacessível para a maioria dos brasileiros", avalia Chico Lopes, para quem "discutir o acesso à reprodução assistida de casais com problema de infertilidade pelo SUS traz à tona um problema silencioso, guardado dentro de milhares de lares brasileiros".

Foram convidados para o debate o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Maurício Ceschin; o médico especialista em reprodução humana Sebastião Evangelista Torquato e o presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, Artur Dzik.

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