CALANGOTANGO não é um blog do mundo virtual. Não é uma opinião, uma personalidade ou uma pessoa. É a diversidade de idéias e mãos que se juntam para fazer cidadania com seriedade e alegria.

Sávio Ximenes Hackradt

11.8.12


Por Leide Franco (@LeideFranco)

Todo mundo deve conhecer aquela história amorosa que não acaba nunca. Não, não é o tipo de “amor” para cem anos. É o tipo da falta de amor próprio. Conheço gente vazia do maior amor do mundo: o seu para com ela mesma.

São constantes as histórias mal terminadas, os amores inacabados, o sofrimento recorrente. Há quem viva esperando por um final feliz que nem teve sequer um começo. Mas e aquelas que não querem deixar você livre, em paz para buscar novos sentidos? É você acompanhado e concomitantemente vazio cheio de nada, ou melhor, completo de sofrimento e quase sempre um lado pena mais que o outro.

Há um mundo de coisas mais importantes que sofrer por amor, ou melhor, vamos corrigir, amor nenhum, nesse significado imenso que há nessa minúscula palavra, causa sofrimento, o problema está na forma mal aplicada dele. As pessoas estão fazendo o uso incorreto desse sentimento. Estão fazendo a conta errada. Somando um mais um igual a dois, cada um de um lado. Resultado: nada.

Mesmo assim e com todas as implicações que isso gera, é importante ser otimista, pois bem como disse Caio Fernando Abreu certa vez, aqui parafraseado, por mais impossíveis e malucos que pareçam [os amores], a gente sabe, bem no fundo, foram feitos para um dia dar certo.

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